Oi pessoal!!!
Acabou que sou uma das finalistas do concurso TOPBLOG...
Entao gostaria de pedir que votassem novamente para eu passar para a próxima fase!
É só clicar no selo azul e votar pelo twiter ou facebook!
Bjoksx
Hope
"Sempre desprezei as coisas mornas, as coisas que não provocam ódio nem paixão, as coisas definidas como mais ou menos, um filme mais ou menos ,um livro mais ou menos.
Tudo perda de tempo. Viver tem que ser perturbador, é preciso que nossos anjos e demônios sejam despertados, e com eles sua raiva, seu orgulho, seu asco, sua adoração ou seu desprezo. O que não faz você mover um músculo, o que não faz você estremecer, suar, desatinar, não merece fazer parte da sua biografia."
- Martha Medeiros -
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terça-feira, 25 de outubro de 2011
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sábado, 14 de maio de 2011
- Desejos & Delírios - O DESCONHECIDO DA NOITE... (Parte III)
Sabia que ele tinha levado a calcinha... Naquele dia me vesti com esmero... desde a lingerie até o toque de perfume leve. Realmente me sentia bem... me sentia linda... não! Me sentia uma Delícia!
Agi da forma como me sentia... fiz meu serviço, sorri para todos os homens do escritório, rebolei, sentei de pernas cruzadas quase o dia todo, deixei dois botões da blusa aberta e dependendo do movimento, era possível ver um pedacinho da renda do soutien... nada escancarado... mas me sentia sensual... e agi assim a manhã toda! Fui almoçar com as meninas e arranquei comentários e quebradas de pescoço de vários clientes antigos e novos! No caminho de volta eu irradiava sexualidade!
Ao chegar no escritório avistei de longe uma caixa dourada, uma rosa vermelha sobre ela, presa num laço vermelho junto à caixa e um bilhete... meu coração palpitava... todo mundo do escritório comentava... eu perguntei quem tinha feito a entrega e me disseram o nome de uma floricultura ali perto.
Agi da forma como me sentia... fiz meu serviço, sorri para todos os homens do escritório, rebolei, sentei de pernas cruzadas quase o dia todo, deixei dois botões da blusa aberta e dependendo do movimento, era possível ver um pedacinho da renda do soutien... nada escancarado... mas me sentia sensual... e agi assim a manhã toda! Fui almoçar com as meninas e arranquei comentários e quebradas de pescoço de vários clientes antigos e novos! No caminho de volta eu irradiava sexualidade!
Ao chegar no escritório avistei de longe uma caixa dourada, uma rosa vermelha sobre ela, presa num laço vermelho junto à caixa e um bilhete... meu coração palpitava... todo mundo do escritório comentava... eu perguntei quem tinha feito a entrega e me disseram o nome de uma floricultura ali perto.

“Não, não, não. Você definitivamente não está sendo uma boa menina, eu sei de tudo o que faz, te observo todo o tempo, Delícia, e não estou gostando das cruzadas de pernas, nem dos sorrisos e pode fechar AGORA um botão da blusa! E por causa de tudo isto você será castigada hoje. Ao entrar na sua casa hoje, não acenda as luzes, tranque a porta, tire imediatamente toda sua roupa e coloque esta venda que estou enviando... só a venda... nada mais! Isto é uma ordem!
Seu Dono”.
Logicamente não fechei o botão da blusa e abri a caixa... tirei um tecido macio... suave... uma tira negra. Mais nada na caixa. Coloquei a rosa em outro copo d’água, junto com a outra que já estava meio caída... e fui trabalhar. O resto do dia não deu nem pra fazer charme, nem pra olhar pros lados... na saída chovia cântaros... e não tinha levado guarda chuva... e pior... São Paulo... dia de rodízio do carro! Tive que ir andando na chuva até o metrô... mas não foi nada “Singing in the rain!”. Cheguei em casa toda molhada... com a blusa branca toda colada no corpo, sapato encharcado, cabelo pingando e reclamona... abri a porta e acendi a luz... claro!
Ahnnn... TEC... TEC... Nada! A casa continuava escura... escura não! Breu total... não se enxergava nada... nem uma luzinha... e ainda não tinha escurecido totalmente lá fora... como era possível???
Lembrei do bilhete... da caixa dentro da bolsa... da venda... ai céus! E agora???
Tirei a venda da bolsa e segurei entre os dentes... entrei... tranquei a porta e fui me despindo... a blusa colada por causa da chuva não queria sair... arranquei com esforço, tirei a saia, o salto, o soutien, a meia, a liga, a calcinha e coloquei a venda... e me sentia não só nua... me sentia como se até minha alma pudesse ser tocada!
O medo me restringia os movimentos... fiquei ali parada... tremendo...
Mãos grandes e quentes seguraram as minhas com carinho, acariciaram “Você está gelada... vem, Delícia!” foi me guiando com delicadeza pelas mãos... de repente entrei na ducha, temperada na temperatura certa... “Shhh... não pense em nada, Delícia, só SINTA! Sinta o calor da água na tua pele... relaxe...” ele passou as mãos por todo meu corpo, acariciando-me, colou seu corpo ao meu, esfregou meu corpo com uma esponja de banho com cheiro de morangos... beijou meu pescoço, mordeu minha orelha, sugou meu pescoço “Aqui vai ficar uma marca minha... por vários dias... e não quero que você esconda... quero que os outros vejam que você é minha!” continuou ensaboando meu corpo, passando a esponja em volta do meu sexo... me encostou na parede e desceu pelas minhas coxas e pernas... depois subiu com as mãos nuas acariciando a pele... passou das pernas, do quadril, barriga e acariciou um seio enquanto sugava outro... “Relaxa meu doce... você confia em mim?”
