"Sempre desprezei as coisas mornas, as coisas que não provocam ódio nem paixão, as coisas definidas como mais ou menos, um filme mais ou menos ,um livro mais ou menos.

Tudo perda de tempo. Viver tem que ser perturbador, é preciso que nossos anjos e demônios sejam despertados, e com eles sua raiva, seu orgulho, seu asco, sua adoração ou seu desprezo. O que não faz você mover um músculo, o que não faz você estremecer, suar, desatinar, não merece fazer parte da sua biografia."



- Martha Medeiros -

Meus Blog’s!

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sexta-feira, 5 de agosto de 2011

-TREM LOTADO-


Entrei no trem. Detesto andar de trem no calor e principalmente no horário de rush... mas hoje me rendeu uma gozada de talento!

Me encostei de pé num dos cantos pra não sofrer esfregações pelas costas... de repente olho e vejo uma menina linda, com uma micro sainha de dar inveja à Gisele Bundchen... corpinho adolescente... não devia passar dos 15 ou 16... deliciosa... e bem na minha idade... apesar de que mulher para mim não tem idade... cada uma tem seus encantos peculiares! Mas se pensássemos que estou fazendo cursinho, ela estava perfeita para mim!

Ela estava sozinha num cantinho, viradinha pra janela do trem. Cheguei por trás e dei um encontrão com o quadril forçando-a pra frente. Ela virou pronta pra bater, quando me viu desistiu... mas aí ela já estava de frente... encoxei ela e literalmente enfiei uma perna entre suas coxas... ela só me olhou confusa... “Qual seu nome?” ela não respondeu... grudei meu corpo todo nela e cheguei na orelhinha “Qual seu nominho, gostosinha?” ela gaguejou “MEL- Melissa” respondi me esfregando descaradamente nela “Delicioso igual você!” desci minha mão pra sainha e sem muito esforço encontrei a gruta que eu procurava que já estava derrapando no mel... ela me olhou horrorizada e ia dizer alguma coisa... eu, com a boca no orelhinha, lambi a orelha e falei “Docinho... relaxa, e goza pra mim!” encostei a testa na dela e ficamos olho no olho... essa tática de olho no olho é estupenda porque elas continuam confusas mas quando vêem a resolução no seu olhar se calam, provavelmente intimidadas.

O trem encheu ainda mais e uma sacoleira lotada de sacolas gigantes encostou nas minhas costas então previ que não dava pra ver nada no meio daquela confusão... Abri a calça e o meu tarado pulou duro pra fora, encostei na xaninha dela que estava com a calcinha pro lado e abri bem a xaninha, assim meu pau tarado ia masturbando o grelinho dela.

Ela arfava, envergonhada olhava para todos os lados, mas não se mexia do lugar... esxperei ela gozar... ela ficava vermelha e sem fôlego... logo soltava um suspiro. O primeiro, o segundo, o terceiro foi ok. Mas no quarto suspiro ela já arfou mais alto, sinal de que na quarta gozada já estava mais solta e já nâo se aguentava mais... então quando percebi a quinta chegando, engoli a boca dela num beijo ardente que abafou o suspiro... ainda bem, pois neste ela estremeceu inteira e tive até que segurá-la, pois já não se aguentava nas pernas! Nesse momento gozei no meio daquelas coxas macias... era minha porra descendo por suas coxas e ela em pânico sem saber o que fazer.

Grudei de novo na orelhinha dela “Sai de fininho, como se nada tivesse acontecido... em casa você se lava!” Dei-lhe um beijo na boca e desci 3 estações antes da minha só pra não ter que me despedir!

Lógico que esperei o próximo trem, desci na minha estação e fui pra casa revigorado!

Sabe... passei a adorar trem lotado!


