"Sempre desprezei as coisas mornas, as coisas que não provocam ódio nem paixão, as coisas definidas como mais ou menos, um filme mais ou menos ,um livro mais ou menos.

Tudo perda de tempo. Viver tem que ser perturbador, é preciso que nossos anjos e demônios sejam despertados, e com eles sua raiva, seu orgulho, seu asco, sua adoração ou seu desprezo. O que não faz você mover um músculo, o que não faz você estremecer, suar, desatinar, não merece fazer parte da sua biografia."



- Martha Medeiros -

Meus Blog’s!

Mostrando postagens com marcador Herr Folterknecht - O Sádico. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Herr Folterknecht - O Sádico. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 22 de abril de 2011

- A VOLTA DO SR CARRASCO -




Hope sai de casa totalmente destrambelhada, cheia de medos, idéias e expectativas, entra no carro e vai o caminho todo pensando que se um guarda resolve parar seu carro naquele dia ia ser difícil de explicar as “roupitchas” que vestia. Uma calcinha de tule e renda branca, amarrada só com uma fita fininha de cada lado, um sutian também de tule e renda branco, também amarrado com fita nas costas e no pescoço, luvas até o cotovelo de tule branco com renda nas pontas e com strass no entrededo que segurava a luva entre os dedos indicador e médio, um rabinho em forma de pompom na parte de trás da calcinha, gravatinha borboleta e as orelhas de Coelhinha da Playboy dobradas no bolso do casaco. Cabelo preso em trança embutida, como ele gostava, com flores brancas em cada nó da trança, scarpin de 15 cm branco, bico fino, meia arrastão 7/8 branca com cinta liga de renda branca. Ela realmente estava um estouro! Por cima de toda essa produção ela colocou um casaco de inverno que ia até o meio da canela, preto e fechou.
Dentro do carro apalpou os bolsos, os dois frascos num bolso, e as algemas no outro e o coração batendo a mil!
Finalmente, depois de tantos anos ia ver aquele que foi seu amor de infância e adolescência... Sr Carrasco! Estava pronta! Para TUDO!
Parou o carro que “foi sozinho” para o endereço... desceu, trancou, olhou para os dois lados da rua para conferir se estava tudo ok, atravessou a rua e entrou no prédio, onde deu de cara com um zelador senhorzinho, e simpático “Boa noite, sr! Meu nome é Hope e vim ver o sr Carrasco do 2B... o sr pode me anunciar?” o senhorzinho pegou o interfone, discou e anunciou, logo depois levantou e foi chamar o elevador. Quando chegou fez questão de esperar a moça entrar e olha-la bem de perto, com tanta fascinação que parecia nunca ter visto nada nem ninguém parecido “A sra permite que eu diga que parece um anjo?” a moça sorri discretamente e nada comenta... as portas do elevador se fecham e ela apalpa novamente as orelhas, as algemas e os frascos, imaginando o quanto aquele homem estava  errado! De anjo só tinha a aparência, realçada por uma pintura corporal com gliter que tinha gosto e cheiro de algodão doce. Ela estava definitivamente COMESTÍVEL!
O elevador pára no segundo andar e ela marcha com segurança para o apartamento... qualquer um que olhasse de fora diria que o corpo curvilíneo acompanhava o olhar de gata e o andar sensual. Inclusive seu Dono, que sabia que ali estava e tinha concordado com ela.
Ela bate levemente na porta, só com as unhas. A porta se abre. Ele de terno azul marinho, como de costume... mas... o executivo bem sucedido tinha cedido lugar a... colarinho desabotoado, gravata frouxa, paletó e cabelos em desalinho, além de uma barba de um dia por fazer. Via-se que tinha acabado de chegar do serviço “Não vai me convidar a entrar?” diz ela com voz felina e doce. Enquanto ela analisava sua aparência lastimável, ele também analisava sua aparência impecável de anjo. Ela dá um passo à frente e ele abre passagem automaticamente. Ao passar por ele, ela fecha sua boca aberta, de onde quase pingava baba e vai logo olhando para o apartamento desarrumado, com sapatos nos cantos, meias no chão, um terno jogado no canto, todo amassado... “Hummm... bem organizado, você!”.
Ele olha em volta e começa a pegar roupas e objetos daqui e colocar ali, e no final a bagunça é igual, senão maior! Ela ri baixinho e pigarreia... ele olha para ela... ao abrir a boca para falar já perde a fala... ela vai desabotoando o casaco... depois tira o nó do cinto e lentamente abre... mostrando sua tão primorosa preparação... o casaco escorrega pelos ombros e braços e jaz no chão... testemunha muda do medo que ela sente dentro dela... está a ponto de cutucar uma fera com vara curta... mas o medo não se apodera dela “Lembro de que você gostava quando eu vestia branco... e quando fazia trança...” vira-se nesse momento passando uma mão pela trança e a outra pelas nádegas totalmente à vista em meio ao tule e à renda branca. Logo vira-se novamente e com as duas mãos percorre o próprio corpo, desde os seios à mostra através do tule, a barriga descoberta, com um piercing de pressão, e a calcinha, que ele percebe que tem uma fenda bem no meio do tule, escondida entre rendas... mais abaixo a cinta e a liga, chegando a uma meia arrastão 7/8 que termina num lindo par de scarpin, ponta fina branco de uns 15 cms de altura! Lindíssima! E para completar, aquela pintura corporal que a deixava ainda mais branca, com um ar etéreo e brilhante ao mesmo tempo! Só faltavam asas para ser um anjo! “Linda!” ela sorri novamente, aquele sorriso manhoso de gato ronronando “Só isso?? Para um juiz tão bem colocado e com uma prédiga tão profunda e tão comentada... ficou meio... sem palavras... de repente??”