“Sim, sr!” minhas mãos também passeavam naquele corpo duro... não podia vê-lo, mas tinha que lembrar de cada curva, cada dobra de cada músculo, cada pêlo, cada lugar sensível, onde podia ouvir seus roucos gemidos... isso tudo só pelo toque... passeei pelos braços, pelo peito, apertando os mamilos com uma das mãos e buscando suas nádegas com a outra, onde parei e apertei... e ele gemeu... então toquei... pela primeira vez... meu prêmio... que havia me penetrado e me dado prazer... passei minha mão timidamente em torno dele e me surpreendi com a grossura e o comprimento... não sei como fui capaz de recebê-lo todo... comecei um movimento tímido de vai e vem e ouvi seu gemido baixo... então aumentei o movimento devagar...

Ele colocou um dedo em meu sexo e penetrou só o suficiente para alcançar meu botão, acariciando-o... e eu me segurando com um braço em volta de seus ombros... a boca que ora sugava seu mamilo e ora gemia em desespero... mas a mão parecia que estava em harmonia com as mãos dele... cada vez que aumentava minha agonia, meu ritmo aumentava e sua agonia também... num delicioso tormento sensual... ele penetrou-me com o dedo... e com um grito, gemido meio sufocado, me abri ainda mais para ele e aumentei freneticamente o movimento com a mão... ele também aumentou o ritmo da penetração... justo igual ao meu... “Goza pra mim, coração!” aquela declaração com uma voz rouca no meu ouvido me enlouqueceu... e meu corpo respondeu ao comando de sua voz, sem que nem eu mesma percebesse... gozei... e ele continuou me fodendo com os dedos... e eu continuei no ritmo... não sei como... meu corpo tremia cada vez mais forte... e a voz estava tão alta que todo o bairro devia estar ouvindo meus gritos de prazer ecoando pelos azulejos de meu banheiro... até que o corpo dele, que se moldava ao meu e ainda me lambia e chupava durante todo esse tempo, se endureceu e ele jogou a cabeça para trás... seus cabelos molhados, longos, abaixo dos ombros, roçaram meus braços e mãos que se apoiavam nele... seu corpo se encostou no meu corpo e a voz saiu... como um gemido, grito, urro de prazer... que se juntou aos meus gritos de prazer que tinham se multiplicado 1, 2, diversas vezes...
O clímax perfeito! Minhas pernas fraquejaram... ele me segurou... riu na minha orelha... “Nunca consegui um prazer tão intenso antes... nem com você! Agora acalme-se... respire... me deixe te dominar... só faça o que minhas mãos mandam...” ele foi esfregando-me, ora com força, ora lentamente, me levantando, dobrando, torcendo, do jeito que quis, com muito cheiro de morango e mãos que só me deram mais e mais prazer! Depois desligou a água e me secou com uma toalha enorme e macia... pedaço por pedaço... sem faltar nem um pedacinho de pele... assim... nua, me levou andando, segura pelas mãos ao quarto... e vestiu-me.
Não acreditei! Achei que ia ter mais prazer, mas lá estava ele me vestindo! Primeiro a calcinha... percebi que era suave... a camisola... longa e branca, sentia a renda nos seios e imaginei que a renda era transparente e que meus seios estariam desnudos em baixo da renda... nas costas um grande “X” desde os ombros até a dobra onde acabam as costas e começam as nádegas... e ali, bem no limite, iniciava um tecido de seda macio que passava pela calcinha e encostava gelado em minha pele quente... me arrepiou... “Estás cômoda, minha linda?” balancei positivamente a cabeça “Estás linda... deliciosa!” então colocou minhas mãos para trás e algemou-as “Machuca?” completamente confusa fiz que não, mas não entendi... ouvi ele se sentando... depois me colocou em seu colo... com as nádegas para cima... acariciou minhas costas e cabelos... “Estás bem colocada... sem perigo de cair?” balancei a cabeça que estava pendurada por sua pernas... senti seu cheiro, suas pernas tocavam meu rosto de cabeça para baixo, seu sexo tocava minha barriga, suas mãos tocavam tudo...