-Marcus – O Sortudo-

-Hope Subway-


quinta-feira, 4 de agosto de 2011

-MEU PADRASTO-

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Eu já fazia faculdade e tinha acabado de ganhar meu carro... me sentia como uma mulher adulta, mas não conseguia um gozo pleno... só umas coisinhas insignificantes com os carinhas que eu ficava. Uma noite estava estudnado para a facul, quando ouvi um gemido gostoso... na mesmoa hora veio a palavra na minha cabeça – SEXO!
Levantei de fininho e fui olhar o quarto da minha mãe com meu padrasto... eles estavam transando... que delícia! O quarto deles é ao lado do meu e no meio da noite acordei com os gemidos deles. Fiquei logo excitada. A minha menina começou logo a dar sinal, ficou toda molhadinha. Fui até à porta do quarto deles. Estava meio aberta e espreitei lá para dentro. Vi o meu padrasto metendo o caralho na boca da minha mãe! Minha nossa, que caralho gostoso! Fiquei logo com vontade de chupa-lo. Quem me dera que em vez da minha mãe fosse eu que ali estivesse!
Desviei a calcinha e comecei a tocar-me. Comecei por acariciar-me, mas estava gostoso demais e enfiei um dedo na minha xaninha. Não consegui me conter e soltei um gemido baixo, mas eles não ouviram, acho eu... porque continuaram sem nem olhar pros lados.
Só de ver esta cena cresceu-me logo água na boca de querer mamar naquele caralho. Confesso que me babei um pouco e pingou em cima do top do pijama, estava maravilhada a ver a minha mãe a mamá-lo, abocanhava-o todo, bem gulosa... Levantei o top e pus as minhas tetinhas de fora, tinha os mamilos tão durinhos que doíam... Não conseguia parar de mexer os meus dedos na minha xaninha... ora acariciando o grelinho, ora enfiando nela.

Então o meu padrasto mandou a minha mãe pôr-se como uma cadela e lambeu-lhe a xana toda até o buraquinho do cu! Nossa que vontade que me deu de dar para o meu padrasto... ele sim ia me fazer gozar de verdade! Fiquei a vê-los enquanto me masturbava. Quando mudaram de posição tive de me esconder porque a minha mãe ficou de frente para a porta. Consegui dar uma olhadela e vi que a minha mãe cavalgava no caralho do meu padrasto! Ele chamava-lhe puta e dizia para saltar mais alto, pelo barulho da cama percebi que ela obedecia.
Sentia-me toda a tremer de tanto tesão, estava suada, tinha a minha pele cheia de gotas de suor… E a minha xaninha cheia de gozo meu... O tesão era tanto que já nem sentia o corpo. Conseguia ouvir os gemidos loucos deles de prazer e as coisas que diziam um ao outro... Já não aguentava mais estar abaixada e escondida, doía-me as pernas… Levantei me e fiquei encostada ao lado da porta, encostada à parede. Assim conseguia ver tudo... Nesta posição os meus mamilos ficavam encostados à parede, e o frio ainda os fez ficar mais durinhos, estava tão gostoso!... A minha mão estava cheia de gozo e às vezes lambia os dedos todos, deliciava-me com o meu gosto.
Os meus pais fodiam que nem loucos... Ouvi a minha mãe dizer “canalha tesudo, me arrebenta toda… E o meu padrasto chamava-a de “puta, vadia, ordinária...”Percebi que a minha mãe já tinha gozado umas duas vezes desde que eu estava assistindo àquela foda! Minha inveja aumentou... eu nunca tinha gozado com um homem... um gozo gostoso igual aos dela! Eu também estava quase a gozar na minha mão, mas não queria gozar já, abrandei os movimentos e fiquei só passando o dedinho no meu grelinho.
Entretanto ouvi minha mãe dizer para o meu padrasto:”Come meu cuzinho gostoso!”

Ao ouvir isto fiquei ainda mais louca de tesão... O medo de ser apanhada tinha passado completamente, só pensava em gozar! Nunca tinha tido tanto prazer até aquele dia… O tesão era tanto que comecei a enfiar um dedinho no meu cuzinho... Vi meu padrasto pôr as pernas bem abertas da minha mãe a lamber lhe o cu... depois meter, sem dó nem piedade. Quem me dera ser eu ali!... Ele estava a adorar porque só elogiava a minha mãe. Acabei por gozar juntinho com minha mãe e um grito de prazer saiu de sua boca ao mesmo tempo que um gemido abafado saía da minha... Chupei meu gozo dos dedos.

