"Sempre desprezei as coisas mornas, as coisas que não provocam ódio nem paixão, as coisas definidas como mais ou menos, um filme mais ou menos ,um livro mais ou menos.

Tudo perda de tempo. Viver tem que ser perturbador, é preciso que nossos anjos e demônios sejam despertados, e com eles sua raiva, seu orgulho, seu asco, sua adoração ou seu desprezo. O que não faz você mover um músculo, o que não faz você estremecer, suar, desatinar, não merece fazer parte da sua biografia."



- Martha Medeiros -

Meus Blog’s!

Mostrando postagens com marcador Meus Contos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Meus Contos. Mostrar todas as postagens

domingo, 3 de julho de 2011

-PADRE GATO-


Atenção Abadessa, Soror, Noviças e Aspirante... estou mandando este recadinho rapidinho pois vocês vão receber a visita do Auditor dos Conventos “O Padre Gato”!
Ele vai especialmente focado na Sóror! KKKK! Só porque faz tempo que ela não me dá presente! KKKK!
Ele é extremamente exigente e sempre requer que suas punições sejam cumpridas à risca... ele tem muitos dons, como tocar sax... entao todas vocês vão tocar no seu “sax sex”... Ele sempre faz o milagre da chuva... e é muito importante que vocês estejam preparadas para este milagre que diz respeito diretamente a vocês!
E por último não se esqueçam de se prepararem para o “Confessionário”!


Espero ter ajudado!
Um beijinho saudoso
-Aspirante tet(udi)nha-

-Hope Subway-

-PONTE AÉREA-


Minhas mãos escorregam de uma montanha até um vale cor de sol...
depois penetram a gruta úmida e escorregadia
que jaz aberta ao lado da minha...
uma impedindo a outra de se fechar totalmente,
uma roçando na outra e ainda provocando tremores...
mãos que passeiam em curvas, grutas, vales e
montanhas úmidas e festivas... 1 mão... 3, 4!
Mãos que não se cansam de deslizar, provocar,
suavizar, apertar, torcer, tocar... e lábios!
Lábios cheios de gemidos de dor
e prazer misturados a gemidos loucos
de que não se tem mais conta...
tudo se foi...
tudo foi feito... nada a ser dito!
Os olhos contam sua pópria história...
e as mãos... as mãos que deslizam
e que gritam por manter esse doce... prazer!
Ansiedade. Ansiedade agora que o avião mostra o sinal de apertar os cintos. Não! A ansiedade vem de muito antes... da conversa por e-mail, do conhecimento por msn, das brincadeiras “inocentes”, sempre deixando no ar minha opção sexual... até que BAM! Se de meu lado as brincadeiras eram constantes e o instinto sexual escorria pelas pernas... e a ansiedade imperava, do outro sempre a seriedade de quem sabe o que quer... e sabe exatamente como conseguir!
Até que veio o convite... tão esperado! Tão esperado?? Céus! Nem eu sabia que era tão esperado! A ansiedade em aceitar... o medo... as tantas vezes que pensei em arrumar uma desculpa... as borboletas no estômago... algumas vezes era o sonho do momento perfeito, dos corpos se unindo, dos suores se misturando, das mulheres sorrindo e se insinuando, sorrindo e chorando de prazer... outras vezes os medos... os monstruosos medos e preconceitos!
Mas venci tudo isso e entrei na internet para comprar a passagem... no meio da compra me sentia completamente humilhada achando que a máquina esfregava aquela palavra horrível na minha cara – LÉSBICA – e em todo o preconceito que vem junto com essa palavra... mais uma vez um exercício de respiração para se acalmar. Acabei de marcar a passagem. Não tinha muito tempo. Fiz algumas compras de roupas pois as estações mudavam de um país a outro... fiz as malas... mais ansiedade... o medo de ser aceita... de ser querida... de ser desejada...
Se você não é desejada no Itaim Bibi, entra no seu carro e em meia hora está em casa, com sorte com uma garrafa na mão para afogar as mágoas... mas do outro lado do oceano, se você não é desejada a humilhação é maior! Ou talvez seja igual, mas o consolo demora mais a chegar!
Chega o dia do embarque... pensei 10 mil vezes na roupa de viagem, tinha que ser prática mas que não amassasse muito para deixar-me apresentável, e com sorte ligeiramente bonitinha, ou desejável para a primeira vez que nos víssemos... ao descer no outro aeroporto. Optei por um vestido colorido, de malha que não amassa, bem leve com um casaquinho de linha na mão e um sapato nem alto nem baixo, meio larguinho, pois já tinha ouvido que a altitude faz os pés incharem. Entrei no avião e para meu susto notei que minha passagem era no meio de dois executivos todos paramentados, que não se conheciam mas que pareciam irmãos gêmeos em seus ternos caros, sapatos pretos e gravatas vermelhas, com seus notebooks abertos... fazendo sei lá o que... mas com cara de ser importante... ou podiam somente estar jogando Campo Minado! Eu tinha certeza que tinha comprado corredor! Que inferno! Só eu mesmo! Ficar Hooooras trancada entre aqueles dois truculentos mauricinhos!
Pedi licensa, coloquei minha bagagem de mão no guarda volumes acima deles, mas mantive o notebook... tinha a intenção de aproveitar e escrever alguns posts no word e depois coloca-los como “programados” para os dias que passaria em minha aventura. Pois fosse como fosse não teria cabeça para atualizar meu blog por alguns dias. Se tudo corresse bem, ficaria no mundo da “Lua” e não teria cabeça para escrever... se tudo corresse mal ficaria “Down” e também não teria cabeça para escrever!
Sentei-me... abri o notebook... os dois começaram a puxar papo... o primeiro perguntando pra onde eu ia – detalhe – era um vôo sem escalas!Só havia um destino possível, a não ser que ele imaginasse que eu ia abrir um pára-quedas e pular em pleno vôo! O segundo falando que o verde de meus olhos combinava com o vestido – detalhe – eu disse que o vestido era colorido... mas não tinha verde... era em tons de vermelho... UAU! Então eu devia estar parecendo uma vampira de olhos vermelhos... ou talvez a coelhinha da Páscoa!
Tentei não demonstrar interesse e continuar escrevendo. O que foi fácil pois parecia que ambos precisavam de assunto para puxar... e não tinham! Então depois de algumas investidas que tiveram como retorno o silêncio, ambos também silenciaram, deixando-me com meus escritos. Mas num vôo tão longo não pude me esconder atrás do notebook o tempo todo, depois de 8 posts lindos a noite chegou no avião... as comissárias passaram entregando pacotinhos com máscaras, fones de ouvido e abafadores de som.
Assim que fechei o note e coloquei na case os dois caíram matando, pelo jeito tiveram tempo para pensar no que falar, mas coloquei a máscara, os abafadores, joguei meu casaquinho por cima e dei um alto suspiro... ambos se calaram... e por incrível que pareça eu dormi! Acordei! Fiquei pensando na vida... imaginando nosso encontro... de tantas formas possíveis...vi tantas coisas passarem por aqueles olhos... carinho, desprezo, alegria arrependimento... quase chorei, no meio daquilo tudo! Mas então os dois urubus acordaram! Imediatamente me levantei, peguei a bolsa e fui pro banheiro!
Tem coisa pior que banheiro de avião? Lá dentro juro que fiquei imaginando como se dá um “pega” num banheiro daqueles... mas não cheguei a nenhuma conclusão... rsrs! Tirei o vestido e fiz uma higiene da melhor forma possível com lencinhos umedecidos, desodorante e umas gotinhas de perfume... em uma hora pousaríamos! Escovei os cabelos, até brilharem... olhei as bijus e saí do banheiro da melhor forma possível naquelas circunstâncias... acho que devia estar bonita pois ambos começaram a falar ao mesmo tempo... então abri meu celular, selecionei uma foto dela... nua e mostrei para ambos... eles me olharam de olhos arregalados, e excitados... perguntei “Bonita né?” eles falaram coisas desconexas concordando “É minha namorada!” o silêncio passou a imperar e durou até a descida no aeroporto que foi bem interessante pois eles entraram numa fila enorme para os brasileiros... eu saquei meu passaporte da comunidade européia e em dois minutinhos já tinha entrado no país com as minhas malas.
Ela me esperava no saguão, em pé, acenando, com um sorriso que ia de orelha a orelha... então vi que estava sendo MUITO bem recebida e que talvez... e só talvez eu tivesse feito muito bem em fazer esta viagem! Me aproximei dela... três beijinhos padrão... saímos puxando meu malão e minha malinha... fomos pra casa dela.
Ela tinha preparado um jantar delicioso... carne assada, com batatas, salada e um vinho português delicioso. Depois do jantar sentamos na sala e ela se ofereceu para tirar meus sapatos... antes que eu pudesse negar já estava sem os sapatos e ela massageando meus pézinhos... colocou uma manta sobre mim... dividiu o sofá e a manta, sentando bem pertinho e passou a mexer no meu cabelo, acariciando-o enquanto secávamos a garrafa de vinho.
Antes do fim do vinho já estávamos aos beijos... antes do fim da noite já estávamos nuas na cama dela...