Assim, subiu a camisola, desnudando minhas nádegas e acariciou-as “Tão branca... tão macia... tão desobediente... precisa ser castigada... esse castigo não me dá prazer... existem horas que bato para ver teu prazer e assim ter prazer... mas agora preciso fazê-lo... você me desobedeceu hoje... não abotoou a blusa... tapa, tapa, tapa... continuou com as pernas cruzadas mostrando essas coxas brancas e deliciosas para os olhos de qualquer homem que tivesse olhos para ver... tapa, tapa, tapa, tapa, tapa, tapa, agora as nádegas estarão vermelhas e arroxeadas e não poderás mais mostrá-las a quaisquer outros olhos...” vários tapas nas coxas e nádegas... ele parou... acariciou meu rosto e secou minhas lágrimas e então com uma voz angelical, doce, rouca, deliciosa começou a cantar em meus ouvidos enquanto acariciava meu rosto, secava minhas lágrimas e não deixava de me dar palmadas... “Se você quer ser minha namorada Ah, que linda namorada Você poderia ser, se quiser ser Somente minha, exatamente essa coisinha Essa coisa toda minha Que ninguém mais pode ser... Você tem que me fazer um juramento De só ter um pensamento: Ser só minha até morrer... E também de não perder esse jeitinho De falar devagarinho Essas histórias de você E de repente me fazer muito carinho E chorar bem de mansinho Sem ninguém saber porque... Mas se invés de minha namorada Você quer ser minha amada Minha, amada, mais amada pra valer Aquela amada pelo amor predestinada Sem a qual a vida é nada Sem a qual se quer morrer Você ter de vir comigo em meu caminho E talvez o meu caminho Seja triste pra você... Os seus olhos têm que ser só dos meus olhos Os seus braços o meu ninho No silêncio de depois E você tem que ser a estrela derradeira Minha amiga e companheira No infinito de nós dois...” no fim da música meu corpo todo tremia... a dor... nem sentia mais... ele alternava os tapas com carícias... com a outra mão acalmava-me, enxugava meu rosto e beijava-me... beijos curtos e sedutores pelo rosto, cabelos, costas e até pelas nádegas e coxas... meu corpo tremia incontrolavelmente... de lágrimas que eram derramadas... pelo prazer da sua voz que atingia em cheio alguma coisa dentro de mim... pelas suas carícias e pelo carinho que ele demonstrava, mesmo quando sua mão cada vez ficava mais pesada...
“Shhh... acabou... acalme-se coração...” me levantou daquela posição e me tomou nos braços, sentando-me em seu colo com cuidado para que as nádegas ardentes não doessem ainda mais... beijou-me... longamente, acariciando cada centímetro de minha boca... “Você entendeu porque apanhou, Delícia?? Você não pode fazer isso de novo... Você é minha... eu quero Você! Você me pertence... é só minha! Entende?” com as lágrimas ainda descendo e o corpo sacudindo... “Sim, sr!” senti algo gelado em meu pescoço... um colar... ouço um tique... passo a mão no pescoço... um colar largo, grudado no pescoço... com um nome nele... O nome Dele!! Ele me fazia sua posse! “Agora você é minha... não pode ir a lugar nenhum sem sua coleirinha com meu nome... entendeu??” ainda acariciando o colar tentando adivinhar as letras pelo tato... ele segura minha mão com delicadeza “Na hora certa você vai saber...”
O clímax perfeito! Minhas pernas fraquejaram... ele me segurou... riu na minha orelha... “Nunca consegui um prazer tão intenso antes... nem com você! Agora acalme-se... respire... me deixe te dominar... só faça o que minhas mãos mandam...” ele foi esfregando-me, ora com força, ora lentamente, me levantando, dobrando, torcendo, do jeito que quis, com muito cheiro de morango e mãos que só me deram mais e mais prazer! Depois desligou a água e me secou com uma toalha enorme e macia... pedaço por pedaço... sem faltar nem um pedacinho de pele... assim... nua, me levou andando, segura pelas mãos ao quarto... e vestiu-me.
Não acreditei! Achei que ia ter mais prazer, mas lá estava ele me vestindo! Primeiro a calcinha... percebi que era suave... a camisola... longa e branca, sentia a renda nos seios e imaginei que a renda era transparente e que meus seios estariam desnudos em baixo da renda... nas costas um grande “X” desde os ombros até a dobra onde acabam as costas e começam as nádegas... e ali, bem no limite, iniciava um tecido de seda macio que passava pela calcinha e encostava gelado em minha pele quente... me arrepiou... “Estás cômoda, minha linda?” balancei positivamente a cabeça “Estás linda... deliciosa!” então colocou minhas mãos para trás e algemou-as “Machuca?” completamente confusa fiz que não, mas não entendi... ouvi ele se sentando... depois me colocou em seu colo... com as nádegas para cima... acariciou minhas costas e cabelos... “Estás bem colocada... sem perigo de cair?” balancei a cabeça que estava pendurada por sua pernas... senti seu cheiro, suas pernas tocavam meu rosto de cabeça para baixo, seu sexo tocava minha barriga, suas mãos tocavam tudo...

Assim, subiu a camisola, desnudando minhas nádegas e acariciou-as “Tão branca... tão macia... tão desobediente... precisa ser castigada... esse castigo não me dá prazer... existem horas que bato para ver teu prazer e assim ter prazer... mas agora preciso fazê-lo... você me desobedeceu hoje... não abotoou a blusa... tapa, tapa, tapa... continuou com as pernas cruzadas mostrando essas coxas brancas e deliciosas para os olhos de qualquer homem que tivesse olhos para ver... tapa, tapa, tapa, tapa, tapa, tapa, agora as nádegas estarão vermelhas e arroxeadas e não poderás mais mostrá-las a quaisquer outros olhos...” vários tapas nas coxas e nádegas... ele parou... acariciou meu rosto e secou minhas lágrimas e então com uma voz angelical, doce, rouca, deliciosa começou a cantar em meus ouvidos enquanto acariciava meu rosto, secava minhas lágrimas e não deixava de me dar palmadas... “Se você quer ser minha namorada Ah, que linda namorada Você poderia ser, se quiser ser Somente minha, exatamente essa coisinha Essa coisa toda minha Que ninguém mais pode ser... Você tem que me fazer um juramento De só ter um pensamento: Ser só minha até morrer... E também de não perder esse jeitinho De falar devagarinho Essas histórias de você E de repente me fazer muito carinho E chorar bem de mansinho Sem ninguém saber porque... Mas se invés de minha namorada Você quer ser minha amada Minha, amada, mais amada pra valer Aquela amada pelo amor predestinada Sem a qual a vida é nada Sem a qual se quer morrer Você ter de vir comigo em meu caminho E talvez o meu caminho Seja triste pra você... Os seus olhos têm que ser só dos meus olhos Os seus braços o meu ninho No silêncio de depois E você tem que ser a estrela derradeira Minha amiga e companheira No infinito de nós dois...” no fim da música meu corpo todo tremia... a dor... nem sentia mais... ele alternava os tapas com carícias... com a outra mão acalmava-me, enxugava meu rosto e beijava-me... beijos curtos e sedutores pelo rosto, cabelos, costas e até pelas nádegas e coxas... meu corpo tremia incontrolavelmente... de lágrimas que eram derramadas... pelo prazer da sua voz que atingia em cheio alguma coisa dentro de mim... pelas suas carícias e pelo carinho que ele demonstrava, mesmo quando sua mão cada vez ficava mais pesada...