-Jade – A Azarada-

-Hope Subway-

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quarta-feira, 3 de agosto de 2011

-A DIRETORA DO COLÉGIO-


Muitas vezes o contato não passa de um "olá" ou um "bom dia" matinal. Isso é até pouco vindo de alguém que chama tanto a minha atenção. Mas o charme não está nesse tipo breve de contato e sim no instante em que ela sorri de imediato para mim enquanto eu passo a sua frente. Não penso duas vezes e devolvo o mesmo sorriso gentil porém regado de intuitos nocivos que ela não percebe. Cruzo com ela todos os dias pela manhã, e recebo e devolvo o mesmo sorriso. Troco as mesmas palavras e penso as mesmas coisas. Observo tambem a postura que ela tem enquanto permanece parada e atenta no portão de entrada do colégio. É lá aonde ela acompanha a chegada dos alunos. São meros minutos suficientes para eu observar cada trejeito dessa mulher. Aquelas pernas envergadas em forma de arco, firmes e jeitosas. São pernas esbeltas que parecem dar sustento a toda força que ela tem. Há tambem um certo tipo de vitalidade que eu percebo em nossas rápidas conversas. Além disso, creio no seu poder de decisão, na sua autonomia munida de diversas responsabilidades. Apesar desse ser o seu primeiro ano como diretora do colégio, o controle que ela transmite é impressionante. Ela é segura. Repassa segurança. Deve ser carinhosa, franca ainda que indomável e destemida. Não deve amolecer aquelas pernas firmes nos primeiros beijos. Mas deve gostar de braços firmes rondando o seu quadril e a trazendo mais junto do corpo. Aposto que sim.

Naquele dia foi diferente. Não vi aquela linda mulher na entrada, então me meti para dentro da diretoria só para saber se de repente ela havia faltado. Foi então que eu ouvi um choro baixinho e entrei na diretoria na cara larga, sem pedir licensa e nem perguntar nada. A vi sentada numa mesa perto da janela chorando, então fechei a porta atrás de mim e fui para perto dela. Ela me olhou e vi o desenho de cinco dedos estapado no lado esquerdo de seu rosto... mão grande... mão de homem... fiquei ofendido, irritado, irado, mesmo! Onde já se viu ser vítima de abuso dentro da própria escola?

Na hora peguei uma toalhinha de cima da mesa dela, molhei na água do bebedouro e coloquei delicadamente sobre aquela estampa, com o intuito de que parasse de arder. Os olhos se enterneceram e aceitaram o auxílio... me aproveitei dos soluços e a abracei... perfume delicado, doce e gostoso como ela... passei a acariciar suas costas com uma mão e seu rosto com a outra... me aproximei... ela não se afastou... beijei-a. De leve, de mansinho, como ela merecia... ela entreabriu os lábios e entrei naquela gruta celestial... hálito de hortelã... comecei com um beijo suave, mas logo exigia mais do beijo e ela correspondia... acho que se esqueceu totalmente de onde estava. E com quem!

Soltei a toalhinha e coloquei ela bem sentada na mesa, entrando direto entre suas pernas, vi que naquele gesto brusco quase estraguei tudo... mas retive o beijo e o carinho em sua nuca e agora em suas coxas... devia fazer muito tempo que alguém não era tão delicado por que ela suspirou e encostou a testa no meu ombro deixando-me avançar. Entrei com os dedos por baixo da calcinha e alcancei a grutinha quente e sequinha... acariciei e acariciei... e logo a grutinha estava encharcada, melando meu dedo.

Então ela olhou pra “Não posso! Não devia estar fazendo isso!” dei-lhe mais um beijo de tirar o fôlego sem tirar ou parar os dedos que já a faziam arfar de tesão “Se você não contar pra ninguém eu também não conto!” encostamos as testas e olhávamos um no olho do outro e pude ver seu copo amolecendo e o clímax chegando. Seu corpo tremia, suas mãos, os seios levantavam e baixavam num arfar violento... ela desencostou a testa da minha... fechou os olhos... jogou a cabeça com aqueles cachos cheirosos para trás e gozou. Eu continuei no mesmo ritmo e ela começou a transbordar prazer... seu corpo todo tremia... sua voz não passava de um sussurro... as pernas se abriram mais até que senti meus dedos se encherem de mel e o verdadeiro orgasmo chegar... veio acompanhado de gritinho estrangulado e de mel para molhar sua mesa e sua saia...

Retirei os dedos enquanto ela me olhava... cheirei... cheiro de fêmea no cio... delicioso... depois coloquei na boca e lambi... sem deixar nenhuma gota de seu delicioso gozo pra trás. Ela escondeu o rosto nas mãos... totalmente envergonhada... antes que ela se arrependesse puxei-a para um beijo profundo onde ela pôde sentir seu próprio gosto em minha boca.