Minhas mãos escorregando de uma montanha até um vale cor de sol...
depois penetrando sua gruta úmida e escorregadia
que jaz aberta ao lado da minha...

Nos amamos várias vezes ao dia... todos os dias... até o fim da minha estadia no exterior!
A volta foi triste... e solitária pois um enorme pedaço de mim não voltou... mas em compensação... trouxe um enorme pedaço dela dentro de mim... acabou sendo uma troca justa!
-Hope Subway-
Green Eyes – The Lesbian

terça-feira, 21 de junho de 2011

-RECEITA PARA CONTOS & POESIAS DE HOPE-


INGREDIENTES:
Para 1kg:
  • 600gr de verdade
  • 100 gr de invencionices
  • 140 gr de mentirinhas marinadas (para ficarem mais suaves)
  • 100 gr de meias-verdades glasadas de açúcar colorido
  • 50 gr de oportunismo
  • 10 gr de mentiras deslavadas

MODO DE PREPARO:
  1. Junte todos os ingredientes numa tigela transparente para que se possa ver a mistura.
  2. Mexa delicadamente para que as verdades não se percam da tigela, nem as meias verdades se quebrem em ¼ de verdade.
  3. Mexa até se tornar uma mistura com textura de chocloate, cor de ouro e luz própria... bela, colorida e radiante.
  4. Despeje numa forma do formato que mais lhe interessar: conto, poesia ou acróstico.
  5. Deixe “assando” em fogo brando por dois dias.
  6. Depois aproxime-se e veja se a mistura vingou e resplandeceu ainda mais ou se apagou totalmente.
  7. Caso tenha apagado reveja os ingredientes, talvez ainda haja salvação! Seja criterioso com a qualidade das verdades e das meias verdades, mas principalmente com as mentiras deslavadas.
  8. Caso esteja resplandecendo mais que o ouro, retire da forma e coloque no Blog.
  9. Ao final, espere comentários... que nem sempre vêm... mas que sempre são bem vindos.
RENDIMENTO:
Dependendo da forma onde depositou a massa, o rendimento pode ser diferenciado. Pode render um conto, uma poesia, um acróstico... ou se a massa for muita pode render vários... contos, poesias ou acrósticos.

-Hope Subway-

sábado, 19 de fevereiro de 2011

- NO ELEVADOR -


   
    Cheguei da balada... quase 3 da manhã... tava morta... sapato na mão... e ainda aquela chuvinha que esfria, não molha, mas te faz correr... bom... corri pro elevador, quando as portas estavam fechando “Segura!” segurei o elevador... afinal não tem nada mais chato que esperar elevador as 3 da matina! Ai! Meus sais! Entrou um baby... calça rasgada, tênis de marca, cabelo cuidadosamente desarrumado com gel, camiseta de marca e perfumado! Gatinho! Meio novinho... mas miau! Ele olhou pro salto alto na minha mão e falou “Noite longa?” ri “Até que não... má escolha de sapato... vou colocar uma etiqueta nesse SÓ SERVE PRA BARZINHO SENTADA – NUNCA PRA DANCETERIA!” ambos rimos... o elevador parou... a luz apagou... tudo travou... inclusive a risada na garganta “Ai... tenho medo de escuro!” falei em pânico... e ele me abraçou! Pior que nem notei, tamanho era o medo!
    A luz de emergência acendeu e ele chamou a portaria pelo interfone “Óia... a gente vai mandá o zelador olhá aí... mas a gente vai tê que acordá ele premero... intão podi demorá!” um olhou pra cara do outro e caímos na gargalhada primeiro por causa da voz de sono do porteiro, depois pelos kilos de erros de português... ele me soltou “Acho melhor sentar pra esperar!” e sentou e eu fiquei pensando “Por que não senta, gata?” eu ri “Bom... primeiro, se eu sentar lá se vai a meia fina... segundo, não consigo imaginar uma posição decente pra sentar!” ele riu “Eu resolvo as duas!” me puxou pelos quadris e me sentou no colo dele... e mal eu abri a boca pra reclamar ele enfiou a língua dentro e já acariciou as pernas... que delícia de mãos e língua!

   
    A língua passeou pelo pescoço, ombros e colo, enquanto as mãos cobriam pés, pernas, coxas, minha bundinha e até uma passadinha na menina... eu sentada no colo dele só fui sentindo o menino dele endurecer e querer saltar pra fora... que amasso gostoso!! Na hora que tava pronto pra pegar fogo a luz normal voltou... nós levantamos rapidinho, o elevador já andou e parou no zelador que tava com cara de que queria um prêmio por ter feito a coisa funcionar... a gente só agradeceu e apertou de novo nosso andar. Parou no dele “Você não vai me deixar assim, né? Vem cá e vamos acabar o que começamos! Anda!” me puxou e eu nem fingi resistência... entrei no apartamento escuro entre beijos e amassos com ele e fomos direto pro quarto.

   
    A roupa não durou cinco minutos... nem sei como aconteceu... quando me dei conta tava montando aquele alazão... e que alazão! Ele era enorme! E aquele cara podia se chamar de “grosso” sem medo de mentir! Pensei com meus botões... “Adoro homem grosso!” montei... cavalguei pra valer! No meio da cavalgada a porta abre! O que? Ele é casado? “Anderson G.G. da Silva!” uau... tinha que ser GG! “Mãe... calma!” olhei pros dois... aquela gata era mãe dele? Optei pelo ataque! Levantei daquele alazão duro e nua andei até a porta... segurei ela pela nuca e beijei... um beijo doce... só pousando os lábios, passando a língua, seduzindo... ela abriu a boca e entrei... com firmeza, mas com doçura... foi um beijo melado... ela começou a passar a mão em meus seios e eu comecei a abrir o zíper do vestido... em poucos segundos estávamos nuas... nos beijando e acariciando avidamente.

   
    Puxei ela pra cama e puxei as mãos de GG sobre o meu corpo... ela passou a olhar... ele aos poucos se soltou e começou a beijar e lamber também! Eu beijava ela e lambia seus seios... quando encostei os meus seios nos dela e a boca dele passou dos meus seios para os dela... propositalmente. Ele a lambia e olhava para ver sua reação... ela fechou os olhos e se entregou... voltou a me beijar... depois desceu pela barriga e abriu minhas pernas para lamber minha menina melada... ele abaixou para lamber a menina dela e eu abaixei para sugar seu delicioso GG.
    Dali pra frente as lambidas e beijos foram se soltando... até que ela se colocou de lado pra me lamber e ele aproveitou a posição... mirou e meteu. Ela gritou e tentou sair... mas ele segurou seus quadris contra o dele e sua boca contra a dele beijando e abafando os protestos enquanto metia sem dó... ela se soltou... e começou a gemer... passei a lamber seus seios e ela chegou ao clímax muito rápido. Mas ele não parou, pelo contrário, agarrou um de meus pés e puxou, abrindo minhas pernas e lambendo minha menina doce.
    E assim, com um sobre o outro, chupando, lambendo ou metendo, continuamos por um tempo até que os meus orgasmos e os dela eram constantes e seguidos... praticamente sem pausa... então ele gozou... urrou de prazer! E caiu mole entre nós duas... que resolvemos dar um “banho de gato” nele, lambendo cada pedaço de pele. Ao acabar ele tava pronto pra outra... me colocou de quatro e começou a meter na minha menina sedenta e a beijar e lamber sua mãe... quando chegamos ao clímax, juntos, mais uma vez, estávamos exaustos... e adormecemos ali.

    Assim que acordei, juntei o que pude achar de minha roupa e me mandei... não queria ver como eles iam se encarar pela manhã!

- Jade – A Azarada –
- Hope Subway -

domingo, 13 de fevereiro de 2011

- UMA JORNADA DE PRAZER (Parte Final) -


No sábado de manhã me vesti e já saí do quarto pronta pra ir pra casa. Tinha sido tudo ótimo, mas tinha chegado ao fim!
Pois bem... ele tava de pé... bermuda jeans, camiseta branca e tênis. Nossa! Que diferença! Que gato! Me aproximei, sem me olhar ele me passou a caneca de café quente. Comecei a tomar. Ele mexendo em dois notebooks abertos na mesa de jantar “E-eu to indo” ele me olhou e voltou a olhar o note “Vou chamar um taxi... não precisa largar o trabalho!” peguei o celular e ele falou “Bom dia pra você também!” puxa... que mancada... tinha esquecido de dizer bom dia... meleca... que falta de educação! “Bom dia, Mestre... desculpe... só não queria incomodá-lo!” ele acabou o café, fechou os notes e colocou um numa mala aberta “Eu vou te levar em casa! Acabe seu café!” não deu outra... queimei a língua!