Ele se aproxima e sem cuidado algum, como um homem faminto passa as mãos por seu corpo desordenadamente, querendo tomar tudo ao mesmo tempo e sem saber por onde começar. Aproxima a boca para um beijo que é desviado enviando-lhe diretamente ao pescoço que é firmemente marcado sem aviso prévio, como se ele ‘demarcasse território’ “Calma, querido... temos a noite toda!” então ela segura sua gravata e vai puxando-o por ela até chegar no quarto “Que bagunça... tenho uma idéia... por que isso tudo não vai para o chão?” nisso joga tudo que havia sobre a cama em meio ao edredon no chão no canto do quarto. Olha o lençol com ar duvidoso mas acaba por tentar dizer a si mesma que ele era bege, e não branco sujo!
Com calma ela  fica de 4 sobre a cama, balançando felinamente um pompom redondinho na bundinha que só agora ele tinha visto, junta os travesseiros no meio da cama e vira-se para ele “Dispa-se delícia! Eu já volto! Esqueci uma coisa no casaco...” ela sai pela porta e ele não perde tempo... se despe totalmente, sem sabotoar os botões da camisa, arrancando pela cabeça e jogando o paletó no chão, junto com calças, camisa, gravata, meias, sapatos e cueca, tudo num monte desordenado no meio do já desordenado quarto. Corre e deita-se na cama, onde ela arrumou os travesseiros. Ela entra com um par de orelhinhas de coelho... “É isso... o rabinho é de coelha... a gravatinha borboleta... Coelha da Playboy! Que tesão... sempre quis transar com a Miss Março!” ela sorri indulgentemente “Abril, amor... a Páscoa está sendo em Abril, querido! e eu não sei se as Coelhinhas da Playboy curtem esses brinquedinhos”... então mostra os dois frascos e por último as algemas “Uoooouu... que tesão Hope! Eu vou te algemar! Caralho, que delícia! Vem cá tesão que vou te comer, lamber e chupar até você pedir BIS! Entendeu o trocadilho?? Páscoa=chocolate=BIS! Hum? Hum? O que achou??” ela sorriu silenciosamente “Muito inteligente, querido...” para uma criança de 5 anos, disse para si mesma!
“Mas primeiro... você não disse no Blog que ia me lamber até tirar meu mel todinho e fazer jorrar na sua cara??? Ahhh amooorr... Eu querooo!!! Para isso eu trouxe isso...” abre um frasco e deita-se virada para os pés da cama, de pernas abertas, mete o dedo no pote e depois pela fresta da calcinha, dentro da menina... e mais uma vez... deixando-a bem aberta para ele ver... ele olha lá dentro com cara de nojo... “Que merda é essa???” ela sorri pois já sabia qual seria sua reação... “Chocolate branco, delícia! Ainda é o seu preferido, né??” pergunta com ar inocente. Ele chega perto e cheira... chocolate branco naquela mulher com cheiro de algodão doce! Delícia! Já vai logo metendo a boca! E sem nenhum cuidado, como um homem esfomeado, em três linguadas acaba com o chocolate... “Tem mais?” levanta o rosto meio sujo de chocolate “Claro, meu bem!” mete o dedo mais três vezes no pote e coloca tudo na menina, ele pega o pote e lambe o resto direto do pote, depois abaixa e começa a lamber... mais umas quatro ou cinco vezes, antes de acabar o chocolate... e ela se contorce e... goza??
“Ai, amor que delícia!” ela fala, acariciando os cabelos loiros meio grisalhos... “Mas eu queria que você fizesse como da última vez em que estivemos juntos...” ele pára... o sorriso morre em seus lábios.... ele gela até os ossos... “Que foi querido??? Por que você acha que eu tenho um Dono agora? Essa coisa de BDSM? É porque eu adorei que você me dopasse e me estuprasse enquanto eu dormia, me deixando toda gozada, melada, e ensanguentada no Motel... só não gostei da parte em que eu tive que pagar o quarto e voltar de ônibus pra casa!” ela fala com um sorriso amplo e digno de um Oscar! E ele cai!
Ela prende um lado da algema na pilastra da cama e faz como se não conseguisse prender a outra em seus pulsos... ele chega perto e ZAPT! Algema presa no pulso dele! “O que é isso?” ele pergunta incrédulo... “Perai... vou buscar a chave!” levanta e sai.
Quem entra no quarto é um homem... com outro par de algemas que em 3 segundos estão nos pulsos e pilastra do outro lado da cama, deixando sr Carrasco ‘de cara’ para os travesseiros. “Você embebedou um anjo que é esta mulher... e estuprou-a das piores formas possíveis... depois abandonou-a nua, com as roupas rasgadas e sem calcinha, num Motel barato, suja da sua porra, ensanguentada, sem saber se estava grávida, se tinha adquirido alguma DST ou até mesmo AIDS, foi embora e ainda por cima fez com que ela pagasse o Motel e voltasse para casa de ônibus!” o sr Carrasco continua se debatendo... “Quem é você seu palhaço? Como entrou aqui?” ele ouve uma risada sarcástica “Eu? Seu algoz! Seu juri! Seu juiz! Seu CARRASCO e seu executor!”
O homem na cama treme... o homem em pé continua a falar “Você é acusado de Estupro Qualificado Consumado, segundo o Código Penal, artigo 213, parágrafo único... como você se declara??” o homem pergunta com voz calma colocando um pé coberto pelo sapato preto sobre a nádega do outro e empurrando-o para a cama “Inocente, claro! Eu sou um juiz renomado... isso não vai passar em branco, meu camaradinha...” diz o homem desdenhosamente “Resposta errada sr Juiz! Se o sr tivesse se declarado culpado e demonstrado algum tipo de arrependimento, eu seria menos severo, mas...” o sr Carrasco o interrompe com voz de quem está acostumado a dar... e não a receber ordens “Cala boca energúmeno... se me soltar imediatamente só te dou uma pena leve... pra você e para aquela vadia!”
O homem em pé pára... “Se você tratar minha mulher dessa forma novamente, serei extremamente mais vigoroso ao aplicar sua punição!” o homem amarrado se debate “E quem lhe dá o direito de ser meu juiz?” o outro ri “O Grande Oriente...” e tira do bolso um esquadro de ferro, uma régua também de metal e um compasso... o outro homem pára e observa os objetos em silêncio... “Mas você não pode... eu tenho um grau...” o outro ri abertamente “Pode me chamar de Príncipe do Real Segredo... Tá bom pra você?? Juizinho???” o juiz se remexe suando em bicas... “O Código Penal prevê para você, Juiz, de 6 a 10 anos de reclusão...” ele é interrompido “Mas só se eu for condenado, seu idiota, e eu nunca vou ser condenado!” agora é a vez do homem de negro rir “Você não entendeu... EU sou seu juiz, seu, juri, seu carrasco, seu executor... eu sou seu algoz e sob as minhas mãos está a sua condenação... Juiz! E EU, Príncipe do Real Segredo, o julgo CULPADO do crime de Estupro Qualificado Consumado! Mas a pena não será a descrita no Código Penal, não! Se são de 6 a 10 anos de reclusão! Eu o condeno a cumprir EXATAMENTE o mesmo crime que cometeu! Ou seja... o Sr Juiz será ESTUPRADO durante 6 a 10 horas! E eu serei o executor e o carrasco da pena!”
O homem algemado treme de medo! “Mas não farei isso sozinho, para que depois você não venha ao G.O. dizer que foi injustiçado...” das laterais do quarto saem dois homens, que pelo jeito ali estavam desde o começo e que ele reconhece como seus superiores. “Estes dois senhores acompanharão a aplicação da pena, para que tenham a certeza de que não ultrapasse certos limites humanos... limites estes que foram ultrapassados pelo sr, no ato do estupro... mas que EU não ultrapassarei!” nisso ele tira uma ball gag de uma sacola e um rolo de corda preta... “O sr tem mais alguma coisa a dizer, sr Carrasco?” o homem algemado fica confuso, gagueja e não sai nada inteligível...
“Foi o que pensei!” coloca a ball gag na boca do homem, e a seguir em poucos minutos amarra com a corda preta as duas pernas do homem de maneira que ele fique de joelhos. Coloca sobre o lençol o esquadro a régua e o compasso de metal, tira a camisa e a calça e chama “Vem cá, meu bem!” nisso entra Hope de banho tomado e coberta por um roupão de seda vermelho... “Chupa, meu bem! Preciso ficar duro... e só você pode fazer isso por mim!” ela se ajoelha no chão, senta-se de ladinho deixando as coxas a mostra e toma o pênis nas mãos... acaricia, olhando para o homem “O que sou seu, Hope?” ela sorri “Meu amor, meu Dono, meu amanhecer e meu anoitecer... meu tudo!” abocanha o pênis e o Dono relaxa, de olhos fechados, com o rosto virado para o teto, preso no prazer que só ela lhe faria sentir. Então com seu pênis completamnte duro, ela coloca a camisinha e o Dono mira... e mete! O outro se contorce... chora... baba... mas os ruídos são baixos... O Dono continua metendo, devagar, sem pressa, afinal ele terá as próximas horas para cumprir a sentença... não precisa ter pressa...
Enquanto a sentença se cumpre ele beija a mulher, acaricia seus seios, ela fala-lhe coisas doces e amorosas ao ouvido e ele responde da mesma forma... até que depois das primeiras 6 horas de estupro o homem pára... “A pena mínima foi cumprida em prisão... o restante será em relativa liberdade...” pega a régua de aço e enfia no ânus do homem, seguida do esquadro e logo depois do compasso.
Durante as 6 horas, não gozou uma única vez, mas trocou a camisinha algumas vezes para não se sujar no sangue e nas fezes. Naquele momento levantou-se e foi banhar-se, abandonando o homem sendo observado pelos outros.
Voltou a seguir, banhado e cheiroso, seguido de sua mulher e um edredon rosa limpo, que foi colocado no chão, ao lado da cama, onde o outro pudesse ver... ela se ajoelhou e tirou o roupão, ficando totalmente nua e mostrando sua pele sedosa e branca e seus longos cabelos loiros... e nada mais. Ele se ajoelha ao seu lado e consome sua boca num beijo ardente, mas tranquilo, como se o mundo não existisse... só os dois! Ambos vão se tocando, se acariciando, se masturbando e os gemidos vão sendo soltos pela noite... numa orquestra de instrumentos bem afinados, onde a cada toque das mãos experientes do Dono, a mulher gemesse, se incendiasse e incendiasse seu Dono... o calor entre eles vai aumentando, e como tochas incandescentes vão se consumindo e consumindo um ao outro, numa chama reluzente de paixão que culmina numa supernova de jorros, gritos, gemidos, sussurros e prazer!
Ela, exausta, se deita sob o edredon e o peito de seu Dono... ele olha o homem na cama... “Você olhou bem?? Isso que você viu... você nunca vai ter!” os quatros se levantam, pegam o edredon rosa e saem do quarto... e o homem na cama nunca mais volta a vê-los!
Como ele se soltou? Como foi encontrado? Será que alguém encontrou?
Não sei! E... se alguém souber... não precisa me avisar!

- Herr Folterknecht - O Sádico -
- Hope Subway -


sábado, 5 de março de 2011

- DE VOLTA AOS BRACOS DE LORD K - (Parte Final)


Novamente confusa "Mestre?" meus olhos inocentes sem entender o significado das duras palavras “DE PÉ!    E CABEÇA BAIXA!” com dificuldade levanto-me e mantenho o olhar em seus sapatos negros engraxados...  ele começa a andar a minha volta... olhando para meu corpo... “Responda... as pessoas lhe chamam de gostosa?” me remexo envergonhada "Sim, mestre!" ele continua me rodeando “Aposto que muitos adorariam ter a chance de provar esse corpo...” com o olhar confuso “Nao sei, milord!" ele me olha nos olhos “Quer descobrir então?... cuidado com sua resposta...” mais confusão "Ahhh... s-sim... n-não..... n-não sei milord!" ele abre um sorriso e vai até uma estante, retira uma câmera de vídeo, cabos e vai montando a câmera de frente para mim "Milord??" sem me olhar ele responde “Vamos descobrir se as pessoas querem te provar... quando eu disser "ação", você diz "Se você gostou de mim, ligue para o número a seguir para provar minha carne"... ENTENDEU?” Então aponta a câmera em minha direção "Mi-milord?? e-eu não posso fazer isso!" falo balançando a cabeça em negativa “Você o que?” ele pergunta com uma voz metálica de quem não gosta nada de ser questionado
"S-sim milord!" eu penso que tudo não pode passar de uma brincadeira e resolvo me submeter só para não apanhar... pois os olhos do Lord estão frios como gelo, assim como sua voz... “Muito bem...” ele aperta alguns botões, ajusta o foco e avisa “Agora podemos continuar!” com a câmera ainda apontada em minha direção ele caminha até mim... meu corpo nu treme com a expectativa... com força, ele pega meus braços e levanta até o alto... onde ele os prende em algumas correntes... puxo as correntes tentando soltar-me... em vão... ele vai até um botão na parede e faz as correntes subirem... “Ahhhh.... ohhhh...” gemo de dor conforme meu corpo é esticado contra a parede... então ele empurra um aparelho em minha direção... ele apóia ali o meu corpo, deixando minhas pernas abertas e soltas pelo ar... prende amarras em minhas pernas... “Ohh Lord... por favor....” ele sorri “Isso é por sua desobediência!” coloca uma espécie de pregador nos bicos dos meus seios, mas que possuem fios ligados a eles... “Ohhhhhhhhh...” ele me olha...

“Você sabe o que é isso?” eu tremo de desejo e medo "Nao, Lord.... o que é??" ele percebe minha curiosidade mas também meu desejo “Uma máquina de choque, minha delícia!” fico confusa, com medo e com muito dessejo “Milorrrdd.... não... por favorrrrr...” ele continua falando como se eu não o tivesse interrompido “Mas não é uma máquina qualquer...” enquanto fala, ele tira a camisa de seda preta, o cinto, sapatos e meias, ficando apenas com a calça... olho para seu corpo  ao mesmo tempo com veneração por aquele corpo lindo e delicioso e com uma pitada de pânico por não saber o que acontecerá com aqueles fios... como se lesse meus pensamentos ele continua falando “Essa máquina só dispara ao som de seus gemidos... então, aprenda que meu prazer tem um preço...” deixa a calça cair, revelando o membro já rígido "Milord??" como assim, eu penso?? se eu gemer recebo um choque?? que meleca é essa?? meus olhos arregalados pela beleza masculina a minha frente e com meus sentidos totalmente confusos "Que preço milord??" falo com os lábios úmidos pelo desejo... ele se aproxima de minhas pernas abertas, se abaixa entre elas... imediatamente eu prevejo a penetração daquele membro enorme e duro em minha menina e involuntariamente solto um gemido leve pela excitação... e em resposta ao meu gemido, uma corrente elétrica passa por todo meu corpo... mas de leve... como se fosse proporcional ao meu gemido... fico sem palavras... em silêncio, pelo susto “Acho que você descobriu como funciona!”