Depois do beijo olhei-a nos olhos alguns instantes... e saí com passos firmes.

Que manhã gloriosa!!

-Marcus – O Sortudo-
-Hope Subway-

terça-feira, 2 de agosto de 2011

-TEMPORADA NO RIO DE JANEIRO-




Cheguei no serviço (em SAMPA) ligeiramente atrasada. Nada demais! A Reunião nem tinha começado! Quando entrei a estranha apatia que sempre caracteriza todo início de dia, tinha sido substituída por um alvoroço. Grupinhos conversando aqui e ali... todos muito excitados! Passei direto para a cafeteira, lógico que com o alvoroço ninguém teve a brilhante idéia de fazer um café. Peguei o pó e parei pensando se não era melhor fazer um chazinho de camomila com maracujá e por “descuido” deixar cair um vidro de Maracujina (calmante fitoterápico à base de maracujá) dentro... mas optei pelo café.
O Chefe entra na sala todo feliz com um copinho cheio de papeizinhos, faz um lindo discurso sobre igualdade de oportunidades e começa a sacar os papéis de dentro do copo... um sorteio. Só então reparei no quadro de avisos que tinha 6 retângulos vazios. E onde a coordenadora ia escrevendo os nomes. Como cheguei atrasada, cutuquei a colega de lado para saber que sorteio era aquele. Na hora o chefe pára e em tom de repreensão me pergunta se não posso conter minha ansiedade... na aproveitei e perguntei a ele de que se tratava pois eu havia chegado atrasada e não estava entendendo... Tarde demais!
O próximo nome foi o meu, e mais 3. Fim do sorteio! Todos nós vamos para o Rio de Janeiro fazer um curso na de capacitação UERJ. Acabaram com meu dia! Fui até o chefe pra ver se conseguia ser transferida e ele me diz que colocou meu nome 3 vezes só porque queria que eu realmente fosse! BIZARRO!