“Shhh... acabou... acalme-se coração...” me levantou daquela posição e me tomou nos braços, sentando-me em seu colo com cuidado para que as nádegas ardentes não doessem ainda mais... beijou-me... longamente, acariciando cada centímetro de minha boca... “Você entendeu porque apanhou, Delícia?? Você não pode fazer isso de novo... Você é minha... eu quero Você! Você me pertence... é só minha! Entende?” com as lágrimas ainda descendo e o corpo sacudindo... “Sim, sr!” senti algo gelado em meu pescoço... um colar... ouço um tique... passo a mão no pescoço... um colar largo, grudado no pescoço... com um nome nele... O nome Dele!! Ele me fazia sua posse! “Agora você é minha... não pode ir a lugar nenhum sem sua coleirinha com meu nome... entendeu??” ainda acariciando o colar tentando adivinhar as letras pelo tato... ele segura minha mão com delicadeza “Na hora certa você vai saber...”
-Aysha - A Rainha da Vida e da Morte-
-Hope Subway -
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sexta-feira, 13 de maio de 2011
- Desejos & Delírios - O DESCONHECIDO DA NOITE (Parte II) -
De manhã, no trabalho tava pior do que de TPM... briguei, falei alto, me tranquei no banheiro, chorei (sem fazer barulho, claro!)... ai, borrei a maquiagem... passei 200 anos tentando arrumar... só fiz droga! Que saco! Fui almoçar... quando voltei... uma rosa vermelha em minha mesa... e um bilhete:
“Há de surgir... uma estrela no céu cada vez que você sorrir! Há de apagar... uma estrela no céu cada vez que você chorar! O contrário também bem que pode acontecer... uma estrela brilhar quando a lágrima cair ou então de uma estrela se jogar só pra ver a flor do seu sorriso se abrir! Meu céu se obscureceu hoje! Não quero mais ver suas lágrimas... entendeu? Seu Dono”
Automaticamente balancei a cabeça afirmativamente, depois me aprumei, coloquei a rosa num copo plástico com água pra ela durar mais e fui trabalhar... com um enorme sorriso nos lábios!
Cheguei em casa e cumpri minha rotina como sempre, mas muito mais feliz, nem vi TV... apaguei a luz e fui deitar, mas não conseguia dormir... me virei e revirei na cama o dia todo e não consegui dormir... o despertador tocou e já levantei chorando!
Que dia terrível! Que trabalho infernal! Que gente chata! Quanto trânsito! O computador pifou! A Xerox também! A luz acabou! A cliente gritou! Arghhhhhhhhhhhh! Saí meia hora antes do serviço antes que batesse em alguém... ou com a cabeça na parede! Fui pro shopping... andei... horas... até suei. Você já suou de tanto andar no shopping?? Eu suei! De repente parei. Exausta! Tinha um café bem ali... sentei... tomei café... comi um doce de morango delicioso e na hora que virei pra sair, vi uma loja de lingerie... cada coisa linda! Tinha um modelo bordado de flores coloridas lindo. Entrei e comprei. Na hora!
Cheguei em casa tarde só tomei banho e fui pra cama... mas passei creme com cheiro de morango no corpo todo e coloquei só a calcinha enfiadinha no bumbum e o soutien que parava exatamente acima dos mamilos... deixando quase tudo de fora. Escovei 200 vezes o cabelo, escovei os dentes e fui pra cama. Estava tão cansada que adormeci quase na mesma hora!