Descemos pra garagem e entramos no carro e eu pensava... que esta era a maneira mais sórdida de dar o fora na garota... ele saindo de mala feita só pra eu achar que ele ia viajar e que eu não devia ligar... nunca mais... e se ligasse teria a perfeita desculpa pra dizer que tava viajando ainda... ainda... ainda! Ele parou em casa e me virei pra agradecer... “Você tem 20 minutos para fazer uma mala simples, com lingerie e roupa de calor... nós vamos viajar pra Socorro, uma cidade do interior de SP, e lá está uma base de 30 graus, segundo o que olhei na net, com previsão de sol... tem filtro solar? Leve! Tire a calça jeans... leve só vestidos, bermudas e blusinhas leves... eu espero aqui... e não gosto de esperar!” eu tava de boca aberta ainda travada no assento... “Tá esperando o que?” não me mexi. Com um suspiro “Pet, nós vamos viajar... pro interior de SP. Lá tá calor. Você tem que fazer uma mala. Você tem que levar roupas leves. Não pode esquecer o protetor solar...” cortei ele no meio da frase “Por que?” ele me olhou “Porque você é muito branquinha e lá tá muito sol...” cortei de novo “Não! Por que o Sr quer viajar comigo?” ele ficou me olhando “Por que não?” aí eu me confundi toda! “Hummm?” perguntei com ar de idiota, ele riu “Hope, minha linda, você não falou que era minha cadelinha? Você escolheu ser! E eu aceitei! Só que agora temos que nos conhecer! E vamos usar o fim de semana pra isso... num hotel... em Socorro! A cidade é linda e não foi muito atingida pelas enchentes recentes...” cortei de novo “Eu conheço bem a cidade... trabalho ali por perto em minhas viagens!” ele me olhou incrédulo “Humm... então tá... vai lá e faz a mala! E pet??” olhei pra ele já de saída “Não me interrompa de novo! É falta de educação! E sei que seus pais lhe deram muita educação!” corei e fui fazer a mala.

A viagem de ida foi linda, cheia de paradinhas pra tomar água, passar protetor em mim e beijar, beijar, beijar... quando chegamos lá a cidade realmente foi pouco afetada pelas enchentes... estava bem arrumada e “fofa”... passeamos bastante, fomos à Feira de Malhas Permanente e fomos ao Belvedere da cidade, onde tem um Cristo, que visitamos e onde nos beijamos muito. Durante todo o dia passeamos, conversamos e namoramos, no fim da tarde foi um ‘perereco’ KKK... eu disse pro Dono que nas muitas vezes que viajei para lá com meus pais, quando menina e depois de adulta, sempre íamos a uma padaria especial, com uma escada levadiça que meu pai construiu para o padeiro que era amigo dele...
E lá comíamos ‘cueca virada’ um doce delicioso pra tomar com café à tarde. Bom. Fiz tanta propaganda e falei tanto das histórias que ele quis ir. E eu que não achava a bendita padaria? E ele que simplesmente dizia: “Foda-se, agora eu quero! Você tem que achar a padaria de qualquer jeito!” passei pro volante, virei a cidade de cabeça pra baixo... e não achei! Parei num posto de gasolina e perguntei... e por milagre o cara me explicou que uma rua tinha se tornado mão única, por isso não tinha achado, dei uma volta e paramos lá pra comer a tal ‘cueca virada’ e tomar café da tarde... olha... foi um sonho romântico... tive atenção, carinho e muitos beijinhos, como um casal de namorados comum, baunilha e apaixonados. Voltando pro hotel ele ligou o som do carro e ‘me apresentou’ a uma música “Pet... hoje você vai conhecer uma música linda do Luiz Melodia... que a gente vai praticar hoje...”



Surra de Chicote

Composição: (Luiz Melodia)
Hoje não calo, não fumo
Não digo em voz alta
Pego chicote de ouro
Com fios de nylon
Quero ver seu corpo pra fazer
Uma arte, um prazer
Corpo nu de você
Virgem ser, pra querer
Uma surra de chicote, de chicote
De chicote pra sofrer
Fecha os olhos
Sonha um carro, um sexo
Não me cortei com canivete
Mas vi sangue a escorrer
Virgem ser, pra querer
「ღ」

Ai céus! Chicote DE NOVO? Acho que vou enfartar!
Chegamos no Hotel e ele me deixou sentada no saguão e subiu. Disse que depois me ligava pra eu subir! Me ligou e subi! Entrei no quarto... tremendo de medo... ele de banho tomado, cheiroso, cabelo lavado, barba feita, calça preta, sem camisa, chicote na mão... o quarto todo iluminado por velas, que eu sabia que não serviriam só para iluminação...


...cordas roxas (minha cor favorita) arrumadas sobre a cama, ao lado de outros “brinquedinhos” que não ouso dizer... não entrarei em tantos detalhes... senão corarei! Música ambiente... foram muitas... mas na hora que entrei ele me segurou e foi falando a letra de “You are so beautiful” no meu ouvido...



You Are So Beautiful

You are so beautiful
To me
You are so beautiful
To me
Can’t you see?

Você É Tão Linda

Você é tão linda
Para mim
Você é tão linda
Para mim
Você não vê?
You’re everything I’ve hoped for
You’re everything I need

You are so beautiful
To me
You are so beautiful
To me
You are so beautiful
To me
Can’t you see

Você é tudo que eu esperava
Você é tudo que eu preciso

Você é tão linda
Para mim
Você é tão linda
Para mim
Você é tão linda
Para mim
Você não vê?
You’re everything I’ve hoped for
You’re everything I need

You are so beautiful
To me
Você é tudo que eu esperava
Você é tudo que eu preciso

Você é tão linda
Para mim

「ღ」
 
Me beijou... um beijo fundo, sem pausas, sem respirar, de tirar o fôlego... depois me olhou “Tira a roupa!” fui tirando tudo e colocando numa cadeira, entrei no banheiro e a banheira estava cheia, com cheiro de sais de banho... mergulhei... “Lave o cabelo!” tomei banho e lavei o cabelo na banheira com ele olhando... me enxuguei... com ele olhando... depois não sabia o que fazer... ele riu “Adoro ver você tremer quando fico em silêncio!” sorri e continuei ali... ele mandou que eu deitasse de bruços na cama, depois pegou uma das cordas e trançou no meu cabelo, continuou trançando no pescoço, seios e tronco... fiquei maravilhada! Me achei linda! Os seios deram um UP, o tronco trançado deu um contraste lindo da minha cor branca com a corda roxa... fiquei emocionada! As mãos foram trançadas para trás, junto com a perna esquerda flexionada... depois ele amarrou a perna direita esticada e presa na cama. Fiquei completamente amarrada e não conseguia me mexer. Ele parou e ficou admirando sua obra de arte... durante toda a amarração ele testava as cordas para ver se não estavam prendendo a circulação... achei um cuidado delicioso!
Bom... depois disso fui chicoteada, tive velas de cores diferentes pingadas pelo meu corpo, me ‘decorando’, prendedores presos em meus mamilos, objetos penetrando meu corpo, dedos, língua, pênis e outras coisas doloridas e deliciosas... doloridas porque sou bem menos maso do que qualquer outra sub que conheço... deliciosas porque foram feitas com cuidado, com atenção, e ele me perguntou diversas vezes qual minha ‘safe word’... foi lindo! Emocionante mesmo! E não tive uma única crise de pânico!

A noite transcorreu em PURO PRAZER! PURE PLEASURE!
No domingo de manhã levantamos e tomamos o café em Monte Alegre, numa doceria de um italiano que o Dono conhecia... doces deliciosos, café... ai café! Minha perdição! Tomei 3 xícaras! Também... depois da noite que eu tive... eu precisava! Delicioso, com aroma de amêndoas. Andamos pela cidade e visitamos seus pontos históricos e turísticos, foi um dia idílico, novamente, na volta paramos na cidade de Bragança Paulista, que tem um Lago maravilhoso, onde fizemos pic nic, nos beijamos, conversamos, beijamos, ouvimos música, beijamos e... namoramos e... beijamos mais um pouco! E vimos até capivaras! O Dono tirou até fotos! Olha que lindo!