Calor de 40°... suor... mais calor... trânsito infernal, onde ninguém respeita seta... buracos e mais buracos... Não é possível... colei chiclete na cruz! Só pode! Pra ser castigada assim! E o pior... O PIOR DE TUDO é que no Rio tem PRAIA, na praia tem areia... ECA! Meu guarda roupa preto de salto alto e meia fina fumê não era nada apropriado para o calor tórrido do Rio de Janeiro!
Lá fui eu pras compras! 7 dias! 7 combinações diferentes pra trabalhar, mais umas 3 específicas para se tiver alguma saída a noite e mais duas sobrando. É roupa pra caramba! Vestidinhos, blusinhas, sainhas, uma bermudinha com colete social, sandalinhas e 2 rasteirinhas! MELECA!!!! Ficou uma fortuna! Em casa fiz a mala, acrescentei uma roupa preta-SAMPA bijus, lápis de olho, batom, produtos de higiene, prendedores de cabelo (todos novos) acessórios e saí correndo pra manicure, depilação... (ainda bem que não preciso de chapinha nem de escova!)nem água bebi... nem xixi eu fiz! Cheguei no aeroporto em cima do horário. Bem comportada, com roupa de calor, uma mala média, o case do note e minha bolsa. Quando encontrei as meninas... tinha uma com 3 malas grandes, contando que teve que sentar na última pra fechar! Credo! Quantos meses vão ficar no Rio??
Fiz o check in e fui fazer xixi. UFA! Que alívio! Sentei e pedi um café e um chocolate. Tá!Não é muito saudável... mas vai melhorar! Pedi uma Coca Cola pra levar!KKKK! As meninas literalmente neuróticas com suas supostas barrigas “enormes”, peitos e bundas também! Só tomaram água! Espero que elas saibam equilibrar esse lance corporal senão vou acabar tendo que levar alguma delas em algum hospital no Rio... isso já vai ser o inferno na Terra!
Ponte aérea... uma delas passou mal e vomitou... ECA!
Chegamos ao Rio... uma vontade enorme de ligar pra um amigo que é da realeza... ele tem um Condado... RSRSRS! Mas Não consegui entrar em contato durante toda a estadia. Fui para o hotel...
Bom... vocês no mínimo estão pensando por que estou contando isso tudo... na verdade resumindo o curso: Foi uma droga, não aprendi nada que já não soubesse... a companhia se mostrou delirante... as meninas achavam que todos os caras dos barzinhos estavam dando mole pra elas e levaram um monte de tábuas na cara! Que feio! Depois passaram a dizer que os cariocas é que eram frouxos porque não tinham coragem de chegar junto, já que supostamente já sabiam que elas iam dar um fora neles... KKKKKKKKKKKK!
Tá resumido? Ótimo! Vamos à parte que me levou a escrever o conto... na minha turma tinha uma ruivinha... mais ou menos 1,50m, olhos verdes e com sardas verdadeiras nas maçãs do rosto... acho que era ruiva verdadeira pois sua pele se assemelhava muito à minha... ela era do Rio Grande do Sul... descobri pelo sotaque... uma voz baixa e doce, aluna compenetrada e ao contrário de mim anotava tudo que o professor 50tão e bonitão falava. Ele tinha uma voz grave e profunda, olhava os alunos olho no olho, mantinha a turma em silêncio e compenetrada só com a força que emanava dele... Uauuuu! Que homem! Então me decidi... ou ficava com ele... ou com ela... com ninguém mais! Se desse ficava com os dois! Isso sim seria um curso perfeito!
Comecei a investir nela... vai que era hétero! Sentei na mesa com ela sem pedir licensa... encarei... olho verde em olho verde... até que ela desviou... pronto! Era minha! Estendi minha mão e disse meu nome... ela a pegou e respondeu com o dela... segurei a mão dela sem soltar pronta pra saber se ela queria que soltasse... se houvesse qualquer indício de que ela queria que soltasse sua mão soltaria imediatamente, mas comecei a acariciar a mão com o dedão e comentei... gostei de seu perfume... Angel, certo? Ela ficou deliciosamente bem impressionada... eu também uso... mas só em ocasiões especiais... no trabalho