Quando senti as mãos passeando pelo meu corpo... delicadas... acariciando... de leve... desde os pés até meu rosto... e depois voltando e voltando... ele pegou um punhado de meu cabelo nas mãos e delicadamente o cheirou... depois desceu cheirando meu corpo todo... subiu novamente, esfregando o rosto com a barba da manhã roçando minha pele delicada e me arrepiando... quando chegou ao meu pescoço roçou de leve “Oi Delícia! Sentiu minha falta?” tentei virar o rosto mas ele segurava meu cabelo e não deixou “Senti” falei com a voz baixa “Não... é senti, sim sr! Fale, Delícia!” massageando meu couro cabeludo e brincando com meus cabelos “Senti, sim sr!” ele deu um riso baixo, gostoso, cheio de paixão... “Você tá deliciosa! Cheirosa... quero comer morangos e arrancar estas flores de teu corpo... mas não vou fazer nada até que você tenha confiança em mim... não quero machucá-la ou estuprá-la... e você ter sentido medo ontem só vai fazer com que nos separemos... você entende?” continuava passando a mão por meu corpo “Sim, sr!” gemi “E confia em mim, Delícia?? Confia que não lhe farei nada que não queira?” beijou meu pescoço “Sim, sr!” colocou os dedos entre minhas pernas “Você tem uma palavra mágica... Se eu começar a fazer algo que a machuque ou que seja demais para você, é só falar essa palavra que paro na mesma hora... a palavra é VERMELHO! Entendeu Delícia?” seus dedos me enlouqueciam “Sim, sr, vermelho!” uma risadinha baixa e rouca “Você está só repetindo a palavra ou me dizendo para parar, Delícia?” enfiou os dedos dentro de minhas dobras “Só confirmando, sr!” os dedos acariciando minha intimidade “só estou aqui porque você permite... no momento em que você quiser que eu me vá... eu vou... você tem o poder de parar tudo... TUDO mesmo, Delícia! Entende isso? Você tem que sentir-se segura comigo... sabendo que se disser VERMELHO pararei na hora... certo?” eu gemia de prazer “Vermelho...” ele pareceu confuso... parou os movimentos e os beijos, mas não retirou os dedos de meu corpo “Você quer que eu pare?” dei uma risadinha “Não... só estava testando... por favor continue!” ele ri gostoso “Safadinha, cadelinha safada... só estava me tentando? Então não merece mais meus dedos!”
Na hora ele abre o soutien e escorrega pra fora deixando os seios livres, então com uma mão segura meu rosto para o outro lado, enquanto acaricia o pescoço e o rosto, com a outra invade a calcinha e brinca com meu botãozinho que já sentia saudade de seu toque e com os lábios devora meus seios, barriga, pescoço, me fazendo gemer e abrir as pernas... ele penetra profundamente em minha vagina e me contorço enquanto brinca com meus seios duramente. Mordendo, chupando, puxando com os dentes... me enlouquecendo... ele tira os dedos de minha vagina e cheira... e geme de prazer... lambe... “Doce!” volta por onde veio e penetra novamente... me estico, me encolho, me contorço... ele tira novamente e leva ao meu nariz “Sinta seu cheiro... Lamba!” senti.. lambi... senti seu peso no colchão deitando-se atrás de mim, quando encostou seu corpo no meu senti que estava nu... e duro... seu pênis cutucava meu bumbum sobre a calcinha... esfregou seu corpo todo no meu, alagando-me de prazer... “Não mexa o rosto Delícia!” não mexi... ele usou as duas mãos para me virar de lado, subir minha coxa com a dele, colocar a calcinha de lado e me penetrar... deliciosamente... devagar... “Calma... já vai entrar todo... calma!” meu corpo, muito apertado, só acostumado com meu dedinho, sofreu a entrada e lembrei da música “Like a Virgin...” da Madonna e realmente estava tão apertada e ele era tão grande que me senti como uma virgem novamente... lágrimas brotaram de meus olhos “Estou te machucando, Delícia?” as lágrimas ainda rolavam e ele passava os dedos por elas “Não, sr... é que faz muito tempo!” ele beijou meu pescoço, meu rosto “Quer que pare?” balancei a cabeça negativamente... e chorei todo o tempo... de prazer!
Cada vez que me penetrava, me alargava, me enlouquecia... era uma dor... doce! E o prazer chegou sem prévio aviso... num grito alto, seguido de tremores... mas ele não parou... só riu baixinho e continuou investindo cada vez mais fundo, mais forte... e nessa hora dei graças aos céus pelos orgasmos múltiplos... Eles foram se seguindo, um após o outro, sem fazer meu corpo parar de tremer e ele rindo baixinho na minha orelha... até que parou de rir... tragou fundo o ar e foi soltando... num urro delicioso de se ouvir... só naquele instante percebi que estava de camisinha, pois não senti os jorros dentro de mim...
Ele me abraçou, acariciando meu cabelo e voltando a respirar novamente... trouxe meu corpo para mais perto do dele, sem nem se retirar do profundo do meu corpo... seu rosto em meus cabelos, sua respiração entrecortada... suas mãos acariciando meu corpo... nossos corpos tremendo... até que adormeci assim... feliz pela primeira vez em muito tempo!
O despertador toca... e imediatamente me sinto sozinha, fria, triste! Levantei e achei o soutien no chão, mas não achei a calcinha... e me lembro vagamente de não tê-la tirado... onde foi parar?? Corri para a sala... uma rosa vermelha e um bilhete:
“Observo-te o tempo todo, seu corpo me pertence de agora em diante. Espero que goste de rosas! Levei um souvenir... Beijos ... Seu Dono”.
(O Desconhecido continuará atacando!)