 

Terminamos a viagem num barzinho com música ao vivo... cervejinha gelada... linguicinha... e muitos beijinhos.
Quer saber?
A viagem foi linda!
Conversamos e nos conhecemos muito... tive com quem falar de meus pais... e fiquei extremamente feliz! Massssssss...
A volta foi muito triste, pois eu continuava com a idéia de que tudo acabaria a qualquer momento. Só agora que estou escrevendo a história é que sei que ele já tinha se decidido lá atrás, na 6ª feira, que eu JÁ era sua nova pet. Juro que se soubesse disso antes, teria curtido mais a viagem, pois passei todo o tempo com aquele ‘gostinho amargo no fundo’ da garganta porque a viagem terminaria e PUF! O sonho também!
Ele me deixou em casa no domingo a noite. Foi solícito, atencioso, delicioso... mas me beijou e foi embora!
E bom... confesso! Desmoronei! Vocês lembram que passei a 2ª, 3ª e 4ª dodói? Pois é... ele até ligou... mas tava numa correria no serviço dele... e o tempo todo eu achando que ele ligava por pena... e não por preocupação... tratei ele com respeito, mas com distância... isso deixou ele tão preocupado que 5ª feira, 10 da manhã, ele bate na minha porta, com comida e mala, pra ficar até eu ficar boa.
“Escuta aqui, menina... não sou moleque pra ser tratado com frieza! Se você não queria Dono, não me procurasse, porque agora... foda-se! Você é minha! E eu vou tomar posse de você todos os dias, o dia todo até domingo a noite... até você não conseguir andar... até você se arrastar no chão e me pedir perdão por me tratar com frieza... até você se arrepender de ter mudado de idéia... ou sei lá o que... a questão é que você vai ficar comigo... quer queira, quer não... porque eu te dei opção no início... agora é tarde demais pra voltar atrás... não passei um fim de semana inteiro com você... ou melhor 4 dias inteiros com você, pra você ficar me esnobando depois!”
Nem preciso dizer que quase morri de medo, de susto... então caí em prantos de alívio... agarrei ele na porta e chorei que nem criança... ele ficou todo confuso, me empurrou pra dentro, sentou no sofá, me colocou no seu colo e me esperou parar de chorar, aí me fez explicar... e eu expliquei toda a confusão da minha cabeça... e chorei que nem menina... ele explicou pra mim o lado dele da história e acabamos por nos entender.


Passei a 5ª toda sendo mimada, com comidinha na boca e tudo. Floresci... melhorei 1000%! No fim da tarde, sem febre, foi a vez do castigo! Merecido! Pela confusão que eu aprontei nas nossas vidas. Ele me fez escrever nossa história, desde 5ª passada, até hoje. Agora são 4 da manhã e ainda estou escrevendo e organizando os posts para irem ao ar amanhã, sábado e domingo as 10 da manhã. E só depois que eu acabar esse texto vou poder ganhar carinho de novo. Tá certo que o Dono está aqui do lado, vendo TV, acordado... não quis me deixar sozinha... mas sem conversar... disse que meu castigo era contar pra todo mundo minha burrice... e me humilhar um pouquinho! Mas eu mereci! Tenho certeza que esse fim de semana vai trazer novidades... não se preocupem! Vocês vão ficar sabendo!

「ღ」

Beijokas açucaradas...
{hope}_


A JORNADA ACABOU!
ESPERO QUE TENHAM GOSTADO!

- {sonhadora} - A Submissa -
- Hope Subway -

sábado, 12 de fevereiro de 2011

- UMA JORNADA DE PRAZER (2ª Parte) -


Sabe quando você passa o dia sem saber o que fazer? Andei que nem barata tonta. Troquei a roupa de cama... coloquei na máquina... tomei banho... lavei a lingerie e coloquei pra secar pra usar de noite... fiquei com fome... fiz almoço, ou melhor... jantar, porque só ficou pronto quase 16 horas... comi... vi TV... sem computador... sem bateria no cel... nem sabia a hora que ele ia chegar...
Foi aí que parei... foi aí que as minhocas proliferaram! O que eu ia fazer quando ele chegasse? Como ele ia chegar? Com que humor?? E se chegasse que nem “DR”? já querendo sexo sem preliminares e me batendo depois de gozar?? Meleca! Tava eu presa de novo naquela situação ridícula! Me vesti para sair. O interfone tocou. Atendi aflita. “Boa tarde! A sra pediu pra ligar quando o Sr Thor chegasse... ele acabou de entrar na garagem!” tremi inteira “Obrigada!” desliguei. Ai céus! O que eu faço? O QUE EU FAÇO??? Arranquei toda a roupa, dobrei e coloquei fora de vista... fiquei de quatro na cama, na melhor posição de espera do Dono... os cotovelos no colchão, o rosto no colchão, as pernas bem abertas, além da largura dos ombros... tudo como manda o figurino! Mas não fiz por prazer, nem por submissão, nem mesmo para agradá-lo! Fiz por medo! Tremia inteira de medo!
Ouvi o barulho da chave... seus passos... sua entrada no quarto... enfiei a cabeça nos travesseiros... medo e vergonha... que posição ridícula! Ali... com a bunda pra cima e todas as minhas vergonhas expostas... ele certamente ia rir na minha cara... e brochar logo em seguida! “Que posição é essa, cadelinha?” não sei que tom tinha aquela voz... quase morri de medo... “Posição de cadela esperando o Dono!??” meio que falei, meio que perguntei... enfiei a cara no travesseiro pra enxugar as lágrimas... olhei pra trás... ele estava parado na porta... me olhando... entrei em pânico!

Enfim ele se mexeu... tirou a gravata, o paletó, a camisa, e ficou só de calça... prendeu o cabelo num rabinho e me acariciou “Que pele branca... não ficou nenhuma marca de ontem! Parece chantili! Tão macia, tão cremosa... dá vontade de...” ele lambeu a bunda toda, depois fez um anuslingus delicioso... lambeu minha menina e começou o fisting que eu tanto odiava... mas que passei a amar... só colocou 2 dedos... “Mãos pra trás!” ele segurou acima dos meus cotovelos e fez uma alavanca... me puxando ao mesmo tempo em que enfiava... foi fundo! Nem ele agüentava mais... gozou em poucas estocadas... e eu fui junto! Caiu por cima de mim na cama, depois rolou e me colocou no seu colo... me olhou... “Sem morder tigrinha!” me fez carinho e ficamos assim... ele levantou e foi pro banheiro... voltou... “Tá esperando um convite por escrito? Anda! Vem lavar meu cabelo!”
Entramos no chuveiro e eu dei banho nele e ele me deu banho... até que segurei aquele pau... delicioso... com a mão ensaboada... e fui punhetando ele... ele abriu os braços e colocou as duas mãos nas paredes... e começou a gemer... de olhos fechados e com o rosto virado pro teto... eu arranhava e acariciava seu corpo e lambia e mordia seu mamilo... me deliciando com suas reações... “Pára!” não parei... continuei atiçando ele... ele olhou pra baixo... “Mandei parar!” a voz tava rouca de tesão, ele tava duro feito pedra... sabia que ia gozar muito em breve... não quis parar!


Ele me agarrou pelo cabelo e puxou pro lado, me afastando dele e rindo... “Minha tigrinha gosta da dor??” Me puxou pelo cabelo até chegar perto dele e me mandou ficar na clássica posição de ponte... as duas mãos no chão, com a bunda pra cima e as pernas abertas... eu já sabia o que ele ia fazer... e não me enganei... ele me fodeu no chuveiro... segurando pelo quadril, duro, forte e fundo... meu corpo tremia de tesão... “Goza tigrinha!” eu gozei... antes de parar de tremer ele retomou o foda e me encheu de novo... gozei de novo... antes de parar ele começou pela terceira e pela quarta vez... minhas pernas já não me agüentavam... mas ele não estava satisfeito... me colocou de joelhos e entrou por baixo, me sentando no colo dele... na hora lembrei de uma foto copiada do Blog Sensualíssima... e gozamos juntos... em meio a gritos e gemidos de intenso prazer!