uso Humor... pra manter humor em alta, senão acabo com tudo... KKKK... ela riu e levantou pra cheirar meu pescoço... “Adoro Humor... e na sua pele ficou delicioso!” olhos nos olhos... sorri... “Que bom que gostou... quer provar?” ou levava um tapa na cara e todo mundo ia dizer horrores, ou ganhava um sim ou um talvez... ela ficou vermelha de vergonha, soltou minha mão... abaixou a cabeça... “Como você sabia que eu sou lésbica? Eu dou tanto assim na cara?” ri gostoso da menina “Não tinha a menor idéia que era lésbica... só resolvi investir... e deu certo!” ela riu, eu também, depois do almoço sentamos juntas na sala e eu atormentando ela com sopros na sua nuca, carícias nas mãos e nas coxas escondidas atrás de uma sainha deliciosa... tudo muito discreto... mas tremendamente agradável... levei ela à loucura... ela chegou uma hora que falou “Não tenho mais nem idéia do que ele está falando... dá pra você parar?” eu ri “Não sabe do que ele tá falando? E tá pensando em que ruivinha? Em mim? Em nós? Num Motel? Em algo mais pesado? Mais doce?” ela ficou roxa de vergonha... “Em tudo isso...” ri novamente “Belos pensamentos!” na mesma hora parei de mexer com ela para o professor não pegar no nosso pé... afinal, já tinha ganhado a parada... ela tava cheia de tesão... então eu podia agora dar toda a minha atenção ao professor e fingir ser a aluna mais aplicada da turma... fiz até perguntas e fingi copiar as respostas.
Faltando 5 minutos para o término da aula escrevi no caderno... “Quer jantar comigo?” e a resposta veio também no caderno “S” ri “Vamos juntas?” outro “S”. A aula acabou saímos batendo papo, uma ao lado da outra, das minhas antigas estadias no Rio, entrei no táxi e falei “Rancho das Morangas” o lugar é paradisíaco,perto da Floresta da Tijuca, com uma vista linda e um camarão na moranga maravilhoso, acompanhado de um vinho branco português e com sobremesa de morangos que foram deliciosamente divididos um a um nas duas bocas ansiosas!!!
Como eu estava em grupo e ela sozinha fomos para o hotel dela... Logo depois de passarmos pela porta do quarto single, segurei seu cabelo e puxei para perto, num gesto delicado “Quero te beijar!” o beijo saiu imediatamente, logo depois as roupas, depois estávamos nuas na cama, lambendo, sugando, chupando, mordendo, acariciando, cada curva, cada vale, cada monte, cada centímetro de pele nua... a cama era pequena e estávamos escandalosamente próximas, praticamente uma grudada na outra, os suores se misturando os cabelos numa linda mistura de loiro e ruivo e os gemidos enlouquecidos... descobri que ela era bastante ruidosa na hora “H”, e achei delicioso!
Depois grudamos ainda mais nossos corpos e nossos cansaços e deitamos para recuperar o fôlego. Depois de 1 hr levantei, tomei um banho e me vesti para voltar ao meu hotel, quando reparei que ela estava chorando “Por que choras meu anjo?” ela enxugou as lágrimas “Não estou chorando!” sentei na cama “Está sim! Posso saber por que?” me ajeitei para escuta-la “É que já estou acostumada a ser usada e deixada para trás pelos meus namorados, mas não esperava isso de você!” ri às gargalhadas “Não estou te abandonando e adoraria passar as próximas 5 noites com você... mas não posso chegar amanhã toda amassada desse jeito... ia criar muitas especulações! Concorda?” ela pensou um pouco “É verdade, tchê! Você tem razão guria, mas volta hoje a noite? E traz roupa, pra passar a noite comigo?” respondi imitando o sotaque dela “Claro guria! Com prazer!” nós rimos e voltei de taxi para o meu Hotel.
Passei todas as noites seguintes no Hotel com ela!
Bah, tchê! Que delícia de guria!
Que curso interessantíssimo!
Agora tenho viagem marcada pra Cambará do Sul, nas minhas férias! Cambará que me espere! Pois aí vou eu!
-Green Eyes – The Lesbian-
-Hope Subway-