As palavras voltam aos meus lábios “Oh! o que é isso?? Oh céus! Isso dói!" ele ri “Esse é o preço...” e passa a língua de leve por meus lábios... "Ohhhhh..." outro gemido suave... outro choque que percorre todo o meu corpo suavemente... “Pelo seu prazer! A cada momento de prazer, um choque... e quanto mais profundo e gostoso for este momento de prazer, maior será o choque... se gemer por pouco tempo... o choque é curto, se for por longo tempo, o choque também será longo... os choques não são contínuos, mas a cada gemido diferente ele muda de itensidade”.
Ele começa a orquestrar um sexo oral maravilhoso, usando a língua das mais diferentes formas... eu mordo o lábio com força... tentando mante-los juntos e não soltar nem um ruído... ele aperta a língua contra meu clitores, chupa os lábios, enfia sua língua em minha entrada, suga seu mel... rodopia a língua em todas as direções... o corpo todo treme de prazer... mas os lábios ainda apertados só deixam escapar lágrimas dos olhos... ele desce até o ânus, onde passa de leve sobre minha entrada, me deixando toda arrepiada! O corpo sente um arrepio e ao mesmo tempo tem uma contração espontânea que libera os lábios e um leve gemido é liberado por entre eles... um choque leve mas firme percorre todo o meu corpo... desde os mamilos até os dedos dos pés, o que, graças aos céus, me emudece!

Ele volta até meus lábios, me beija e vai descendo pelo pescoço, seios, barriga e vai mordiscando de leve todo meu corpo... não consigo segurar o gemido e outro choque... mais intenso, dessa vez, me percorre pelo corpo... então sinto algo me penetrar... algo rígido que vibra em um ritmo alucinante... "Ohhhhh!" um gemido forte escapa de meus lábios.... ao mesmo tempo em que o corpo sente o choque... duro, dessa vez... tremo de dor e as lágrimas correm de meus olhos. O aparelho entra e sai... mordo meus lábios com força renovada... e ele aperta o aparelho contra meu botãozinho do prazer... mordo meus lábios quase ao ponto de arrancar sangue deles... mas o prazer é tão grande que o gemido é inevitável! Ao mesmo tempo que sinto a força do novo choque, sinto o prazer imenso percorrendo meu corpo e o orgasmo me consumindo.
Entre gemidos de prazer e choques... olho em seus olhos de whisky... e completamente confusa vejo frieza... e prazer! Eles são prazer puro... ele desliga o aparelho e arranca os prendedores de meus seios... então abro os lábios e um fino fio de sangue corre pelo canto, mostra do esforço inútil para não gemer... ele aproxima de meu rosto e o limpa com delicadeza "Ohhh Milord!" deixando um doce beijo em meus lábios “Esse é o preço... para que eu tenha meu prazer, eu preciso de seu medo, de seus desejos, de sua vontade e de sua entrega e submissão aos meus desejos... sejam eles quais forem... essa foi a troca que fez ao me procurar por vontade própria!” ele passa a mão em seus seios... e aperta-os com força "Ohhh... milord!" sinto ao mesmo tempo o prazer da mão hábil e a dor do toque num lugar sensivel... vai descendo a mão até minha menina e penetra-a com habilidade arrancando gemidos de mim "Ohhh... sim milord!" então se posiciona a minha frente e encosta seu membro duro e quente na entrada de minha menina melada pelos outros orgasmos... e ali vai penetrando... sem cerimônias, como se meu corpo lhe pertencesse e como se este fosse seu direito, seu desejo e meu desejo... e meu corpo, traidor, reaje como ele esperava, abrindo-se e soltando gemidos loucos e sem sentido "Ohhh... sim milord....... simmmm!" ele começa a penetrar com força, segurando minhas mãos e pernas...


Nesse momento começo a sentir mãos sobre meu corpo, acariciando-me, tocando-me, despertando meu prazer intensamente... uma... duas... três... quatro... cinco... abro os olhos espantada "Oh?? O que é isso?" olho em minha volta e vejo pessoas ao meu redor... elas me apalpam... me tocam... como se tivessem sede de mim... como se não pudessem manter as mãos afastadas... algumas se masturbam... homens e mulheres... o prazer toma conta de mim... um desejo pelo exibicionismo... um prazer de ser tocada por tantas pessoas... uma reação de estar burlando as regras... mas ao mesmo tempo o medo de ser abandonada... “Oh milord??" procuro em meio aos intrusos os olhos que tanto desejo ver...
Ele continua a abater sua presa, com os olhos de um predador que fez uma vítima... mas ele só olha para mim... e vai metendo cada vez com mais força... batendo em minhas pernas enquanto soca com força... apesar de ter muitas pessoas, elas apenas se limitam a encostar em mim, me tocar, acariciar, algumas apertam meus seios, mas muito brevemente, nenhuma sequer chega perto de algo mais íntimo como uma penetração ou um fisting... gemo... mesmo sem querer... mesmo sem saber se meu prazer vem daquele amado membro entre minhas dobras úmidas ou das diversas mãos que acariciam, apertam, apalpam, puxam o bico de meus seios... sinto o membro de meu Lord cada vez mais quente e mais grosso... e as pessoas continuam a brincar comigo, sinto algumas chupando meus seios, algumas mulheres esfregam os seios em meu rosto... de repente todas as pessoas se afastam e sinto jorros quentes atingindo todo meu corpo, como se fossem várias chuvas... olho para os lados confusa... "O que é isso??? Como é possível?" com a voz ofegante... ”São pessoas que atenderam ao seu vídeo... todas elas olham para você... todas elas são conhecidas minhas... e respeitando algumas regras, deixei que provassem um pouco de você... Ela não é mesmo gostosa?” Fala para um grupo, enquando mexe em meus lábios... “Ela só precisava aprender uma lição, que a palavra não é proibida aqui...” continua acariciando-me "Sim, Milord!" alguns dão risadas... e começam a sair... olho com olhos confusos, lágrimas... “Vai parecer ruim no começo, mas você vai aprender a gostar... agora venha, vamos relembrar daquele banho?”
Ele desfaz as amarras, as correntes, me põe em seus braços, e caminha até o conhecido banheiro onde toda a história começou...

- Herr Folterknecht - O Sádico -
- Hope Subway -

sexta-feira, 4 de março de 2011

- DE VOLTA AOS BRACOS DE LORD K - (Parte Inicial)


São Paulo. A cidade que nunca pára! Ou a cidade que nunca anda... principalmente no horário de rush na sexta feira! Para se avançar a distância de meio carro... meia hora! Que absurdo! “Nesse passo só chego em casa na sexta feira santa... isso porque ainda falta muito pro carnaval! Puxa... com o tempo que vou demorar para chegar em casa eu podia... tomar um banho de espuma... uma taça de vinho numa boa companhia... fazer sexo arrebatador! Ai Cristal, o que você está pensando?? Você não tem banheira, nem vinho, nem companhia... nem bateria para o vibrador! Se liga!”
Depeche Mode no som do carro... chuva caindo que dá gosto! “Vai até lavar o carro!... Ai! Como eu queria estar nos braços de meu Lord!” o pensamento vai entrando aos poucos no cérebro cansado da loira Cristal... “Mas espera! O tempo que vou demorar aqui, quase dá para chegar lá... na casa dele! E ele disse que a cama dele sempre estaria disponível numa noite de chuva!!Aiiii...” Olho para o outro lado da via... vazio! Então não penso mais. Atravesso por cima do canteiro... pego a mão oposta e me dirijo à casa de Lord K.
Logo na entrada da cidade sou recebida por um temporal inesperado.. a água vem de todos os lados, descendo dos morros em volta e trazendo consigo objetos, pedaços de árvores, e muita, mas muita terra mesmo... logo o motor do carro morre. Tento religá-lo uma, duas, três vezes, mas ele não pega. “Ai céus... deve ter molhado alguma coisa aí dentro!” então tento abrir a porta e não consigo... abro a janela e vejo que a água já está cobrindo metade da porta por todos os lados... o carro, levado pela correnteza, começa a deslizar à deriva... tento sair pela janela do carro, mas uma verdadeira avalanche de terra, lixo e entulho, não só me empurram para dentro, como invadem o carro, assim, fecho as janelas para minimizar o dano... mesmo assim tem uns 5 ou 6 dedos de sujeira no chão do carro... mais entra pelo vão da porta e estou coberta de detritos!
“Ai céus! O que é que eu faço??” Na mesma hora uma luz se acende em minha mente embotada e me lembro de ligar para ele... marreto os números no celular e espero que ele atenda!
“O que houve cadela?” a voz preocupada, profunda, quente e harmoniosa do outro lado me tira a voz... “Cristal! Fala!” recupero a voz e explico o que fiz e onde imagino que estou... falando sobre as condições do carro e que a água continua subindo... “Espera! Fica quieta aí dentro que eu já vou!” o telefone emudece e fico sozinha, no carro que se move a deriva, entrando água imunda, e chorando... depois de toda uma eternidade ouço barulho no vidro traseiro do carro, algumas batidinhas “Cubra o rosto... vou quebrar este vidro para tira-la daí!” a voz grave e profunda me acalma imediatamente... ele quebra o vidro, sabe-se deus com que... e me puxa pela lama, tirando-me do carro, pega-me no colo...

Acordo nua... no já conhecido banheiro, olho para o espelho para ver se ainda estão ali as marcas de batom... na já conhecida banheira... submersa em água com cheiro de chocolate, numa banheira borbulhante, com as mãos mais deliciosas do mundo sob meu corpo... “Ahhh... Que sensação...”
Acordo nua, limpa, com cheiro de velas... olho a minha volta... as velas estão sobre todas as superfícies visíveis... diferentes aromas que são liberados pelas velas enchem o amplo quarto... estou numa cama enorme com quatro colunas de madeira e um lindo dossel em azul, combinando com a colcha que cobre parte de meu corpo... observo todo o quarto com suas luzes e escuridões formadas pela bruxuleante luz das velas... e num canto escuro vejo a silueta dele... sentado em uma poltrona, com o rosto sob a mão me observando. Não consigo enxergar seu rosto, nem seu olhar, mas sei que é ele!
Me mexo na cama e ele também se mexe, e mesmo na escuridão me deparo com seus olhos de whisky presos em meu corpo nu... e eu não sei se está feliz ou não em me ver... mas... foi um convite o que me deixou da última vez, não foi? “Milord... obrigada por me resgatar... já não sabia o que fazer ou a quem recorrer... ahnnn... vim porque da última vez disse que seria bem vinda numa noite de chuva qualquer...” os olhos frios me fazem encolher na cama e procuro esconder minha nudez.