-Aysha - A Rainha da Vida e da Morte-
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quinta-feira, 12 de maio de 2011
- Desejos & Delírios - O DESCONHECIDO NA NOITE (Parte I) -
Entrei em casa como todo dia... estava cansada do serviço e fui passando pela sala, cozinha, o 1º quarto... e colocando tudo que estava nas mãos nos seus devidos lugares, então entrei em meu quarto, me despi e já coloquei a roupa suja para lavar e guardei todo o resto. Ninguém diria que acabei de chegar... rsrsr ri comigo mesma e pensei “Mamãe ficaria orgulhosa!” já estava nua, peguei a toalha e fui para o chuveiro. Aquele tinha sido um dia especialmente longo... além de ter tido um vai e vem no escritório, com idas ao aeroporto, banco e vários outros lugares, muitos documentos ainda me prenderam além do meu horário... assim, liguei o chuveiro e voltei para a cozinha... enchi uma taça de vinho e fui pro chuveiro... sentei no chão e deixei a água caindo... sei, sei... tem que economizar água, o planeta precisa de todos os recursos disponíveis, etc, etc, mas sinceramente... naquele dia... o planeta precisava que eu conseguisse me colocar de pé novamente.
Devo ter demorado uns 40 minutos no chuveiro e tomei todo o vinho... depois do banho e de lavar os cabelos, saí e me sequei... coloquei uma leve camisola florida e fui para a cozinha... preparei legumes no vapor e carne assada. Chic, né? Que nada... legume congelado que coloquei 3 minutos no microondas, a carne fiz no sábado e vou comendo um pedaço por noite. Kkkk. Jantei em frente ao computador dando uma olhada nas últimas notícias. Penteei os cabelos, escovando-os com vigor... senão ficam meio “amassados” de manhã, escovei os dentes, deitei, liguei a TV na minha série favorita e no final, ela desligou sozinha e dormi.

No meio da noite fui despertada por uma sensação... algo estranho... tentei ligar o abajur, mas não funcionou. Tenho que comprar lâmpadas amanhã cedo. Tentei puxa o edredon... não achei... então senti uma mão... grande, áspera, mas leve, com um toque delicado tocando meu rosto... “Shhhh... relaxe Delícia!” a voz era tão profunda, tão gostosa, o sussurro dito bem no meu ouvido me arrepiou inteira... não me mexi... a mão desceu acariciando meu pescoço, ombros, tocando a lateral de meus seios, a barriga, passou um só dedo no meu sexo e foi descendo, passou o limite da camisola e continuou descendo pelas coxas e pernas até o pé. Segurou um pé e massageou levemente... meu primeiro suspiro... uma língua tocou meus dedos, lambendo e sugando... depois começou a subir os dedos, chegando à bainha da camisola levantou junto com a passagem dos dedos, parando em meu sexo, já úmido... colocou um só dedo entre meu triângulo e logo encontrou meu botão do prazer... acariciando-o com habilidade... gemi... um gemido fundo de quem não era intimamente tocada por outra pessoa há quase um ano...
A outra mão acariciou meu rosto, passou de leve o polegar pelos lábios e pressionou ligeiramente para que eu os abrisse, lambi o polegar e os dedos foram para os seios, entrando diretamente dentro da camisola e colhendo o esquerdo direto na mão... tomando-o todo... e acariciando o mamilo com a saliva que eu havia deixado ali... meu gemido novamente foi profundo, mas contido.
Senti então seus cabelos em meu rosto... ele me cheirava... meus cabelos, pescoço, ombros, chegou ao seio desnudo e colocou a ponta da língua na ponta do mamilo intumescido. Gemi. Ele rodeou o mamilo com a língua, colocou os lábios em volta e sugou com força, desnudou o outro seio e passou a beliscar o outro mamilo e torcê-lo e penetrou um dedo em minha vagina... tudo ao mesmo tempo. Meu gemido foi alto e descontrolado.

“Shhh... delícia, ninguém pode nos ouvir” ele só tirou a boca de meu seio por tempo suficiente para sussurrar e voltou à sua tarefa, mas nesse pouco tempo senti novamente seu cabelo em meus seios... ele voltou com uma vontade redobrada e em segundos me fez alcançar o clímax... antes que minha respiração voltasse ao normal, não estava mais ali... procurei a casa, olhei portas e janelas... nada!
Voltei para a cama inconformada... ali, uma rosa branca e um bilhete...
Voltei para a cama inconformada... ali, uma rosa branca e um bilhete...
“A rosa branca significa a ausência de sentimentos... essa celebra sua última noite sem eles! Boa noite, Delícia! Beijos...
Seu Dono”
Meu dono? E com maiúscula??? Que atrevimento... só porque... só por- por-que... gemi... é... algumas vezes... e meio alto... e, bom... e gozei em seus dedos... e... bom, também não gritei... nem chamei a polícia... nem... Ai, céus! Sou uma louca, desvairada... acabei de ser violada... e ainda gostei! Idiota! Amanhã sem falta troco as chaves e está tudo acertado! Não consegui dormir novamente. Levantei um caco. Trabalhei, mas na volta trouxe o chaveiro comigo. Ele trocou as fechaduras, eu paguei e fui a minha rotina normal de deixar a casa arrumada, me banhar, vestir só uma camisola, comer, ler as noticias, ver TV... e me lembrei de trocar a lâmpada antes de dormir... quando olhei... ela estava só desatarraxada... estranho... atarraxei e dormi com ela acesa.
No meio da noite acordo de repente... no escuro. Sinto o edredon ser puxado de uma só vez. Uma mão me vira de bruços e sinto um joelho na dobra dos meus joelhos e uma mão sobre a minha boca, tapando-a...
No meio da noite acordo de repente... no escuro. Sinto o edredon ser puxado de uma só vez. Uma mão me vira de bruços e sinto um joelho na dobra dos meus joelhos e uma mão sobre a minha boca, tapando-a...