Depois desse banho fomos jantar... durante a tarde fiz um prato de culinária alemã, já que nós dois somos descendentes... ele amou! Arrumamos a cozinha juntos, depois ele me mandou esperar na cama. Quando ele veio chegando percebi na hora que trazia uma vela acesa... não agüentei... já fui logo me encolhendo... “Não, não, não...” ele colocou a vela sobre a cômoda, me pegou pelos cabelos e puxou... “Não? Como não? E cadela pode dizer não? Você ainda não aprendeu? Seu castigo vai ser postural! Volta pra posição que te mandei!” voltei pra posição... deitada, dedos cruzados na nuca, joelhos flexionados e bem abertos... mais do que a largura dos ombros (acho que se chama posição de espera deitada) “Vou fazer tudo sem te amarrar! Mas você não pode se mexer! Você tem que confiar que eu não faria nada pra te queimar... não quero ver o teu sofrimento, quero ver a tua entrega, a tua submissão à minha vontade, aos meus desejos... quero ver a tua confiança inabalável... e quero ver e ouvir você gozar... esse é meu maior prazer!” já falei que tenho a língua comprida? “Então nem precisa de sexo depois!” ele riu.
“Cadê aquela mordaça, mesmo?” ele levantou... “Não, Mestre, por favor!” ele parou... cruzou os braços... estava nu da cintura pra cima... aqueles braços que pareciam troncos de árvores... “Me convença!” e continuou parado ali, me olhando... “Por favor, meu Sire!” (Sire quer dizer Soberano Senhor! Puxei o saco legal, né?) ele riu... “Tá bom, cadela puxa saco! Mas vai ficar em silêncio o resto da sessão... só vai falar quando eu permitir... até lá o máximo que pode é gemer! Entendido, sua sacaninha puxa saco??” balancei a cabeça “Sim meu Sire!” ele pegou a vela, pôs no criado mudo... “Quero você o tempo todo de olhos abertos e respirando! Não prenda a respiração e não se mexa... se você se mexer pode acabar se queimando por acidente!” ele falou mas viu que a crise de pânico já não me deixava respirar... foi acariciando minhas coxas, barriga, seios, indo e voltando sensualmente, sempre chegando perto, mas nunca tocando minha menina... foi fazendo isso por um tempo infindável, como se ele só estivesse ali para isso, como se não houvesse mais nada no mundo.

Eu relaxei... e ele pegou a vela com uma mão e massageou o mamilo com a outra... “Olha pra mim!” eu vi que ele fazia as duas coisas mas olhava dentro dos meus olhos... com cuidado, habilidade... sei lá... ele começou a girar a vela... tinha um buraco na cera mole perto da chama, mas tinha uma camada de cera dura em volta da vela, então a cera mole não escapava. Ele girou e girou a vela... depois deixou um pingo da cera mole na beira da cera dura por um século e meio (rsssss... pelo menos foi o tempo que passou pra mim, já que era eu ali embaixo da gota) “Não se mexa... e não fale!” então ele deu um puxão firme no mamilo esquerdo, que ele vinha apertando e massageando... quase gritei, mas minha atenção foi pro seio... e quando dei por mim a cera já estava no mamilo. Ele continuou massageando meu corpo e girando a vela... foi pingando... e me ‘decorando’ com a cera da vela... os pingos eram uniformes e eu mal respirava... ele fez dois corações... um em cada bico do seio... e depois, entre os seios colocou nossas iniciais... na hora achei lindo... agora escrevendo... ele tinha muita prática com os corações e as letras... já deve ter feito isso dois milhões de vezes! Ele devolveu a vela à cabeceira... deitou e ficou apreciando sua obra de arte... deixou que eu me mexesse e me fez deitar de lado... se arrumou em conchinha atrás de mim... e ficou acariciando sua obra de arte e meu corpo nu com as mãos! Dormimos assim!

A JORNADA CONTINUA EM SUA ÚLTIMA PARTE!
AMANHÃ AS 10:00HS!
AGUARDEM!
COMENTEM!

- {sonhadora} - A Submissa -
- Hope Subway -

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

- UMA JORNADA DE PRAZER! (Parte 1) -


Quinta feira chata, semana chata, ano chato... vida chata?? Passei o dia sem ter nada o que fazer, então me depilei, fiz as unhas, hidratei o cabelo, fiz escova... para ninguém... só porque não tinha o que fazer! Depois me enchi de creme de chocolate e deitei nua na cama para secar... liguei a TV e... instalou-se a chatice!
O telefone toca. Número privado. Odeio isso. Sempre é encrenca. “Pronto!” digo com voz de poucos amigos “Pronta pra que??” meu coração deu um pulo... um tombo... pulou uma batida! Aquela voz vinda de tantos anos atrás... mas indiscutivelmente a mesma... eu reconheceria em qualquer lugar! “Pronta pra muita coisa... menos pra ouvir sua voz!” uma gargalhada sonora, gostosa, ruidosa, masculina... “Ai... meus sais! Tô ficando molhada só com a risada do homem?? To necessitada!” pensei já me alagando... “Você sabe quem está falando, pussy??” hummm... “Bom agora não sei mais!” silêncio do outro lado “Porque não??” respiro fundo “Você nunca me chamou assim! Pussy é para pets em geral!” risada de novo “Bom... primeiro... sempre te chamei de loirinha... ou tigrinha! Segundo... me disseram que você virou cadela... então pussy é apropriado, mesmo porque odiaria ter o teu marido no meu pé! Terceiro... você vem sendo sempre minha tigrinha, portanto também pode ser chamada de pussy, já que não deixaria de ser uma pet! Lógico que seus pais não podem nem sonhar com essa nossa conversa!” outros cinco minutos transcorreram falando sobre, divórcio, falecimentos em família, fim de relacionamento baunilha, quase coleira de Dom... e outros assuntos atrasados nesses 5 anos... “Credo! Quanta notícia triste! Me dá uma boa notícia senão até eu choro!” as minhas lágrimas já estavam rolando, sem ter como parar... “Uma notícia alegre? O sr me ligou, Mestre!”
Silêncio do outro lado... “Porque você sempre me chamou de Mestre, Hope?” a pergunta foi direta e simples... num tom que pressionava, mas não ao extremo “Ahhh... o Sr sempre me ensinou muito! Sempre foi fonte de muitas respostas e muitos acalantos nos momentos difíceis... foi sempre um Mestre em minha vida! É só uma forma de dar crédito ao quanto o Sr me ensinou!” novo silêncio... mais prolongado, dessa vez! Nunca lidei bem com os silêncios... eles me incomodam! Mas vivem pontuando minhas conversas. E o pior. Parece que quanto mais amo e respeito alguém, mais desses malditos silêncios acontecem! “Mestre?” um bufo “Não quero que me chame assim, Hope!” uma bofetada na cara! “Sim, Sr!” as lágrimas voltando a escorrer... as vezes penso se todo Dominador de verdade tem uma bola de cristal ou faz chamada em vídeo sem a gente saber... mas eles sempre sabem como tá a minha cara ou como to me sentindo e principalmente quando to chorando... e juro que não fiz um único som! “Não chora menina!” o tom bateu lá na alma submissa e fez tremer incontrolavelmente... “O que você tá fazendo?” suspirei, enxuguei as lágrimas “Nada! Vendo TV!” então veste uma calça jeans, camiseta e tênis e desce... to no teu apartamento em 10 minutos!” tem coisa mais incrível que o Dom te dizer que tá lá em 10 minutos? “O Sr tá no Brasil?” risos “10 minutos!” clique! Quando eles simplesmente dizem 10 minutos, não dá tempo de inventar desculpas, nem de se furtar, nem de fazer nada... você só corre pra tomar um banho e se arrumar um pouco... e talvez a casa... se acha que ele vai subir. Não dá para passar nada na tua cabeça! NADA!
Como já tinha tomado banho e feito aquilo tudo, só escolhi uma lingerie de renda pêssego, coloquei calça jeans, camiseta e tênis, como mandou, peguei a bolsa, fechei o apartamento e desci. A sincronia foi perfeita... chegamos juntos à portaria do condomínio... ele abriu a porta da Blazer dele e desceu... será possível que eles fazem complô para andarem inteiros de preto?? E para serem lindos?? Meus sais!! O cabelo estava mais comprido... só tem cabeludo na minha vida! O corpo ainda forte... de cavanhaque... adoro cavanhaque! Com toques grisalhos no cavanhaque e nas têmporas! E ele não fazia a mínima questão de esconder sua idade... ostentava-a... como forma de poder e sabedoria! Agora o coração deu cambalhotas! Lindo! Poderoso! Gostoso! Continuei andando... ao chegar perto... “Você cresceu, menina! Cinco anos te tornaram uma mulher!” meu sorriso se estampou de orelha a orelha e baixei os olhos vermelha de vergonha “Uma mulher feita e ainda fica vermelha?? Vamos ver se consigo fazer você ficar fosforescente! Entra!” dei a volta no carro e entrei. Ele colocou o cinto sobre mim e saímos. No caminho, um verdadeiro interrogatório sobre tudo que não tínhamos falado no telefone.