Ele se aproxima, passa a mão em meu rosto com delicadeza, acariciando-me... me esfrego contra seus dedos em busca de calor... “Você não devia ter-me procurado...” ele diz ainda me acariciando “Mas milord, o sr disse que eu poderia voltar em outra noite chuvosa!” digo tremendo... ele aproxima os lábios de minha orelha e me sinto arrepiar “Agora você precisa entender minhas regras!” o gemido sai incontrolável de meus lábios “Ahhnnn... Sim Milord! Explique-me, por favor! O que o sr quiser!” ele beija minha orelha delicadamente, enviando ondas de tesão diretamente à minha menina necessitada “Você vai entender. Mas quando chegar a hora certa! Por hora, trate de alimentar-se... você precisará de todas as suas forças antes do amanhecer!”
Ele aponta uma bandeja fartamente provida, suco, frutas, frios, carne e leite. Pega um morango da bandeja e coloca entre meus lábios... mordo-o e escorre um pouco do suco pelo canto da boca... “Essa fruta é muito singular... tão azeda e tão prazerosa ao mesmo tempo...” ele recolhe com sua língua o suco escorrido de meus lábios “Sim, milord, deliciosa!” acaricia meus lábios com os seus “Algumas sensações ruins ganham outras cores quando são manejadas de uma forma mais cuidadosa...” confusa olho para ele “Nao entendo, milord.... o que quer dizer??" um sorriso maquiavélico se forma em seus lábios “Quero dizer que agora você vai descobrir na sua própria pele que a dor e o medo andam bem ao lado do prazer...” meus olhos se arregalam... meu corpo treme.... me afasto automaticamente do corpo do Lord... "Como assim, milord??" seus olhos me olham friamente “Você veio até mim, não por acidente, mas por vontade própria... isso significa que sua vontade não é mais sua... ela é minha!”


Com o medo estampado em meus olhos "Mas..." ele se levanta da cadeira com vigor “Cale-se!” puxa minha coberta com força. Me agarro a ela com medo e me encolho na cama tentando cobrir a parte descoberta de meu corpo nu... inutilmente! Ele me puxa pelas cobertas, se aproxima de meu corpo e segura meus punhos "Não, Lord... por favor!" seus olhos não se desviam dos meus, mas não afrouxa o aperto “Não resista!” medo em meus olhos... um sorriso em seus lábios “Isso... deixe esse medo aflorar... transborde ele!” lágrimas escapam de meus olhos sem controle... começo a me debater tentando soltar-me... então ele se aproxima de meu rosto e lambe minhas lágrimas... meu corpo relaxa e paro de me debater... com força aperta meu corpo junto ao dele e correspondo me apertando contra seu corpo, buscando seu calor
“Você quer esse abraço para sempre?” minha voz tremula "Sim, milord!!! É o que mais quero!!!" ele me afasta e olha em meus olhos “Então faça por merecer!” Dito isto me joga no chão frio... olho com olhos arregalados e confusos... tento me mexer... me levantar... me arrastar para mais longe... mas ele me puxa pelo braço e me dá um tapa no rosto... meu rosto formiga pela força empregada... ele acaricia o rosto sem deixar de me olhar... e dá outro “Abaixe-se!” as lágrimas rolam “Ahhhhhh... não milord, não!" me joga no chão mais uma vez... tento novamente me afastar... me agarra e me puxa de bruços até ele.. eu me debato mas não consigo nada... diante de sua força superior... com o pé faz força em minhas costas, me fazendo rastejar no chão... completamente deitada de bruços no chão frio... então me segua pelos cabelos, levantando meu rosto “Nunca mais diga não para mim... entendeu?” ainda chorando “Sim, milord.... nunca mais!!! Por favor pare!!!”

Ele me solta “Muito bem... agora eu quero que beije meus pes e me siga, mas faça isso de 4!” levanto o olhar perdido, com medo, com lágrimas correndo pelo meu rosto e não digo nada “Você entendeu?” pergunta com voz cortante “S-simmm... Milord!” tira os pés de cima de minhas costas e usa meus cabelos como guia “Aiiiiiiiiiiii!” puxa com mais força “Cale-se!” ele vai andando e me puxando para um cômodo que a primeira vista parecia escuro, mas é repleto de velas e candelabros acesos... olho por todos os cantos...  vejo velas acesas... cheiro de velas aromáticas... encontro diversas correntes presas no teto... materiais muito exóticos... instrumentos que parecem ser de tortura... armários com caixas fechadas... armaduras montadas... escudos pelas paredes... uma cama redonda... “Bem vinda ao meu santuário!” com o olhar perdido e sem saber exatamente para onde olhar ou o que dizer "Obriga-gada! Milord!" ele se mexe “Olhe para mim!” obedeço na mesma hora “Agora aponte esse rabo para mim..” o que... "Milord?" então fala com uma voz de trovão dura e seca “VOCÊ É SURDA? APONTE SEU RABO PARA MIM... COLOQUE ESSA CARA NO CHÃO!”


Me coloco em posição de submissão total... com os braços estendidos adiante de mim e o rosto no chão as pernas dobradas com os joelhos encostados na barriga e o traseiro nu levantado, como ordena o sr “Responda... alguém mais esteve aqui depois de mim?” fala e vai passando a mão por minha bunda "Não mestre... meu corpo não foi usado por ninguem! So pelo sr... sou uma cadela sem dono... ninguém me quer!" com um chicote, me aplica um golpe nas nádegas... “DIGA A VERDADE!” e aplica mais um golpe "Ahhh mestre... por favor...." aplica mais um golpe “PEÇA PARA MIM... PEÇA QUE EU TE TOME... PEÇA PARA QUE EU SEJA SEU DONO!” sem me mexer, mas sem parar de chorar "Por favor, Milord... Tome meu corpo como se fosse seu!" ele aperta o chicote no meio de meus lábios vaginais "Oh mestre, faça-me sua.... seja meu.... Meu dono, meu Lord o senhor do meu castelo... e serei sua escrava!" ele começa a roçar o chicote em minha menina “Oohhhhhhh mestre...." ele vê meu prazer logo depois da dor “Sua vadia, cachorra no cio...” me remexo “Sim, mestre... sua vadia... sua cadela!"


Com seus dedos, vai redescobrindo minhas entradas “Ahhhhhhh...” enfia os dedos em minhas dobras “Vamos ver se está bem molhada... então você gosta, né cadela?” gemidos vão saindo pelos meus lábios sem que eu tenha controle sobre eles... tento fechar as pernas e negar com a cabeça... meu cérebro se rebela... você não é uma cadela... você não é assim! Ele está te espancando! Saia já daqui! Então ele usa seu dedo médio para penetrar em meu ânus e com um sorriso pergunta “Você quer mais, não é?” meu corpo treme “Ohhhhhhhhhhhh... o gemido sai de meus lábios e o corpo se retrai escorregando para longe... e covardemente não tenho coragem de confessar que quero  “Não, mestre!" ele então dá um tapa em meu rosto “Você cometeu seu último erro!”


(CONTINUA... AMANHÃ!)

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

- CADELA SEM DONO - (Parte Final)


“Melhor? Um lugar melhor??” pergunto sem acreditar que haja um lugar melhor do que aquele... então ele desce e me põe em seus braços, pega-me e leva-me à banheira de hidromassagem “Uhhhhhhhhhh, mestre!” me deita levemente na banheira e deita-se ao meu lado em seguida põe meu corpo em cima do seu me fazendo sentar sobre ele... fazendo uma casa com seus braços ao meu redor e roçando seu membro em minhas coxas, com suas mãos toca meus seios, massageando-os, brincando com meus bicos em seus dedos, apertando levemente meus mamilos... meu corpo todo se contorce em espasmos de prazer... usa suas pernas para travar as minhas, bem abertas... meu mel já enche meu canal então olho em seus olhos com um olhar perdido e pedinte... ele me olha de volta com um meio sorriso cruel e sensual ao mesmo tempo e com umas das mãos vai descendo até embaixo e seus dedos violam e experimentam minha entrada, a medida que a outra mão aperta meu seio... solto um alto gemido incontido e sua boca mordisca minha orelha... com a língua vai fazendo movimentos circulares até chegar a minha boca, sem parar de me foder com seus dedos...

Aperta meus lábios e abro minha boca sedenta, enfia seus dedos em mim e pára. “O que vc quer? Diga para mim!” com minha boca junto à sua, sentindo seu hálito quente “Beije-me, mestre!” sussurro levemente “E como se diz, menina?” ele pergunta com a voz rouca “Por favor, mestre!” enfia sua língua em minha boca e literalmente a estupra com tanto desejo e tanto calor... um beijo duro, de posse, de força pura!
Então vira meu corpo, colocando minhas costas viradas para o seu rosto, para que tivesse visão total de minha bunda, me coloca sentada em sua barriga... meu corpo se encaixa no seu como se tivessem sido moldados juntos... “E agora menina? O que você quer? Diga!” ele fala acariciando minhas costas com uma mão e minhas carnes molhadas com a outra “Foda-me, mestre... pó favor!” olho para trás e  meus olhos pedem... então levanta minha cintura e encosta seu pau em minha entrada... “Implore!” ele fala sem se mexer “Ahhhhhhhhh... por favor mestre!” então começa a penetrar bem devagar... tento descer mais rápido, na ânsia de toma-lo todo... então dá um tapa em minha bunda, segura firme minha cintura e continua bem devagar.... “ahhhhhhhhhhh... ohhhhhhhhhhhh... mestre!” vai descendo em minha entrada até chegar a metade, então sobe minha cintura.
”Ohhh... não mestre, por favor!” minhas mãos em suas coxas “Implore!” olhando por cima de meu ombro com meus olhos já cheios de lágrimas... “Por favor mestre... eu lhe imploro... de-me prazer.... Foda-me mestre!” ele sorri e num só movimento desce rápido até o talo... sobe novamente e desce e vai deixando aos poucos eu assumir... indo e vindo... com mais força... e vou subindo e descendo sem nem sentir que estou fazendo... ajo por instinto, meu corpo treme... meu mel já escorrido faz a entrada mais fácil daquele pênis enorme... mas ele segura ainda minha cintura, enfiando os dedos em minha carne macia, então vai aumentando a força e apertando minha cintura, deixando bem claro que quer mais de mim! “Sim mestre!” e continuo cavalgando, cada vez mais rápido, subindo lentamente e descendo com força, alternando a velocidade e gemendo sem parar! Ele desce suas mãos até minha bunda cravando seus dedos nela... arranhando... grito de prazer e rebolo para que o mestre não pare de me apertar e arranhar... ele toma os movimentos e o controle e continua metendo em mim com suas garras em minha bunda... continuo cavalgando e nossos corpos se encontram no meio... com força... em sincronia perfeita... sinto suas unhas em minha bunda e sei que de manhã terei marcas para me lembrar dessa noite. Para meu deleite, ouço seus gemidos sofridos, gritando, cada vez mais forte, então fecha os olhos, chegando à borda do prazer, deixa a boca levemente aberta, seu copo todo treme e então sinto um jorro quente dentro de mim... seu jorro de semem me enlouquece e alcanço o orgasmo ao mesmo tempo... meus músculos se contraem e vão drenando seu sêmem... meu grito é solto pelas paredes... e continuo me contraindo e drenando até a última gota... então ele vai diminuindo o ritmo com seu membro melado... meu corpo amolece, exausto...
Ele me faz deitar em seu peito, e com espasmos de prazer, mesmo depois de deitada, ainda tremo... com o orgasmo alcançado... deitada beija meu pescoço, apertando minhas costas, minha bunda, me aconchego ao seu corpo, como cadela sem dono...