“Shhhhhh... menina levada...” a outra mão sobe a camisola, desnuda minha bundinha branca e dá um tapa... tento me debater, mas com o braço que segura minha mão exerce pressão sobre mim de modo a não consegui me mexer “Shhh... quieta!” parei “Isso, Delícia... você mereceu o tapa... quem mandou trocar a fechadura??” outros dois tapas “Quem deixou atarraxar a lâmpada??” mais 1, 2, 3, 4, 5 tapas bem dados... as lágrimas escorriam, mas não me mexi “Por que você jogou minha rosa no lixo, menina malvada?? Você precisa ser castigada por isso! Menina má!” enquanto falava, acariciava o lugar que tinha acabado de bater, me deixando arrepiada... assim que acabou de falar mais dois tapas em cada nádega. “Shhh... calma... agora acabou! Seu castigo foi suficiente...desde que nenhuma das 3 coisas aconteça de novo... entendido??” não me mexi... ele puxou mais a minha cabeça para trás encostando ainda mais o nariz em meu cabelo e foi esfregando o nariz e o rosto com uma leve barba no meu rosto até minha orelha, que mordeu de leve, lambeu... depois mordeu o lóbulo forte e gemi de dor “Ahhh... então ela fala... você não me respondeu! Estamos entendidos?” balancei afirmativamente a cabeça... “Se você descumprir nossos acordos será castigada... se cumprir... será docemente recompensada... entendido?” balancei a cabeça novamente.
Ele baixou meu rosto ao travesseiro e foi com seu rosto grudado em minha orelha, lambendo-a... ele tinha um cheiro gostoso, masculino, a barba feita de manhã pinicava, e o cabelo... agora tinha certeza que era comprido... roçava no meu rosto com cheiro de água marinha... “Não se mexa! Nem um músculo... entendido?” fiz que sim e ele colocou meu rosto de lado, virado para o lado oposto onde ele estava... levantou seu peso de mim e por um momento temi que ele tivesse ido embora... mas senti seu rosto, sua boca, sua língua em meu traseiro... beijando, lambendo arranhando, mordendo, abriu minhas nádegas com as duas mãos e lambeu meu buraquinho... gemi, tremi e me enrijeci de medo... ele parou... tirou as mãos... e eu esperei ele voltar relaxando... e esperei... e esperei... me virei, olhei no quarto escuro, levantei procurei em todo lugar... nada!
Só o que vi foi a mesma rosa de ontem, machucada pela forma como a joguei na lixeira do corredor pela manhã... ali, na minha mesa. Só a rosa. Nada mais. Me olhei no espelho e vi que ainda tinha a marca de seus dedos no meu rosto, ligeiramente rosada... de manhã teria desaparecido... mas a minha bunda estava muito, muito vermelha... de manhã? Nem tinha idéia! Fui pra cama de novo... deitei triste... me masturbei e dormi.

(O desconhecido continuará atacando!)
-Aysha - A Rainha da Vida e da Morte-
-Hope Subway -
-Aysha - A Rainha da Vida e da Morte-
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Marcas de Fogo:
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sexta-feira, 12 de novembro de 2010
-SONHOS DE MENINA MULHER-
Ser feliz!
Olhar o mundo de frente todos os dias!
Não ter que desviar o olhar por medo! Ser...
Heroína e principal atriz de sua própria vida!
Observar o amado, o amante, o Dono do teu coração, corpo e alma...
Servi-lo!
De um jeito simples ou complicado...
Esperando, adivinhando sua vontade!
Entoar sempre uma nova canção!
Não se deixando abater nem...
Iludir por falsos Mestres!
Iludir por falsos Mestres!
Nunca dormir sobre sua dor...
Antes, superando-a!
Mirar a vida de forma a se perceber
Única, sensível, sensual, deliciosa...
Linda e atraente para o
Linda e atraente para o
Homem que mantém sua vida “vivenciável”!
Estar sempre ao seu lado...
Reconhecendo-o a cada passo do caminho!!
Beijos Carinhosos...
HOPE SUBWAY
segunda-feira, 21 de junho de 2010
-COISAS MORNAS-
"Sempre desprezei as coisas mornas, as coisas que não provocam ódio nem paixão, as coisas definidas como mais ou menos, um filme mais ou menos ,um livro mais ou menos.
Tudo perda de tempo.
Viver tem que ser perturbador, é preciso que nossos anjos e demônios sejam despertados, e com eles sua raiva, seu orgulho, seu asco, sua adoraçao ou seu desprezo.
O que não faz você mover um músculo, o que não faz você estremecer, suar, desatinar, não merece fazer parte da sua biografia."
(trecho do livro O Divã)
Martha Medeiros
Tudo perda de tempo.
Viver tem que ser perturbador, é preciso que nossos anjos e demônios sejam despertados, e com eles sua raiva, seu orgulho, seu asco, sua adoraçao ou seu desprezo.
O que não faz você mover um músculo, o que não faz você estremecer, suar, desatinar, não merece fazer parte da sua biografia."
(trecho do livro O Divã)
Martha Medeiros
domingo, 21 de fevereiro de 2010
-METADE... OSWALDO MONTENEGRO-
EDESLIGUE O SOM DO BLOG AQUI DO LADO!
Que a morte de tudo em que acredito
Não me tape os ouvidos e a boca
Porque metade de mim é o que eu grito
Mas a outra metade é silêncio.