Entramos no apartamento dele e me serviu uma taça de vinho... “Você sabia que há quase 20 anos vivo uma vida BDSM?” meu queixo caiu... ele sentou, fechou minha boca e contou sobre sua vida “E fazem mais de 5 anos que não tenho uma sub permanente... não encontrei ninguém que eu quisesse dominar por mais de uma noite!” o silêncio caiu entre nós... eu não tinha idéia do que dizer... então não disse nada! Não tinha o que fazer... então me sentei no chão ao lado da poltrona e coloquei a cabeça sobre suas coxas. E fiquei em silêncio... só esperando para ver sua reação.
Era arriscado! Fazia anos que não o via e da última vez eu era só uma criança para ele... o que será que veria em mim agora?? Eu já disse que ele é lindo?? Não precisava ficar comigo, né?? E de repente um caminhão de entulho caiu na minha cabeça. A verdade dói! Ele não ia e nem queria ficar comigo! Queria uma noite de prazer. E só! Meus olhos marejaram na hora! Meleca, meleca, meleca! Nesse último ano e meio consegui escapar “milagrosamente” da mão de três dominadores assim! E agora, caio que nem uma idiota na armadilha mais velha do mundo! Tava presa na casa dele, de joelhos, com a cabeça no seu colo, que nem uma cadela sem Dono! Mas parei e pensei... “O que  de PIOR podia acontecer?” Eu ia ter uma transa gloriosa e sair dali com a bunda ardendo! Mais do que isso eu sabia que não ia acontecer! Ele jamais me espancaria!... Não é?
Ele passou a mão pelos meus cabelos, acariciou de leve, agarrou-me pela nuca e puxou, devagar, mas firme, levantando minha cabeça até sua boca e me beijou! Ai céus! Que gosto bom! Vinho com perdição! Quando puxou minha cabeça de volta, separando o beijo, me senti triste... ele olhou dentro do meu olho... seus olhos de chocolate derretido estavam fervendo... ou era eu que fervia? “Você sabe o que é SSC?” fiquei confusa “Se-sei, sim Sr!” disse meio gaguejando... o que será que ele ia fazer agora?? Ai céus... “Você sabe o que é uma ‘safe word’?” balancei a cabeça “Sei sim, Sr!” ainda acariciando o cabelo da minha nuca com uma mão e segurando o vinho com a outra, colocou a taça na minha boca e virou, bebi obedientemente, mas só um pouquinho... não sou muito boa com bebidas alcoólicas e ODEIO bêbados! “Então me explique o que é!” organizei as idéias “É uma palavra segura, que pára todas as ações! Se eu disser essa palavra tudo pára porque, de alguma maneira meus limites foram ultrapassados...” já tava fechando aí, quando o medo bateu e acrescentei “Os limites podem ser tanto físicos, de dor, quanto mentais, de humilhação!” ele deu um sorriso “Boa menina!” bebeu o resto do vinho e colocou a taça na mesa.
“De pé!” levantei na hora “Tira a blusa!” tirei agradecida por ter vestido lingerie de renda por baixo “O tênis!” tirei “Meia de ursinho?? Que fofo!” quis me esconder dentro da meia, mas não deu tempo! “A calça!” tirei a calça jeans e coloquei em cima da blusa e das meias... fiquei só com a calcinha e o soutien... uma eternidade! Que inferno! Que IN-FER-NO! Queria ter o corpo da Gisele Bündchen... assim não ia ficar me martirizando nessa hora! O que será que pensava? Como queria poder “ler” ele! “No meu colo!” virei pra sentar de ladinho “De frente!” abri as pernas e coloquei uma de cada lado de suas coxas, os pés no assento da poltrona. E ficamos cara a cara. Ele não desviou o olhar de mim! Passou o dedo pelo colo dos seios, depois penetrou o dedo dentro do soutien... puxou o seio pra fora... segurei o gemido... colocou os lábios nos mamilos e sugou devagar... ainda olhando para mim...
 