Ele se levanta da hidomassagem, comigo de novo em seus braços, e me leva a seu quarto e me deita em sua cama... “Não vá embora mestre!” peço num sussurro “Eu não vou!” um sorriso tímido em meus lábios, se deita ao meu lado e encosta seu corpo ao meu... me aconchego,  me enrosco, sinto seu cheiro, e fecho os olhos... será que estou no céu?? Sinto algumas carícias que a esta altura mais me deixam confortável do que me excitam... relaxo meu corpo de encontro ao dele, sem deixar um centímetro de espaço entre os dois... sinto sua respiração em meu pescoço... “Descanse, minha hóspede!” diz num sussurro em meu ouvido “Sim sr! Bons sonhos, sr!”
“Bons sonhos, menina!” fico ali deitada, aconchegada, lembrando o céu na Terra... ele afaga meus cabelos, acariciando minha nuca e minhas costas e continua até eu relaxar completamente e me entregar ao cansaço... então durmo... sentindo-me no céu!
No dia seguinte quando acordo, estou sozinha na cama, existe uma bandeja de café da manhã, roupas limpas e um bilhete... passo direto ao bilhete...

"Foi um prazer contar com sua companhia, infelizmente não pude lhe esperar.
Um taxi lhe espera e a levará para onde quiser.
Lembre-se que um cão sem dono pode não ter a segurança
de uma vida estável, mas possui a dádiva da liberdade.
PS: considere minha cama como um abrigo para os dias de frio"

Ass: Lord_K
Eu dou um sorriso, porque só nesse instante soube seu nome... pego uma maçã da bandeja e mordo, me visto, e escrevo com batom no espelho:

"Obrigada por me mostrar o céu... e suas delícias!!!
Obrigada pelo prazer, pela cama quente e pela “comida”...
Meu eterno agradecimento e promessas de que sim!
Se continuar sem DONO voltarei para habitar este céu novamente!"
ASS: Cristal!

- Herr Folterknecht - O Sádico -
- Hope Subway -

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

- CADELA SEM DONO - (Parte Inicial)


O frio começa a cortar-me o corpo, a cortar os fios que me suspendem neste mundo... que me ajudam a lutar e a manter-me viva...
A estrada que se ilumina efemeramente, apaga-se atrás de mim... deixando somente o vazio negro.
Emoções, sentimentos que voam como folhas... que afogam a minha mente frágil, triste...
E quando fecho os olhos, ergo a beleza com que nasci e sinto a chuva bater-me nos olhos... o sonho, a vida, os aniversários, as brincadeiras... mas são só sonhos e nada mais!
Cheiro a natureza que me rodeia, pesados ficam os meus olhos, encharcados de pesadelos, de desabafos, da sujeira e da tristeza que este mundo empurra dentro de mim... Não sei como vim parar ali... não sei como perdi o rodopio em abraços, em sorrisos que me encantam e perfumam a alma...
E ouvindo o som do mundo, da chuva que cai, de cheirar a terra e o ar, de sentir o mundo tocar e penetrar-me o peito que se mantém forte e cresce ao que enfrento e vejo... caminho...
A chuva cai torrencialmente, bate em minha pele, queima-me os braços que esfrego, tento manter-me viva... quente.
O vento forte leva-me a alma, leva-a para longe desta estrada... para o céu escuro, sombrio...
Olho para o céu, que antes me fazia sonhar e me pergunto “Como vim parar aqui? Justo eu, uma mulher firme, sensata, inteligente, dona do meu nariz, com duas faculdades... DUAS! E ainda um mestrado... Como vim parar aqui, no meio da chuva, com essas roupas inadequadas, sem carro, sem nem guarda chuva... no meio de um nada absoluto... parecendo uma cadela sem dono...”


Vejo uma luz bruxuleando pela frente e caminho até lá... chego a uma casa afastada, com uma única luz acesa, não há movimento ou barulho dentro, mas o gramado e as paredes externas contam uma história de cuidados... então há um morador!
Paro na porta e bato... no começo timidamente, mas o frio é tanto que mando a educação às favas e bato energicamente à porta. Escuto a movimentação e a porta se abre. Um homem aparece contra a luz... alto, perto dos 40 anos, os cabelos loiros e longos não mostram a idade, tem bom porte, com uma camisa branca de manga longa arregaçada, deixando a mostra uma parte do braço musculoso, calça social escura e sapatos rigorosamente engraxados. De 0 a 10, dou uns 8.
Então ele fala “O que faz aqui, neste fim de mundo, sozinha, na chuva, menina?” Pronto! Agora ganhou 10 com louvor... que voz! Quente, sedutora, grossa... máscula! Me arrepio inteira... não sei como começar, então começo pelo princípio, mas querendo ser rápida para não entediá-lo. “Sabe... eu tinha um lugar para ficar, junto ao coração de alguém, mas de repente ele sumiu... meu mundo caiu... tudo ruiu... não sei o que fazer... não sei o que fiz de errado, mas aceitaria qualquer punição, mas ele simplesmente não fala comigo, e não suporto isso, ser ignorada é meu pior castigo... me mata!” digo baixando os olhos... “Talvez ele saiba disso  e faça de propósito para puni-la, mas talvez seja só falta de tempo...” fala sem tirar os olhos do meu corpo escorrendo a água da chuva, mas sem me oferecer nada!
Sem tirar os olhos do chão falo chorosa “Acho que simplesmente não quer falar comigo... desistiu, fugiu, mas não sei porque... não sou experiente, nem bonita, nem tenho nada de extraordinário... na verdade era eu que tinha que fugir dele!!!” ele se remexe no umbral da porta e encosta um ombro ali “Eu acho muito complicado pensar pela cabeça dos outros, ele pode ter 1000 motivos... insegurança...” nem deixo ele terminar “Comigo?? Insegurança?? Até parece!” ele se ergue no meio da porta, cruza os braços e me interrompe com voz de autoridade que me faz estremecer “Por que você se maltrata tanto?? Não se acha capaz de provocar arrepio, insegurança, desejo em alguém?” rio baixo e me encolho mais na chuva “Ahh... em alguém sim! Mas nele, não! Nem no sr!”


“Bom menina, então vou ser sincero com você... depois te dou o direito de tomar a decisão que achar mais certa! Dificilmente iria acontecer algo entre nós... pode ser pelas circunstâncias ou por falta de oportunidade, mas nunca tive nenhuma intenção desse tipo em minha vida, mas tenho criatividade e curiosidade! Entao deixo você decidir se quer continuar e entrar comigo por esta noite... ou não! Creio que seja algo a se pensar, por isso lhe dei o direito de tomar essa decisão!”
Olho a minha volta... a chuva, a escuridão, o silêncio total, não sei o que fazer nem onde ir...”Não creio que tenha muitas opções, sr...” ele ri, pela primeira vez... um riso gostoso, musical... “Pois é... é muito triste estar sozinha numa madrugada, não acha? Você talvez esteja procurando um pouco de calor e suor humano... compartilhar alguns sussurros ofegantes...” então rio eu, encabulada... “É... algumas carícias insinuantes... mãos acariciando... lábios beijando... bocas sussurrando... beijos molhados... corpo suando...”
Ele se encosta no batente do outro lado com a camisa esticando e mostrando ombros largos e peito forte e continua “Mãos fortes... ordens no ouvido... aquiescências dóceis... carinhos sensuais... carícias sexuais... tudo isso eu posso te dizer onde encontrar! Pelo menos por esta noite...” meu olhar se dirige ao dele, meu sorriso se alarga “Onde?” o sorriso dele se alarga “Mas isso tem um preço... sua total submissão perante à minha vontade... já que toda cadela sem dono que quer um pouco de abrigo precisa ser obediente... senão ela fica na rua!”
Meus olhos se estreitam “Humm... abrigo sem coleira??” ele ri abertamente “Sem! Basta entrar e respeitar o dono da casa! Aceita?” viro a cabeça... olho para o lado “E na hora que eu quiser, posso sair?” ele ri abertamente e me olha com aquele olhar de quem já viu tudo no mundo e consegue ler a alma de suas presas “se você conseguir, eu lhe dou esse direito!” mesmo com sua afirmativa, sei que me perdi naquele momento... naqueles olhos castanhos cor de âmbar e naquela boca de lábios finos.
“Eu aceito!” então ele dá um passo ao lado do umbral da porta, estende a mão “Então entre, deve estar frio do lado de fora” eu entro e fico encantada com a casa... simples, aconchegante e quente “essas roupas devem estar um gelo, talvez você queira um banho quente” fala enquanto olha minhas roupas pingando no chão “Humm... eu adoraria, sr” ele sorri aprovando a forma de tratamento “siga o corredor, o banheiro é a última porta” eu olho para o longo corredor e pergunto “Mas... eu vou sozinha??” com um sorriso nos lábios deliciosos dele “eu vou providenciar algo mais confortável para você vestir”.
Eu entro no banheiro, acendo a luz, e começo a me despir... tiro o casaco molhado, os sapatos de salto enxarcados, calça ensopada, a blusa colada na pele... totalmente molhada... está difícil de tirar quando me viro e surpreendo-o olhando para mim. Seus olhos grudados em mim, no corpo molhado, gelado... nos mamilos duros... então continuo a tirar a blusa sem desviar o olhar dele... e nem ele de mim.
Então, com o corpo tremendo, os lábios arroxeados, os bicos dos seios rígidos pelo frio, aparecendo através do soutien rendado... as mãos tremendo, os olhos pedintes, os lábios ligeiramente  abertos... então com aquela voz baixa e sensual ele diz “você vai adorar esse chuveiro... entre, vou lhe ensinar como usar” ele veste um roupão bem espesso e começa a desfazer o nó da cintura... vejo seu peito surgindo através da abertura, amplo, forte, cabeludo, com alguns pelos brancos começando a surgir aqui e ali... ele deixa o roupão deslizar pelos braços até o chão... solto um suspiro involuntário ao me deparar com seu corpo nu... meus lábios secam, e meus olhos não conseguem se separar de sua ereção.