domingo, 3 de julho de 2011

-PONTE AÉREA-


Minhas mãos escorregam de uma montanha até um vale cor de sol...
depois penetram a gruta úmida e escorregadia
que jaz aberta ao lado da minha...
uma impedindo a outra de se fechar totalmente,
uma roçando na outra e ainda provocando tremores...
mãos que passeiam em curvas, grutas, vales e
montanhas úmidas e festivas... 1 mão... 3, 4!
Mãos que não se cansam de deslizar, provocar,
suavizar, apertar, torcer, tocar... e lábios!
Lábios cheios de gemidos de dor
e prazer misturados a gemidos loucos
de que não se tem mais conta...
tudo se foi...
tudo foi feito... nada a ser dito!
Os olhos contam sua pópria história...
e as mãos... as mãos que deslizam
e que gritam por manter esse doce... prazer!
Ansiedade. Ansiedade agora que o avião mostra o sinal de apertar os cintos. Não! A ansiedade vem de muito antes... da conversa por e-mail, do conhecimento por msn, das brincadeiras “inocentes”, sempre deixando no ar minha opção sexual... até que BAM! Se de meu lado as brincadeiras eram constantes e o instinto sexual escorria pelas pernas... e a ansiedade imperava, do outro sempre a seriedade de quem sabe o que quer... e sabe exatamente como conseguir!
Até que veio o convite... tão esperado! Tão esperado?? Céus! Nem eu sabia que era tão esperado! A ansiedade em aceitar... o medo... as tantas vezes que pensei em arrumar uma desculpa... as borboletas no estômago... algumas vezes era o sonho do momento perfeito, dos corpos se unindo, dos suores se misturando, das mulheres sorrindo e se insinuando, sorrindo e chorando de prazer... outras vezes os medos... os monstruosos medos e preconceitos!
Mas venci tudo isso e entrei na internet para comprar a passagem... no meio da compra me sentia completamente humilhada achando que a máquina esfregava aquela palavra horrível na minha cara – LÉSBICA – e em todo o preconceito que vem junto com essa palavra... mais uma vez um exercício de respiração para se acalmar. Acabei de marcar a passagem. Não tinha muito tempo. Fiz algumas compras de roupas pois as estações mudavam de um país a outro... fiz as malas... mais ansiedade... o medo de ser aceita... de ser querida... de ser desejada...
Se você não é desejada no Itaim Bibi, entra no seu carro e em meia hora está em casa, com sorte com uma garrafa na mão para afogar as mágoas... mas do outro lado do oceano, se você não é desejada a humilhação é maior! Ou talvez seja igual, mas o consolo demora mais a chegar!
Chega o dia do embarque... pensei 10 mil vezes na roupa de viagem, tinha que ser prática mas que não amassasse muito para deixar-me apresentável, e com sorte ligeiramente bonitinha, ou desejável para a primeira vez que nos víssemos... ao descer no outro aeroporto. Optei por um vestido colorido, de malha que não amassa, bem leve com um casaquinho de linha na mão e um sapato nem alto nem baixo, meio larguinho, pois já tinha ouvido que a altitude faz os pés incharem. Entrei no avião e para meu susto notei que minha passagem era no meio de dois executivos todos paramentados, que não se conheciam mas que pareciam irmãos gêmeos em seus ternos caros, sapatos pretos e gravatas vermelhas, com seus notebooks abertos... fazendo sei lá o que... mas com cara de ser importante... ou podiam somente estar jogando Campo Minado! Eu tinha certeza que tinha comprado corredor! Que inferno! Só eu mesmo! Ficar Hooooras trancada entre aqueles dois truculentos mauricinhos!
Pedi licensa, coloquei minha bagagem de mão no guarda volumes acima deles, mas mantive o notebook... tinha a intenção de aproveitar e escrever alguns posts no word e depois coloca-los como “programados” para os dias que passaria em minha aventura. Pois fosse como fosse não teria cabeça para atualizar meu blog por alguns dias. Se tudo corresse bem, ficaria no mundo da “Lua” e não teria cabeça para escrever... se tudo corresse mal ficaria “Down” e também não teria cabeça para escrever!
Sentei-me... abri o notebook... os dois começaram a puxar papo... o primeiro perguntando pra onde eu ia – detalhe – era um vôo sem escalas!Só havia um destino possível, a não ser que ele imaginasse que eu ia abrir um pára-quedas e pular em pleno vôo! O segundo falando que o verde de meus olhos combinava com o vestido – detalhe – eu disse que o vestido era colorido... mas não tinha verde... era em tons de vermelho... UAU! Então eu devia estar parecendo uma vampira de olhos vermelhos... ou talvez a coelhinha da Páscoa!
Tentei não demonstrar interesse e continuar escrevendo. O que foi fácil pois parecia que ambos precisavam de assunto para puxar... e não tinham! Então depois de algumas investidas que tiveram como retorno o silêncio, ambos também silenciaram, deixando-me com meus escritos. Mas num vôo tão longo não pude me esconder atrás do notebook o tempo todo, depois de 8 posts lindos a noite chegou no avião... as comissárias passaram entregando pacotinhos com máscaras, fones de ouvido e abafadores de som.
Assim que fechei o note e coloquei na case os dois caíram matando, pelo jeito tiveram tempo para pensar no que falar, mas coloquei a máscara, os abafadores, joguei meu casaquinho por cima e dei um alto suspiro... ambos se calaram... e por incrível que pareça eu dormi! Acordei! Fiquei pensando na vida... imaginando nosso encontro... de tantas formas possíveis...vi tantas coisas passarem por aqueles olhos... carinho, desprezo, alegria arrependimento... quase chorei, no meio daquilo tudo! Mas então os dois urubus acordaram! Imediatamente me levantei, peguei a bolsa e fui pro banheiro!
Tem coisa pior que banheiro de avião? Lá dentro juro que fiquei imaginando como se dá um “pega” num banheiro daqueles... mas não cheguei a nenhuma conclusão... rsrs! Tirei o vestido e fiz uma higiene da melhor forma possível com lencinhos umedecidos, desodorante e umas gotinhas de perfume... em uma hora pousaríamos! Escovei os cabelos, até brilharem... olhei as bijus e saí do banheiro da melhor forma possível naquelas circunstâncias... acho que devia estar bonita pois ambos começaram a falar ao mesmo tempo... então abri meu celular, selecionei uma foto dela... nua e mostrei para ambos... eles me olharam de olhos arregalados, e excitados... perguntei “Bonita né?” eles falaram coisas desconexas concordando “É minha namorada!” o silêncio passou a imperar e durou até a descida no aeroporto que foi bem interessante pois eles entraram numa fila enorme para os brasileiros... eu saquei meu passaporte da comunidade européia e em dois minutinhos já tinha entrado no país com as minhas malas.
Ela me esperava no saguão, em pé, acenando, com um sorriso que ia de orelha a orelha... então vi que estava sendo MUITO bem recebida e que talvez... e só talvez eu tivesse feito muito bem em fazer esta viagem! Me aproximei dela... três beijinhos padrão... saímos puxando meu malão e minha malinha... fomos pra casa dela.
Ela tinha preparado um jantar delicioso... carne assada, com batatas, salada e um vinho português delicioso. Depois do jantar sentamos na sala e ela se ofereceu para tirar meus sapatos... antes que eu pudesse negar já estava sem os sapatos e ela massageando meus pézinhos... colocou uma manta sobre mim... dividiu o sofá e a manta, sentando bem pertinho e passou a mexer no meu cabelo, acariciando-o enquanto secávamos a garrafa de vinho.
Antes do fim do vinho já estávamos aos beijos... antes do fim da noite já estávamos nuas na cama dela...