uma mão segurando minha bunda e apertando e a outra entrou na calcinha e acariciou minha menina... suspirei e prendi a respiração esperando pelo inevitável... ele enfiou um dedo e alcançou meu botão... acariciou com todo o cuidado, delicado e carinhoso, me fazendo prender a respiração... puxou e beliscou meu botãozinho, me deixando sem ar. Enfiou um dedo... eu estava completamente alagada... só acariciou, mexeu girou... então enfiou o segundo dedo, deixando o polegar roçando no botãozinho... e me fodeu com os dois dedos... não falei, nem pensei, acho que nem gemi... gozei depois de duas ou três estocadas.
“Não te dei autorização pra gozar, cadelinha!” falou tirando a boca do meu mamilo “De bundinha pra cima pra aprender!” levantei do colo dele e me debrucei nas suas coxas... segurei com as palmas no chão e os pés ficaram no ar... ele bateu. Nem sei se foi forte demais. Só sei que me senti oprimida olhando o chão, as pernas e sem ouvir nenhum som... lembrei de meu passado com “DR” e suas surras sem motivo... e chorei em silêncio, com medo dele ouvir meu choro e bater mais pra eu chorar mais. Mas ele parou! “Cadelinha, você tem uma safe word?” eu só balancei a cabeça “Então porque o medo, Delícia?” ele falou com voz doce e começou a acariciar minha bundinha (to sendo boazinha comigo mesma... minha bundona!) depois meteu um dedo e começou a me foder, girar, acariciar o grelinho, me fazendo suspirar “Você não tem permissão pra gozar!” mas não parou... continuou me fodendo e eu tentando segurar o gozo... que tortura! Quando tava quase impossível segurar ele parou “Vou dar 10 tapas. Vou aumentando a força de um pro outro. Se for demais use sua senha! Entendeu? Não quero você com crise de pânico! Confie em mim! Você confia?” balancei a cabeça automaticamente... não confiava. Ia tentar e ver no que ia dar. Ele bateu. No 8º tapa as lágrimas começaram a descer. No décimo ele parou.
“Da próxima vez você vai contar! De pé! Senta aqui!” sentei de novo de frente no colo dele... ele tava muito, muito duro. Segurou meu rosto, enxugou as lágrimas, me beijou olhando dentro dos meus olhos... fechei os olhos... “Abre! Quero ver o que tá sentindo! Não pode fechar, entendeu?” só balancei de novo a cabeça e de olhos abertos nos beijamos... ouvi o som do zíper, ele empurrou a calcinha pro lado e me penetrou. Escorregou pra dentro de tão molhada que eu tava... ele começou devagar, mas logo eu tava na beiradinha do gozo de novo... e ele nem tinha aumentado a velocidade... então, sem parar o beijo e mordendo minha boca falou rindo “Você tem autorização pra gozar, Hope?” olhei pra ele incrédula e ele continuou me torturando com mãos, língua, dentes, boca, cavanhaque, e é claro, com o pau metido até o talo em mim! E eu me segurando pra não gozar! Alguém sabe como se faz isso? Eu, definitivamente, não sei! Já tava em outra dimensão...
Colocou a língua na minha orelha, mordeu “Pode gozar, tigrinha!” não precisou falar duas vezes. Gozei... gozei... gozei... tremia que nem vara verde, quando ele gozou... que delícia de gemido... grosso, sem palavrões, mas um urro de um animal... rssssss... só de sentir ele gozando e me agarrando, gozei de novo! Delícia! Ficamos um tempo ali, abraçados... até a respiração voltar ao normal. Já tinha tudo planejado. Ia levantar, ligar pro meu taxista e fim!
Ele deu um tapinha na minha bunda “De pé, tigrinha! Vamos pra cama... tenho outras surpresas pra você no quarto!” fiquei de pé e não sabia se ia com ele ou se chamava o taxi... acabei indo. Por que não? Se era uma noite só... ia aproveitar ao máximo! Cheguei ao quarto de lingerie... e ele vestido! Lógico! Odeio isso! Eu to sempre mais pelada que o Dom! Meleca, meleca, meleca! “No centro da cama! Perna de índio! KKKKKKKK... que nem seus aluninhos do passado!” ele abriu a cômoda e foi tirando e colocando sobre o canto da cama... algemas, venda, mordaça, vibrador e ky. Quase enfartei! Sem sentir já comecei a fazer que não com a cabeça. Ele só me olhou. Travei. O olho encheu de lágrimas e de repente escorreram e comecei a soluçar. Ele sentou na cama e me olhou. Não falou nada. Estendeu a mão e acariciou meu rosto, pegou meu cabelo e fez carinho. Me acalmei. Ele trouxe as algemas pra perto de mim, depois a venda, depois a mordaça... tremi, o vibrador... os olhos encheram de lágrimas. Como é que esses dominadores lidam com nossos medos sem nem falar nada?? Miseri-help! Ele guardou o vibrador!
“Deitadinha em X!” me estiquei como mandou... ele usou as algemas com uma ponta de couro nos meus braços e o velcro nos 4 cantos da cama, depois me vendou... me senti tão perdida que comecei a tremer! Ele segurou meu rosto “Uma das principais regras do BDSM é o SSC. Pra ser seguro, não se deixa uma sub amarrada sozinha. Nunca! Você pode não me ver e até não me escutar. É pra isso a venda... pra você se entregar completamente a mim. Mas tenha certeza de que eu não sairei daqui. Você confia em mim?” balancei a cabeça “Hope, não te amordacei... e nem vou... hoje é nossa primeira vez... então quero que fale. Quero que me responda todas as perguntas em palavras. Tente expressar o que está sentindo. E não tenha medo. Não sou sádico ao extremo. Não gosto de marcas que demorem a sair. Não permito que uma sub saia da sessão sem gozar e gozar muito.”
Minha língua coçou “Posso fazer uma pergunta?” risos gostosos “Não! Numa sessão normal não! Só pode responder quando for perguntada. Mas hoje e só hoje vou deixar... fale!” então me remexi envergonhada... ele é paciente mesmo... “Eu li em algum lugar que são 5 níveis de dor e de castigo... no primeiro e mais baixo é mental, no segundo seria equivalente a palmadas, no terceiro chibata, no quarto cane e no quinto chicote... até onde o Sr vai?” risos de novo “Primeiro... isso tudo é balela! O pior tipo de castigo, que causa mais dor é o mental ou psicológico. Segundo se eu quiser posso causar muita dor e muitas marcas com a mão e pouca dor e poucas marcas com o chicote. E terceiro, ou você confia ou não. O limite é o seu corpo quem dá. Não eu! Quero te dar a dor necessária pra confiar em mim e saber que não vou ultrapassar o seu limite. Mas no fim das contas isso é um jogo de dar e receber prazer. Você me dá prazer com sua submissão, com sua entrega, com sua força de vontade de ultrapassar os seus limites e principalmente com sua confiança... eu te dou dor e prazer mesclados, mas sempre mais prazer que dor.”
Silêncio “Você confia, Hope?” respirei fundo “Sim, Sr!” ele levantou da cama e não fez um único barulho... ligou o som... Depeche Mode. E eu parei de escutá-lo. Tentei me acalmar, não podia mais falar, ele já tinha sido muuuuuuuuito paciente. Então comecei a pensar em outras coisas e relaxei. Ouvi um barulho. Me retesei. Ele brincou comigo assim por um tempão. Depois senti o chicote só roçando minha pele... aquele de 8 fios... meu coração parou, tive crise de pânico... parei de respirar... ele segurou minha mão, se deitou ao meu lado e falou no meu ouvido “Calma... esse é seu maior medo... vamos encará-lo juntos...” e foi falando e acariciando até eu voltar a respirar “Muito bem, delícia... não vou te marcar. E eu jamais prometo o que não vou cumprir!” ele bateu, prendi a respiração “Respire! Fundo e pausadamente!” voltei a respirar... ele voltou a bater... e foi indo... devagar... bateu em toda a longitude do corpo... dos pés aos seios... me fez cócegas em alguns momentos... me acariciou em outros... meu corpo todo estava ardendo... quente não só das chicotadas, mas mais que isso... quente de excitação... havia muito, muito tempo que não sentia isso! E eu ainda estava de lingerie! Agora que estou escrevendo percebo que me deixou de lingerie como forma de eu me sentir mais segura, não porque ele assim quisesse!
Tirou meus seios pra fora e sugou, mordeu, lambeu, apertou, chupou, brincou... chicoteou... enfiou o dedo na menina, me masturbou, enfiou o segundo “Não goze!” me acariciou, depois lambeu minha menina, soltou meus pés e me virou, cruzando os meus braços... assim fiquei de bruços... levantou minha bunda no ar... ajoelhou atrás e me fodeu... com 3 dedos... “Não, por favor!” disse já chorando. Deu um tapa tão forte na minha bunda que bati a cabeça na cabeceira da cama, me puxou de volta e deu mais 3. “O que você disse?? Pode dizer não??” enfiei o rosto no travesseiro e ele continuou, mas com mais calma... enfiou o quarto dedo... mas eu senti prazer e não medo... ele ia devagar, girava, acariciava o grelinho com o indicador e deixou os outros 4 dentro de mim... foi indo devagar, até que quando olhei era eu quem ia pra trás e me empalava em sua mão. Parei e fiquei dura. Ele riu e me penetrou. Ele apoiou a cabeça de seu pênis na entrada  e meteu... de uma vez só. E tirava quase tudo... e enfiava tudo de uma vez... “Mestre... por favor... me deixe gozar!” ele riu “Você quer, cadelinha? Implore!” e aumentou o ritmo... pedi, implorei, me humilhei, fiz tudo que ele quis... “Goza, cadela... goza pra mim!” gozei, gozei e gozei... gozei muito... e ele também!
Caímos juntos na cama... ele me desamarrou, tirou a venda e me olhou. “Gozou, neném?” abri um sorriso enorme e balancei a cabeça exausta “Tem muita roupa aqui... levanta e tira!” levantei e tirei as 2 peças, então ele se levantou “Tira a minha!” tirei. Que delícia! O cabelo do peito era grisalho que nem o cavanhaque e as têmporas... lindoooo! Acariciei seu corpo todo e quando olhei, ele tava a meio mastro... coloquei na boca... “Ohhh... não agüento um blowjob tigrinha!” mas não tirei da boca... e fiquei olhando nos olhos dele... ele me olhando e o pau subindo... ele não falou mais nada... acariciei, arranhei, apertei seu corpo... lambi, mordi, chupei, e engoli seu pau de todas as maneiras possíveis... ele já tava fazendo carinho no cabelo... segurou minha cabeça... “Sweet baby, Jesus... Thor goes to hell!... Engole tigrinha! Engole!” e gozou... e eu engoli... deitou na cama exausto... “Vem cá... me beija e deita aqui que quero te agarrar e te sentir!” beijei. E apagamos!
No meio da madrugada acordei mal arrumada na cama... me remexi... ele abriu o braço... se ajeitou e sem abrir os olhos falou “Quer colinho, neném?” me deitei com a cabeça no seu peito e fiquei olhando os pêlos e acariciando, fascinada... coloquei a boca num mamilo e dois dedos no outro e comecei a brincar... enquanto lambia um, acariciava o outro... de repente mordia e apertava... e recomeçava. A cada mordidinha ele tremia mais... até que uma hora... ele acordou! “Tigrinha safada, tarada, gostosa, levada... tá pedindo uma surra! Uma boooaa... enorme surra de pica!” me botou de quatro e me deu uma surra de pica que eu nunca tinha tido igual... delícia das delícias!
Mal caímos exaustos na cama e o despertador tocou! “PQP! Agora eu vou trabalhar meio morto... e você... quer saber? Você tá de castigo! Vai ficar aqui até eu voltar de noite!” eu fiquei meio pasma “Massss...” ele levantou e foi pro banheiro “Sem mais nem menos... anda... vem lavar minhas costas e meu cabelo!” tomamos banho juntos e depois fiquei olhando boquiaberta ele se mexendo no apartamento... colocou a cafeteira, colocou pão congelado no forninho, se arrumou e fez o café da manhã ao mesmo tempo... comemos e ele saiu... na porta parou “Eu quero você aqui quando eu voltar... não é brincadeira... é uma ordem... entendeu tigrinha?” Me beijou. E foi!

A JORNADA CONTINUA EM DUAS PARTES!
UMA PARA SÁBADO E UMA PARA DOMINGO!
AGUARDEM!
COMENTEM!