Ele vem se aproximando... e lentamente levanto os olhos... até encontrar os seus “posso lhe ajudar com isso, menina?” Apontando para minha lingerie “sim, sr...” digo balbuciante então passa seus dedos por meu rosto, enfia levemente em minha boca e eu chupo seu dedo, deixando-o molhado... vai descendo pelo meu pescoço e sinto minha saliva arrepiando meu corpo... vai até uma alça e desliza por meu braço e com a outra mão tira a outra. Seguro a frente com as mãos, ainda envergonhada... “com medo, minha hóspede?” ele pergunta enquanto acaricia o colo dos meus seios com a ponta dos dedos, enviando ondas de prazer pelo meu corpo frio “um pouco, sr...” um sorriso enviesado surge em seus lábios “o medo as vezes é um afrodisíaco terrivelmente delicioso...” dou um sorriso franco percebendo sua ereção ainda maior, como se isso fosse possível, e solto as mãos... ele levanta uma espécie de cabo... e aperto para liberar uma lâmina... um canivete “ahhhhhhh...” suspiro entre assustada e excitada, mas não me mexo do lugar. Ele vem com a lamina até o meio de meu sutiã... prendo a respiração “não se assuste loirinha, nada vai acontecer a você” começo a soltar o ar devagar “sim sr” ele corta o soutien o meio, para que ele caia. Então olho para o chão pensando que estou a uma só peça do total desamparo... mas já não havia remédio... percebo que já estava rendida aos seus encantos desde que ouvi sua voz... não... antes... desde que via sua sombra, só um contorno sem rosto ao abrir a porta.


 Ele encosta a lâmina em meus seios... o frio dela me faz gemer... suspiro e fecho os olhos... ele vai descendo o canivete suíço pela minha barriga “ahhhhhhh...” meu gemido é involuntário ao olhar em seus olhos flamejantes de lava incandescente... passa por meu umbigo... pelos lados do quadril avantajado... até chegar ao lado de minha calcinha... então ali arranha com a ponta da lâmina, sem marcar, só me arrepiando... me contorso de prazer e ele diz com voz profunda, de quem não está acostumado a ser desobedecido... “Não se mexa!” Paro. Meu corpo treme. Não pelo frio mais. Mas pela profundidade em sua voz, pelo desejo em seus olhos, pelo seu corpo próximo ao meu “ahhhh...” meu gemido de puro prazer o faz levantar um canto da boca, num meio sorriso satisfeito, então corta levemente o lado dela “Aiiiii!” minha reclamação é involuntária e ao mesmo tempo ouço a voz autoritária e baixa “Quieta! Já não disse que não se preocupe?” aparece aquele encolher de lábios de quando fica bravo “sim sr!”
Ele passa o canivete  para o outro lado... encostando a lamina em minha bunda... traçando seu caminho até o outro lado da calcinha “ahhhhhhhhhh...” meus gemidos escapam de minha garganta... ele corta bem devagar o outro lado da calcinha e meu corpo estremece... “Não lhe falei, minha hóspede... o medo é delicioso!” ele se aproxima de meu pescoço sem encostar, chegando a milímetros de minha pele branca “sim mestre...” meu corpo ainda treme “Ainda mais quando é seguido do prazer!” Sussurra em meu pescoço e sinto seu hálito quente tocando minha pele e enviando um vulcão ao meu centro... então ele começa a puxar minha calcinha para baixo... retira ela e leva ao nariz... cheira... “cheiro de fêmea” ele diz “ahhhhhhhhhh” solto um gemido... não consigo segura-lo “agora que tal aquele banho quente?” ele fala em voz de barítono “sim, sr... adoraria” meu corpo ainda treme, pela tensão emoção ou frio? Ele aperta meus seios com a mão “Você está gelada!” diz ele como se fosse uma surpresa “sim sr!”


“Venha!” simplesmente diz sem admitir contradições e liga o chuveiro... um vapor sobe e aquece minhas pernas subindo pelos pés e pelas coxas até alcançar meu centro doce... continua subindo pela barriga e alcança os seios recém acariciados, quando solto outro suspiro de prazer! “O sangue está voltando a circular?” ele pergunta preocupado “sim sr” mas meus pensamentos estão começando a falhar... segura minha mão e vai me puxando em direção a ducha e entra comigo... segura minha cintura com minhas mãos e puxa meu corpo para o seu, colando seu peito em meu peito, seu membro em minha pele... sinto ele em minha coxa, quente e rígido e dali arrepios me percorrem... suas mãos em minhas costas e sua boca em minha boca... sinto sua língua acariciando meus lábios... depois invadindo-a, querendo devorar minha lingua enquanto suas mãos desbravam meu corpo, percorrendo cada centímetro, de minha boca e meu corpo e meus gemidos ecoam pelos azulejos. Então encosta minhas costas no azulejo... o frio gera ondas de prazer contraditório em mim... com suas pernas se entralaço nas minhas e com um movimento busco abre-as... “Ahhhhhhhhhhh... sim, mestre!” a voz sai como um sussurro, quase inaudível...  com suas mãos tateia algo ao redor e busca o chuveirinho da ducha... liga o jato de água e aproxima em direção do meu centro. O gemido sai antes mesmo da agua tocar-me, só antevendo o prazer “ahhhhhhhhh...” roça sua superfície em meu sexo melado enquanto mordisca minha orelha “ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhh...” um gemido de sofrimento e êxtase sai de meus lábios, ele esfrega seu peito no meu... “ahhh sim mestre....... sim!” meu corpo se contorce em torno do seu duro membro e se esfrega em mim, apertando minhas costas e minha bunda com as mãos e me entrego as suas carícias, já sem um único pensamento na cabeça, só sentindo o imenso prazer do momento.


Ele me aperta contra a parede da ducha e aponta seu membro em minha entrada, sem aviso penetra. A dor da entrada de algo tão grande me invade, imediatamente substituída por puro êxtase... ele continua o movimento de vai e vem e lentamente vai soltando meu corpo... o protesto é imediato “não, mestre! Não me deixe, por favor!”
Ele diz com aquela voz autoritária “Quieta!” continua soltando meu corpo e me fazendo ficar de joelhos... minhas pernas bamboleiam sem seu apoio e me ajoelho sem remédio... sem conseguir segurar meu próprio corpo... olho para cima... e com sua mão segura meu rosto... com um gesto autoritário puxa meu rosto e coloca meu rosto em contato com seu membro... quente e rígido... abro minha boca e recebo ele dentro, na umidade e no calor... ele é grosso e comprido só consigo colocar uma pequena quantidade na boca, mas ele vai enfiando em minha boca sem dó... começo a lamber, quando escuto sua voz baixa, quente e rouca de desejo “Faça com vontade!” vou abrindo mais a boca e lambendo “Engula ele todo! Chupe! Lamba!” engulo ele... pedaço por pedaço, chupando até q encosta em minha garganta então passo a língua em sua volta e chupo com força... ele geme bem baixinho “Isso! Peça mais!” sua voz ainda mais rouca.
“Por favor mestre... mais!” então chupo com mais força para obter algumas gotinhas do pré sêmem, que engulo com voracidade e continuo com a dança da língua em seu pênis lambendo, batendo com a ponta da língua na cabecinha, chupando... Ele agarra meus cabelos loiros molhados da ducha... tira seu pênis de minha boca e direciona minha cabeça até suas coxas... “Beije-me!” ele ordena. “Sim mestre!” beijo sua virilha e suas pernas, começando pelas coxas na parte externa, ora colocando beijos rápidos, ora beijos úmidos , entrando pela parte interna das coxas e descendo até o joelho “Isso, menina!” beijo toda volta do joelho... lambendo toda a volta. “Desça mais!” desço pela panturrilha ainda brincando com a intensidade dos beijos e chego aos pés... coloco beijos na parte de cima dos pés, bem de leve... massageio o pé com minhas mãos “Isso!” e em meio à massagem levo o pé à minha boca... ele me olha com uma expressão indecifrável nos olhos... então beijo as laterais de seu pé e lambo dedo por dedo, sugando-os.
“Ohhhh!” o grunhido sai do fundo de sua garganta, mas me olha imediatamente com olhos famintos “Tenho uma idéia melhor...” vai levando o pé até minha dobras meladas de prazer e começa a esfregar seus dedos nelas... “ahhhh” minhas pernas se abrem instintivamente para dar mais espaço para sua ação... ele vai brincando, colocando um pouco de força no dedão e entrando levemente na nelas e passeando até meu ânus que se contrái... “Ahhhhhhhh mestre, que delicia!!” ele continua a tortura por um tempo até que percebe que estou prestes a gozar... então anuncia... “Bem, agora vou te levar a um lugar melhor!”

(CONTINUA... AMANHÃ!)