Não me tape os ouvidos e a boca
Porque metade de mim é o que eu grito
Mas a outra metade é silêncio.
Que a arte nos aponte uma resposta
Mesmo que ela não saiba
E que ninguém a tente complicar
Porque é preciso simplicidade para fazê-la florescer
Porque metade de mim é a platéia
A outra metade é a canção.
E que a minha loucura seja perdoada
Porque metade de mim é amor
E a outra metade também.
Mesmo que ela não saiba
E que ninguém a tente complicar
Porque é preciso simplicidade para fazê-la florescer
Porque metade de mim é a platéia
A outra metade é a canção.
E que a minha loucura seja perdoada
Porque metade de mim é amor
E a outra metade também.
Um grande beijo...
sábado, 20 de fevereiro de 2010
-FELICIDADE-
Muitas pessoas têm uma idéia equivocada daquilo que constitui a verdadeira felicidade. Ela não é alcançada através da auto-satisfação, mas pela fidelidade a um propósito digno.
- Hellen Keller -
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Poesia,
Reflexões
O NASCIMENTO DO PRAZER...
O prazer nascendo dói tanto no peito que se prefere sentir a habituada dor ao insólito prazer.
A alegria verdadeira não tem explicação possível, não tem a possibilidade de ser compreendida – e se parece com o início de uma perdição irrecuperável.
Esse fundir-se total é insuportavelmente bom – como se a morte fosse o nosso bem maior e final, só que não é a morte, é a vida incomensurável que chega a se parecer com a grandeza da morte.
Deve-se deixar inundar pela alegria aos poucos – pois é a vida nascendo.
E quem não tiver força, que antes cubra cada nervo com uma película protetora, com uma película de morte para poder tolerar a vida.
Essa película pode consistir em qualquer ato formal protetor, em qualquer silêncio ou em várias palavras sem sentido.
Pois o prazer não é de se brincar com ele.
Ele é nós.
(Clarice Lispector)
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
-SILÊNCIO-
Cuide para que teu silêncio
Não te traga marcas
Que emudeça a alma
Calando tão belos momentos
Tenha sempre em mente
Que nunca ter sido lembrado
É melhor que esquecido totalmente
Quando se foi tão amado...
Silenciar é uma arte
Que instiga reflexão
............................É ensurdecedor!!!!!!"
(Rose Felliciano)
(postado por Hope)
Não te traga marcas
Que emudeça a alma
Calando tão belos momentos
Tenha sempre em mente

Que nunca ter sido lembrado
É melhor que esquecido totalmente
Quando se foi tão amado...
Silenciar é uma arte
Que instiga reflexão
Tal qual palavras de sabedoria,
O silêncio provoca uma ação.
Quem trouxe um dia a poesia,
Poderá destruir um coração????
Cuide para que teu silêncio de agora
Não se transforme depois
Em grandes e tristes ecos de dor....
Pois Jamais haverá vitória,
Na derrota do Amor....
Seja sábio ao silenciar
Pois poderá escutar, esses brados do tempo:
- Minha voz é calma e suave...
Mas não queira ouvir o meu silêncio...............................É ensurdecedor!!!!!!"
(Rose Felliciano)
(postado por Hope)
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segunda-feira, 8 de junho de 2009
-GAIA=UNIVERSO=DONO-
que me encerro neste quarto e me permito
todas as divagações, as fantasias,
obsessões, perseguições, todos os dias.
Você sabe que eu me viro de inventos,
que eu me reparto e dou crias,
que eu mal me resolvo e me aguento,
mas carrego pedras no bolso...
E enfrento ventanias!
Você sabe como eu sou desorientada
raciocino pelo instinto e cometo
fugas de túnel de ladra de galeria.
Mas que também, percorro superfícies
em que você escorregaria!
Mas você sabe como eu sou de subsolos,
como eu sou de submundos,
subterrãneos, de sub-reptícias folias.
As vezes meio de circo, meio de farsa,
ervas, panfletos, fluídos, presságios,
quebrantos, jeitos, gírias, reviras
de sensações e cismas, filosofias.
De como eu sou de estradas, andanças,
viagens, amizades, curtições,
pressentimentos, atmosférica e vadia.
Sou gata da noite, de crises, guitarras, ouros,
danças e circunstâncias.
Mas de lealdade, amizade, honradez,
Eu sobrevivo!... de paixão e de anarquia.
Mas de lealdade, amizade, honradez,
de vinho azedo e companhia.
todas as formas e sintonias
e enfrento esse aperto, essas normas,
forças, pressões, imposições, o poderio,
os intervalos, o silêncio da maioria.
mesmo quando a intenção silencia!
A todo custo, a toda faca, a todo risco...Você sabe de toda minha luta,
A todo custo, a toda faca, a todo risco...Você sabe de toda minha luta,
Que eu não cedo, não desisto,
Eu sobrevivo!... de paixão e de anarquia.
Você sabe bem de minha fraude!
Você conhece as minhas alquimias!
Você sabe de minhas certezas,
E daqueles que me perseguem...
Você sabe do meu amor submisso e incondicional...
Ao Dono!
Único!
E verdadeiro!
Você sabe que sou Hope...
Honesta onde todos se esconderiam...
Obstinada mas oscilante...
Pé no chão... sonhos no lugar...
E sempre um dedinho mais perto do Dono!
Sua... Sempre sua!
{hope}_
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