- {sonhadora} - A Submissa -
- Hope Subway -

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

- QUE MEDO! -


Karine ia andando com as pernas meio moles... tinha marcado com Madame Fabíola naquele local e naquele horário, mas seu corpo todo tremia. Ao chegar, esperava uma recepção fria de um Dominador, com voz firme e autoritária. Entretanto encontrou uma morena de cabelos volumosos, olhos castanhos brilhantes, rosto oval, e boca de coração, com um corpo arredondado nos lugares certos e um sorriso devastador “Acho que a música da Ana Carolina nunca fez tanto sentido pra mim...” Karine pensou, mas não se expos “Boa noite Madame!” se aproximou e beijou o rosto da outra mulher que a olhava de cima abaixo com olhar investigativo? Avaliador? Sim. Mas a avaliação tinha sido positiva ou negativa? “Boa noite, Karine... é muito bom vê-la, principalmente depois de tantos desencontros...” a voz era delicada e doce, mas firme e estava carregada de ironia... Madame Fabíola não tinha “engolido” a história de que tudo dava errado com Karine... um dia foi uma reunião de emergência no serviço, no outro ficou adoentada e passou o dia no hospital e para piorar, não tinha créditos no celular para ligar nem mandar torpedo... mas Karine se absteve de se explicar novamente... sabia que se fosse para uma confiar na outra viria a seu tempo.
Elas pediram algo para beber e ficaram conversando sobre suas vidas, trabalho e coisas frugais... até que Madame Fabíola se recosta na cadeira “Vamos ficar a noite toda aqui?” Karine fica completamente aturdida “Ahnnn... ehhh...” nada coerente sai de seus lábios “A conta, por favor!” em menos de dez minutos estão fora do barzinho “Karine, siga-me!” cada uma entra em seu carro e fazem um rápido passeio pela cidade, parando em frente a um motel conhecido. Descem as duas do carro... cada uma com uma malinha preta na mão “O que tem na mala, Karine?” ela fica embaraçada de responder explicitamente “Coisinhas!” elas sobem a escada em silêncio, ao entrar no quarto, Madame Fabíola se aproxima devagar, segura o queixo de Karine e encosta seus lábios nos dela... não como ela havia esperado, dura e rispidamente, mas lenta e sensualmente, só encostando a ponta da língua em seus lábios e saboreando-os com calma e cuidado... sem pressa... tão diferente de qualquer Dominador com quem já esteve! Eles geralmente são duros e agressivos. Tentando provar sua Dominação pela força no instante seguinte ao encontro! O beijo se separou lentamente ainda com Madame segurando seu rosto “O que tem na mala, Kari?” o coração de Karine batia muito ruidosamente, ela pensou que a outra mulher seguramente ouviria isto. Ela limpou a garganta e tentou manter a calma
“Coisinhas femininas” falou incoerentemente “agora eu estou murmurando que nem uma idiota...” pensou com seus botões. Ela fechou sua boca... a chateada expressão da mulher mudou para um sorriso pela primeira vez... as negras pupilas pareciam olhar diretamente dento dela. Kari trocou de um pé para o outro desconfortável. Normalmente ela não era tímida ao redor das pessoas “Eu trabalho com vendas, pelo amor de Deus! Eu estou ao redor de pessoas o dia todo” pensou novamente... algo sobre esta mulher a fez contorcer-se, entretanto.  
Madame suspirou... “Querida esqueceu que eu também sou mulher? Pode me dizer o que tem na malinha sem medo!” somente então Kari percebeu que ela estava certa “Ahhh... Xampu, sabonete líquido, calcinhas de renda, uma camisola de seda com renda... essas coisas...” Madame Fabíola abriu um sorriso inebriante “Vá tomar seu banho, cadelinha!” ela dirigiu-se ao banheiro e tirou suas roupas... não desfez completamente a mala, mas facilmente encontrou o que precisava. Sabonete, xampu e uma toalha fariam muito bem para ir para a cama.
Entrou na combinação chuveiro-banheira e puxou a porta de vidro. Havia uma pressão boa, e a água estava agradável e quente. Ela estava grata por pequenos favores. Estava com o rosto virado para a ducha, quando algo se moveu atrás dela. Apavorada, Kari girou ao redor e viu em seguida Madame olhando-a no chuveiro... “O que a madame está fazendo?” ela sorriu... um sorriso encantador “Não gosto muito de títulos Kari... pode me chamar só de senhora e estou fazendo exatamente o que quero, que é olhar você!” Kari acabou seu banho e pegou a toalha para se enxugar... mas a senhora a arrebatou de suas mãos... “Eu vou preparar você para o meu prazer... e isso começa agora!” secou-a e olhou na mala “Só a lingerie... sem a camisola!” e saiu do banheiro deixando Kari envergonhada, excitada e apavorada.
Kari vestiu a lingerie branca e foi até o quarto... lá a senhora a esperava com um pedaço de corda branca nas mãos “Venha cá! Ajoelhe-se aqui!” imediatamente a senhora lhe amarrou... os pulsos, joelhos e pés... então pegou um chicote curto com várias pontas e começou a passá-lo de leve sobre o corpo da serva, provocando mais arrepios que dor “Ta gostando cadelinha?” Kari ainda estava confusa e não sabia o que sentia... então não respondeu... levou uma chicotada forte nas coxas “Te fiz uma pergunta cadela!” os olhos escuros da loira se abriram como pratos “Ahnn... não sei, senhora!” a senhora sorriu “De quatro!”
E foi ao congelador pegar algumas pedras de gelo, voltou e começou a passar pelo corpo de Kari... o calor do chicote e o frio das pedras de gelo fizeram-na sentir prazer e a gemer delicadamente “Ahhh... a cadelinha ta gostando!” enfiou uma mão dentro da calcinha, alcançando o botão do prazer de Kari e ela gemeu... mas suas pernas estavam amarradas e ela sequer podia abri-las para receber mais prazer! Com a outra mão a senhora continuava passando as pedras de gelo por seu corpo... até que passou na dobra de sua bundinha e num empurrão ZUPT! Colocou uma das pedras para dentro de seu ânus... “Oh senhora!” Kari gritou com a sensação da dor, mas também sentiu cada terminação nervosa de seu ânus... era como se tudo estivesse ganhando vida... ZUPT!... mais uma... “Não senhora... por favor!” mas seus protestos não surtiram efeito! E ZUPT! Lá se foi a terceira!
Kari não sabia o que fazer... mas os dedos da senhora continuavam a massagear o grelinho dela, dando-lhe prazer... prazer que nunca tinha tido com outro Dom... talvez a senhora soubesse exatamente como tocá-la! Puxou seu grelinho, acariciou, passou um só dedo em volta, os dois... apertou, puxou... Kari já se perdia em meio ao prazer da manipulação... então a senhora recomeçou com o chicote... um golpe duro nas costas... fez Kari pular... depois só esfregando o chicote desde o pescoço até as nádegas e coxas... mais três golpes duros, cada um seguido por um momento de carícias com o chicote e os dedos...
A senhora então passou os dedos por sua bundinha arrebitada e sentiu o volume das três pedras já diminuído e escorrendo, derretidas pelo calor do corpo... então num movimento rápido enfiou mais uma, o que provocou um gemido doloroso de Karine, e depois a senhora pegou outra pedra com a qual brincava na entrada de Kari... enfiando e tirando enquanto ela gritava. “Silêncio, Karine!” a senhora falou com voz calma e doce, bem perto de sua orelha... mas aquele tom de voz tinha algo de amedrontador e ela não conseguiu se calar... então a ultima pedra foi enfiada no seu cuzinho gelado e a calcinha foi colocada bem apertada para que não escapasse nenhuma pedrinha.
A senhora mandou que Karine se sentasse no chão e a sensação das pedras lá dentro era terrível e deliciosa ao mesmo tempo... “Karine... faço questão que meus escravos tenham prazer! Mas a sua dor é o meu prazer... então, querida você vai sentir dor ainda!” pegou outro pedaço de corda branca, fazendo um bonito shibari em volta de seus seios e tórax e prendendo-a ao pé da mesa...

Onde a senhora sugou seus seios para que pudesse colocar braçadeiras de mamilos... colocou-a de lado no chão e curvou suas coxas até quase o peito... vestiu seu strap on favorito... mirou na entrada da vagina de Kari e enfiou de uma só vez! A borracha deslizou facilmente por seus sucos derramados e Kari gemeu... nunca tinha sido penetrada por algo tão grande e grosso então, a cada estocada da senhora, Kari soltava um gemido pelas sensações estranhas em seu cuzinho gelado e por um pênis enorme em sua vagina... ela se sentia tão esticada como nunca antes e apesar da senhora ter-lhe ordenado silêncio, não conseguia conter-se... então ali a serva ganhou uma mordaça, já que fazia muito barulho.
Karine, naquele momento não tinha mais controle nenhum de seu corpo... estava muito bem atada em seus tornozelos, joelhos e pés... atada com seu tórax ao pé da mesa... tinha pedras de gelo que não derretiam nunca (pelo menos era essa a sensação) em seu cuzinho e um enorme pênis em sua vagina... além disso, amordaçada... então fechou os olhos e se deixou levar por aquela maré... pânico, prazer, desejo, dor... tudo misturado em seu âmago! A senhora viu sua rendição total naquele momento... e com um sorriso sádico nos lábios aumentou a velocidade da foda... a cada golpe em que a vagina da cadelinha era massageada, seu próprio clitóris também era! Assim, as duas chegaram ao orgasmo juntas...
Madame Fabíola tinha os olhos castanhos com um brilho sádico, sabendo que tinha ganhado aquela batalha e que aquela cadela voltaria novamente... mesmo que a cadela ainda não soubesse disso! Karine tinha o brilho das lágrimas nos olhos... derramadas e não derramadas!
E assim termino este preâmbulo do relacionamento das duas... mas ainda tem muita história para contar!

- Lady Camille – A Dominatrix –
- Hope Subway -

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...