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

- A PERDA DA INOCÊNCIA -



Ele era um homem duro, firme, severo... não podia ser de outra forma! Era professor há muitos anos e já tinha enfrentado de tudo dentro de uma sala de aula... desde alunos aplicados, até adolescentes sem calcinha que praticamente se jogavam aos seus pés diante de seu porte atlético, voz firme e pulso de aço ao tratar com os alunos... passando ainda por canivetes e até armas de fogo, que graças ao seu treinamento militar antes de se tornar professor, conseguiu superar com dada facilidade.
Sua vida estava uma confusão... mas ninguém percebia! Guardava seus sentimentos em compartimentos internos bem fechados, lacrados e com uma camada à vácuo... para que nem os sons escapassem. Ninguém sabia de seu interior! E era assim que deveria continuar seguindo!
Naquele dia tortuoso, rodízio de carros em São Paulo... que inferno! Três conduções para chegar à faculdade, e já tinha passado o dia todo em reuniões e momentos extremamente “agradáveis”. O dia com certeza, não podia ficar pior! Ou podia? Ao entrar no trem lotado revirou o nariz ao sentir a mistura de cheiros... suor, desodorantes vencidos e alguns banhos, de pessoas que se aprontavam para o período noturno... talvez até indo para a escola ou faculdade... de qualquer forma... aquele cheiro não era para um homem como ele... mas fazer o que?
Logo que entrou, um lugar vagou num dos bancos perto das portas e acabou se assentando... depois de olhar em volta e ter certeza de que não havia nenhuma grávida ou idoso em pé. Dali destraiu-se com seus próprios pensamentos durante a viagem de trem, pensou em tudo que já tinha vivido... maldita vida BDSM que tinha escolhido! Ou ela o tinha escolhido? Era um Dominador desde criança... dominava seus irmãos mais velhos e até seus pais... os meninos mais velhos e mais fortes da escola e é claro, todas as meninas! Já tinha tido todas! Todas mesmo! As vezes acreditava que a música do Wando “Já tive mulheres de todas as cores... de várias idades... de muitos amores...” era cada vez mais feita para ele... ou para quem tem um gosto cultural diferente... como ele... Dom Juan era fichinha perto dele!
Subs... cada uma diferente da outra, brancas, negras, magras, gordas, mais velhas, mais moças, senhoras... mais doces, mais difíceis de domar... e com o passar de tantos anos nessa vida BDSM chegou a uma conclusão... a única possível! Todo relacionamento tem prazo de validade! Nenhuma sub dura para sempre! Todas têm defeitos! Todas perdem sua “cor” e seus “encantos” com o passar do tempo! E todas ao umas vadias... umas putas em potencial! Algumas mais e outras menos... mas...
Era um inferno ter que substituí-las pois tinha que treiná-las novamente e  a cada treinamento elas se tornavam mais difíceis... mais indomáveis, mais cheias de defeitos... ou ele se tornava mais intransigente? Foi assim perdido em seus pensamentos dentro do mundo BDSM, que descobriu muito jovem, e dentro do qual ainda vivia que demorou até que seu cérebro voltasse à realidade ao avistar uma sainha rosa bebe... desceu pelas pernas longas e delgadas, até um tamanco também cor de rosa que parecia uma tortura de tão alto... voltou a subir, passou pela tira que se chamava saia, passou por uma barriga chata e chegou a um top também rosa que nada mais era do que um pedacinho de pano... subindo mais um pouco chegou a algo que realmente o espantou... cativou? Inquietou? Definitivamente borboletas em seu estômago!
O que é isso? Fazia anos que não sentia isso! Da última vez foi quando... quando mesmo?? Será que já tinha sentido isso? Um rosto oval de pele dourada, olhos cor de mel, cabelos longos numa trança que batia quase na sainha, também cor de mel... lábios carnudos... que deviam ter gosto de fruta madura... e de repente ele vê mãos sobre a menina! Sim! Uma menina! Não devia nem estar na faculdade! Devia ter no máximo 16 anos! Repreendeu-se severamente por segurar o olhar... mas reparou que ela olhava para ele com um pedido de socorro florescente em seus olhos! As mãos! Claro! Um grupo de moleques “maloqueiros”, daqueles que gingam pra lá e pra cá e falam algum dialeto que chamam de Língua Portuguesa (mas que não é!) literalmente apalpavam a menina dentro do trem e ninguém fazia nada, e a pobrezinha já tinha lágrimas nos olhos e se contorcia fugindo das mãos, mas não conseguia livrar-se delas.
Então seu lado Dominador aflorou naturalmente! Levantou-se com olhar frio, a boca dura como uma linha e a voz como uma navalha “Natália! Venha cá! Imediatamente!” a menina demorou alguns segundos para perceber o que ele fazia, mas graças aos céus não era burra... ou simplesmente respondeu à voz de comando! E fingiu chamar-se Natália! Saiu daquele meio e se apresentou à sua frente de cabeça baixa “Sente-se aqui e não se mexa até nossa parada! Estamos entendidos?” ela só balançou a cabeça, sentou-se e ele lhe entregou sua pasta com suas aulas preparadas para que segurasse. Isso serviria a dois propósitos... o primeiro cobriria um pouco de sua pele e o segundo liberaria suas mãos caso tivesse que entrar numa briga com a gangue.
Quando olharam para ele e vieram tomar satisfações, aparentemente o líder já gaguejou diante de seu olhar assassino, os demais se afastaram e ninguém disse mais nada... no vagão inteiro... até que ele chamou “Natália!” a menina se pôs em pé e o seguiu pela porta... depois disso o vagão voltou a falar, ou melhor, sussurrar... e lá fora, ele, com uma mão nas costas da menina e a outra segurando a pasta guiava-a por entre a multidão. Ela tentou virar para agradecer mas ele continuou, com mão de ferro a empurrá-la até que chegaram ao campus da faculdade, numa área aberta, mas com um pouco de privacidade, onde pegou-a pelo braço, virou-a para ele e perguntou com a mesma voz de navalha “O que você estava pensando ao se vestir assim, menina? Ou melhor, não pensava, não é?” os olhos de mel se encheram de lágrimas e com uma voz mais doce do que algodão doce, melado e doce de leite juntos ela responde “Esse é meu uniforme, senhor... trabalho na ‘Algodão Doce’ no shopping aqui perto” mostrando o nome bordado no micro, micro, mini top.
Ele se revoltou. “E você vai trabalhar todos os dias no mesmo horário?” ela olhou para o chão diante do tom “Sim, senhor!” ele coçou o queixo... seu lado protetor ainda ativado como se fosse um botão “Em que estação você entra?” ela disse o nome da estação seguinte à sua “Então amanhã vai entrar naquele mesmo vagão e procurar diretamente por mim... entendeu, criança?” ela balançou a cabeça “Responda com a língua sub! Quer dizer... menina!” a menina olha confusa para ele, coloca a língua para fora e tenta falar “Chim, Chenhorr!” mostrando-lhe a língua rosada. Uma deliciosa gargalhada, rouca, sacudida, sonora, atravessa o pátio da faculdade e todos olham para ali... ele nem liga... sente suas entranhas se sacudindo e até lágrimas chegam aos olhos... há quanto tempo não ria assim? Já riu assim alguma vez? Talvez... quando criança!
Ele simplesmente se virou e foi à sua aula e ela foi andando o pedacinho que faltava para o seu trabalho. No dia seguinte... não havia rodízio... teve que passar em casa correndo, deixar o carro e voltar quase correndo a estação para não perder o trem correto. Entrou no trem. Sentou-se e guardou um lugar ao seu lado. Na estação seguinte a menina entrou. Vestida da mesmíssima forma. Olhou em volta. Avistou-o e sentou-se ao seu lado. Nada falou, mas como um gatinho carente encostou-se nele. Apesar dele manter um imenso controle de seu corpo, não conseguiu evitar sentir profundamente aquele contato. Seu pênis resolveu responder imediatamente... lançou o olhar para a menina e viu total inocência em seus olhos e em seu corpo. O que o excitou ainda mais. Colocou a mão em sua coxa... a menina nem se mexeu... nem seu corpo respondeu. Tirou a mão e repreendeu-se severamente. Desceu com a menina na estação. Foi às aulas e ela ao seu emprego noturno.
Os dias se sucederam e a rotina se estabeleceu. Ele passou a ter mais controle de seu corpo e de seus pensamentos, mas não total. E com o passar dos dias passaram a conversar pelo caminho... o tempo, o clima, a família, o emprego, o padrasto que bate na mãe, os alunos, os desejos de ser cantora ou atriz, de comprar um fusquinha, de ser enfermeira, de comprar um sapato de tal marca... sonhos doces como uma noite de verão, como ir ao circo que estava na cidade e  comer algodão doce... cor de rosa... é claro! Ela nunca tinha comido algodão doce... não vendia algodão doce, e sim roupas para crianças...
Na sexta feira ele ordenou que ela estivesse ali no mesmo horário e fizesse da mesma forma. Ela veio, sentou-se ao lado dele no trem, com um vestidinho simples de um tecidinho barato, mas que deixava aquela menina como um morango maduro pronto a ser degustado! Eles desceram perto do Parque de Diversões e os olhos de mel se acenderam de felicidade quando viram para onde se dirigiam. Comeram pipoca, algodão doce (cor de rosa), atiraram no tiro ao alvo, foram na montanha russa e no carrossel... quando sentaram na Roda Gigante ele não agüentou... olhou em seus olhos... olhos nos olhos ele cantou com voz rouca de desejo “Eu não sei parar de te olhar... não sei parar de te olhar... não vou parar de te olhar... eu não me canso de olhar... não vou parar... de te olhar!” e beijou os lábios de fruta madura... sentindo o gosto do algodão doce, da pipoca e do refrigerante e naquele momento “Acreditou em milagres... desacreditou das maldades... e creu que todos podiam dizer a verdade!”
Quando olhou naqueles olhos novamente viu o mel derretido... o por do sol... o caramelo das balas e o doce de leite. Ela se aninhou em seu peito... eles desceram da Roda Gigante e andaram de mãos dadas, se beijaram, se abraçaram, viram a lua, trocaram beijos roubados e ele se apaixonou por sua inocência... e ela por seu príncipe encantado, montado num cavalo branco. Caminharam de volta ao trem... na estação de sua casa não agüentou... roubou-lhe a mão com um olhar sedutor e saíram os dois correndo como adolescentes... subiram ao seu apartamento, meticulosamente limpo, arrumado  com móveis ultramodernos, que encheram os olhos inocentes da menina... começaram a beijar-se... ela sentindo-se a princesa encantada dos contos de fadas... era a própria Rapunzel, Branca de Neve ou Cinderela, bailando por sua vida com um príncipe muito mais que encantado e maravilhoso...
Ele foi sentindo-se incendiar... o desejo de possuí-la o enchia... não só o seu corpo... queria sua alma, sua mente, tudo dela... não queria nem um recanto escondido! Queria tudo para ele! TUDO! Sentou-se em sua poltrona favorita e beijou-a com sofreguidão... subiu seu vestido com uma mão e empurrou a calcinha de algodão branco para o lado, enquanto que com a outra abria seu zíper e despia seu pênis enorme... encaixou-o na entrada da menina e olhou em seus olhos... sem palavras... e enfiou... com toda sua força, sem desviar o olhar, mantendo-a cativa de si... as lágrimas desceram pelos olhos de mel... seus lábios se abriram num ofego, mas nada conseguiu dizer... ficou sem ar... ela tentou jogar a cabeça para trás, mas ele segurou sua já conhecida trança e manteve seu olhar cativo... depois ambos deslizaram o olhar para baixo e viram o sangue escorrendo por seu membro duro, marcando a perda de sua inocência... mas ambos sorriam... um sorriso ainda estava nos lábios inchados da menina... o sorriso de quem acaba de entregar seu maior bem ao seu grande amor... um sorriso sádico marcava os lábios masculinos... vendo o sangue de sua pequena gazela escorrendo por seu enorme pênis, todos os seus piores instintos vieram à tona... e junto com eles o desejo. Desejo de posse do corpo, da alma, dos sentimentos, do pensamento e de cada recanto adolescente e puro!
Ali mesmo ele encaixou seu pênis em sua apertada entrada e penetrou-a... uma, duas, três, várias vezes... o sangue corria... as lágrimas também... ele não permitiu seu gozo... só queria dominá-la... e conseguiu... só com o olhar! E ela fez tudo o que ele disse... ou não disse com palavras... só com o olhar!
Não foi mais embora. Não voltou para casa, para a escola, para o trabalho, o trem ou qualquer parte de sua “outra” vida... que era como ele chamava... “Sua vida passada morreu! Você agora é Natália... e é minha! Minha! Entendeu?” ela não usava mais tranças... mal usava roupas, já que assim que ele chegava da rua a despia e enchia cada pedaço de pele com suas marcas!
Seus beijos, suas lambidas, suas chupadas, seus arranhões, seus tapas, cintadas, seu esperma, marcas arroxeadas de cinto... sangue de suas muitas penetrações vaginais e anais... até que, todos os dias, a menina sangrava... e enquanto não via seu sangue escorrendo, de uma maneira ou de outra aquele desejo não se abrandava! Ele precisava de seu sangue! Todos os dias!
Naquele dia entrou em casa mais cedo... ela estava na varanda, olhando a rua, ele se indignou! Gritou que ela olhava para o rapaz que passava ou para o vendedor de frutas velho e gordo do outro lado da rua... arrancou sua roupa, rasgando-a e amarrou-a nua na varanda. Depois gritava de lá de cima para que todos olhassem aquela puta que cantava a todos os homens. E quando as pessoas olhavam, ele logo retrucava “Não tem vergonha de olhar? Podia ser sua filha!” e se não olhavam ou desviavam o olhar da loucura evidente em seus olhos gritava “Maricas! Bicha! Veado Filho da Puta!”... seu cérebro estava embotado pelo ciúmes... até que aquela voz de algodão doce, melado e doce de leite juntos entrava por seu cérebro “Eu amo só o senhor... não olhava para ninguém... só tenho olhos para o senhor!”
Ele se acalmou... desamarrou-a e derrubou-a sobre o braço do sofá... mirou a cabeça em seu ânus “Para quem olhas, Natália?” e fodeu! “Ohhhh... para ti, senhor!” retirou o pênis e viu o sangue “Para quem mais?” e meteu novamente, empalando-a até a base de grosso e enorme pênis “A ti senhor... somente a ti!” ele continuou penetrando-a sem aviso... sem preparo... sem dó... sem piedade... sem amor... só com aquele louco sentido de posse! A cada nova penetração, uma nova pergunta “Olhas o menino da esquina?” “Não senhor!” “Olhas o velho vendedor de peixe?” “Não, senhor, só a ti!” “Olhas a mulher que vende roupas?” “Não, amado!”... e as perguntas se sucederam por horas e as respostas também... o sangue já fazia crosta em seu pênis... as almofadas do sofá estavam empapadas do sangue e das lágrimas da menina... mas seu coração não estava magoado... pelo contrário... seu coração adolescente estava feliz por ter alguém que a desejasse tanto! Tanto que era capaz de demonstrar seu “amor” com tanto ciúme!
Dias, semanas, meses se tornaram iguais... ele desligou a TV... deixou uma estante de livros para que lesse e se tornasse mais adequada... mas nenhuma vez, desde o dia em que subiram do Parque de Diversões, ele a tirou de casa. Ele trazia as compras, ele comprava suas roupas, ele rasgava suas roupas em acessos de ciúmes insanos, depois comprava novas e mais sensuais, que só traziam mais acessos... todos os dias reclamava que ela não cozinhava, mas quando se atreveu a fazer uma torta de maçãs, levou uma surra de chicotes que arrancou sangue de suas costas... ele cuidou dos cortes... depois sentou-se e comeu toda a torta... sem dar-lhe nem um pedaço e sem dizer o quão deliciosa estava!
A loucura ultrapassou as paredes do apartamento... chegou a seu trabalho, a seus alunos... foi despedido, passava os dias a atormentá-la, fode-la e arrancar-lhe sangue... e a cada dia se tornava mais sedento! Era como um vampiro novo, insaciável de sangue... e lambia todo sangue que vertia do corpo adolescente! Ela não gritava mais ao apanhar, pois a cada grito mais três golpes eram acrescentados... então arrancava sangue de seus próprios lábios para não gritar e sequer gemer alto.
Depois que arrancava sangue de seu corpo se masturbava sobre ela várias vezes até que todo seu corpo estivesse coberto por seu esperma, por sua “marca” sua “possessão”! Ela? Nunca soube o que era um orgasmo... nunca o sentiu! Justo com aquele homem que era conhecido por deixar suas subs prostradas e desmaiadas de prazer! Várias contavam que chegaram a desmaiar de prazer em seus braços! E a menina... sentia prazer em vê-lo feliz... em ver sua ira se acalmar... seu ciúmes arrefecer!
Até o fatídico dia!
Naquele dia ele saiu. Voltou e encontrou-a com um romance nas mãos... ela lia com sede, com sofreguidão... então ele arranca-lhe o volume das mãos... passa os olhos nas páginas e percebe que lia uma cena erótica onde a jovem alcançava o orgasmo de sua vida... na mesma hora ele começa a falar “Não posso deixá-la um só minuto e você já quebra minha confiança... como queres que confie em você se só faz coisas erradas! Onde já se viu ler esse tipo de coisas?” os olhos de mel estavam confusos “Mas o senhor disse que eu poderia ler todos os livros da estante... este estava lá...” um tapa em seu rosto confuso “Não me responda menina! Você cometeu seu último erro! Cansei de lhe dar de comer, lhe dar abrigo, segurança, carinho, amor, compreensão, prazer... e não receber nada em troca! Você vai pagar! Você vai pagar!!!” andava de um lado a outro sem saber que castigo administrar na rebelde... ela anda até a cozinha e volta com uma colher “Mestre... sempre brigas comigo porque vejo coisas que não lhe agradam... então... prefiro qualquer coisa a irritá-lo novamente... arranca-me os olhos!” ela fala isso com mansidão, docilidade e uma incrível e nua sinceridade.
Aquilo finalmente o atingiu! No peito! Em cheio! Como um tiro no coração! Tudo se foi! A ira, o desejo de posse, a irritação, o ciúmes... a loucura! Ele olha para ela... e vê naquilo em que ele a tornou! Lembra-se de seu rosto e corpo imaculados, vestido de cor de rosa no trem... e vê o rosto marcado, o corpo cheio de cicatrizes, as roupas mal andrajadas, os cabelos emaranhados... as únicas coisas que não mudaram foram seus olhos de mel e sua voz de algodão doce, melado e doce de leite juntos... e ela queria que ele... não... ela oferecia a ele... de bom grado... que lhe arrancasse os olhos!
Naquele momento ele percebeu que mais uma coisa não tinha mudado... sua INOCÊNCIA!
Então tomou-a nos braços, como na Roda Gigante... beijou-a docemente... lambeu seus lábios... sugou-os como fruta madura... tocou seu corpo com deferência, e pela primeira vez desde o primeiro dia, ela gemeu de prazer... e aquele gemido o fez perceber que ela não conhecia o prazer “Você já sentiu aquilo do livro?” falou em voz doce em seu ouvido, enquanto lambia sua orelha meigamente... ela gemeu de prazer novamente “Não, senhor!” ele lambeu seu pescoço... abriu seu vestido e sugou-lhe os seios adolescentes com habilidade arrancando-lhe cada vez mais gemidos de prazer!
Quando olhou em seus olhos de mel... ela viu algo com que já tinha se acostumado. A LOUCURA de volta! Mas não sabia que era isso! E ficou feliz por reconhecer aquele olhar amado! Ele levantou-a em seus braços docemente, deitou-a no tapete felpudo, tirou-lhe a roupa, beijou cada pedaço de carne, sugou docemente, lambeu, acariciou e arrancou-lhe gemidos de prazer... sugou seu clitóris, lambeu-o, fazendo-a gozar uma, duas, várias vezes seguidas “Agora você sabe o que é sentir aquilo que leu?” perguntou com voz doce enquanto lhe fazia gozar mais uma vez “Sim, senhor... s-sim, senho-or! Simmmmmmmm!”
Então ele levanta, vai à cozinha ao lado, mexe no fogão, pega uma garrafa de vinho... corta queijo em cubos, volta ao tapete, alimenta-a na boca, da-lhe vinho nos lábios, dá-lhe prazer não uma, mas várias vezes... pela primeira vez prepara sua vagina para a penetração, não só com a umidade que já tinha em si por já ter gozado várias vezes, mas com gel, com carinho penetra lentamente e ela geme... alto... gostoso... em êxtase! Ele aumenta o ritmo de sua penetração e a enlouquece de prazer, fazendo-a gozar várias vezes em seguida... depois diz-lhe que é possível sentir aquele prazer no seu outro buraquinho “Você quer sentir?” pergunta mantendo cativos seus olhos “Sim, mestre!” ele a prepara com carinho... como se fosse uma criança... e mesmo durante a preparação ela já geme de prazer pois ele não tira os lábios de seus doces lábios inferiores, sugando suas carnes molhadas... penetra-a com cuidado... espera que se acostume com seu tamanho e só depois começa a bombar em seu cuzinho doce... e ela goza novamente... e novamente... e novamente...  se aconchega com ela de ‘conchinha’ e ali ficam acariciando-se... “Você me ama, Natália?” ela olha por sobre os ombros e diz com o coração transbordando “Sim, mestre! Sim!” ele sorri.
Acaricia seu corpo nu, trazendo-lhe arrepios... “Durma mulher!” acaricia suas costas “Mulher? O senhor sempre me chamou de Natália, menina ou criança... é a primeira vez que me chama de mulher!” ele sorri e a loucura acompanha seu sorriso... “É porque hoje acabei de matar a sua inocência... então não mereço mais esta vida!” ela sem entender se encaixa em seus braços “Você vai comigo para onde eu for, Natália?” ela se remexe “Sim, senhor!” diz sem titubear “Para qualquer lugar?? Você me entrega sua total vontade?? Vais para onde eu for??” mais uma vez sem titubear mas com uma voz sonolenta ela responde “Sim, mestre... minha vontade é sua! Vou para onde quiseres!” e adormece com um sorriso nos lábios.

O cheiro do gás de cozinha já é sentido por todo o apartamento e ele fica ali... olhando aqueles seios delicados pararem de subir e descer... e quando não vê mais seu movimento sorri... os olhos vítreos por sua amiga loucura e o peito já arfando as últimas baforadas de ar... “Eu finalmente consegui! Agora tudo que era teu me pertence! Teu corpo, tua alma, tua mente, cada recanto de pensamento... Até a inocência! Matei-lhe tudo! És minha!” fala ele em seu último sopro de voz e de respiração... e de loucura... cai com o rosto azulado sobre o corpo imóvel da doce menina... e o vizinho começa a tocar no último volume...

“Todas as formas de se controlar alguém só trazem um amor vazio! Saber amar... é saber deixar alguém te amar!”


 - Herr Folterknecht - O Sádico -
- Hope Subway -
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...