Minhas mãos escorregando de uma montanha até um vale cor de sol...
depois penetrando sua gruta úmida e escorregadia
que jaz aberta ao lado da minha...

Nos amamos várias vezes ao dia... todos os dias... até o fim da minha estadia no exterior!
A volta foi triste... e solitária pois um enorme pedaço de mim não voltou... mas em compensação... trouxe um enorme pedaço dela dentro de mim... acabou sendo uma troca justa!
-Hope Subway-
Green Eyes – The Lesbian

quarta-feira, 18 de maio de 2011

- MEU DEMÔNIO PREFERIDO - (PARTE FINAL)


    Lindo! Um corpo musculoso, sem exageros, moreno de sol... sem marcas... então ele era um daqueles descarados que tomava banho de sol nu! Nas costas, pegando uma parte do peito, um lindo Dragão tatuado, que parecia se mexer de acordo com o movimento dos músculos do corpo dele. Peito cabeludo com pelos dourados como seus cabelos, braços grossos, peito largo, coxas fortes e panturrilhas de corredor... grossas e musculosas... a barriguinha tinha seis gomos bem delineados e logo abaixo da virilha aquele pênis duro e longo que eu já tinha sentido em minha boca e sabia que tinha gosto de pecado... pecado duro e grosso!
    Fiquei olhando o corpo todo... “Você é lindo, demoniozinho!” passei a mão espalmada por todo o seu corpo fazendo-o enfraquecer de dor... mas meu prazer por tocá-lo era evidente! Ele me olhou e viu em meus olhos puro prazer. Prazer por tocá-lo e por ter domínio sobre ele... total domínio! Aliás, era o que eu colocaria a prova naquele instante... tendo ele totalmente nu e em pé na minha frente! “De joelhos! Mãos pra trás!” ele fez como mandei sem sequer titubear! Abri a blusa e tirei os seios para fora... “Suga, Demon, suga os seios da sua Dona!” ele já estava a caminho dos meus seios quando parou para me olhar e novamente vi as chamas dentro deles... as chamas do inferno! “Sua Dona!” as chamas arderam mais... minha mão espalmou em seu rosto... só num leve roçar... ele gemeu de dor “Sou a Dona da tua dor e do teu prazer! Chupa a tua Dona, Demon...” terminei com voz doce, acariciando seu rosto. Ele sugou, lambeu, mordeu, arranhou, me fez gemer alto de prazer e durante esse tempo todo mantive só as pontas dos dedos em seu rosto! “Você é meu! E você sabe disso!” acariciei seus cabelos, quase sem encostar meus dedos nele... e ele buscou o contato com minha pele, sugando meus seios e se enterrando contra meus dedos em seus cabelos...


    Naquele instante sorri, sabendo que tinha um escravinho diabólico aos meus pés... e que eu podia fazer o que quisesse com ele! E foi nesse instante que resolvi fazer o teste. “De quatro Demon...” falei com voz doce, ele me olhou e ficou como mandei “Bebe o whisky... todo... de uma vez só!” ele bebeu... e o corpo humano deu uma relaxada, enquanto que o demônio ardeu. Peguei uma das pedras de gelo e comecei a passear por suas costas... ele ronronou como um gatinho... um gato grande, gostoso e tesudo! Cheguei a boca perto de sua orelha e falei com voz doce e autoritária, sem gritos, mas num tom que não admitia réplicas... “Vou enfiar essas pedras de gelo no seu rabo... uma por uma... e você não vai se mexer! Se você se mexer vai me deixar muito triste e eu vou ter que castigá-lo... se ficar que nem um Demônio... forte e corajoso, vai me deixar muito contente... e se eu ficar contente deixo você me chupar no final! Entendeu?” ele me olhou com fome e se posicionou de quatro com o buraquinho pra mim...
    Acariciando sua bunda dura lhe ordenei “Encosta o rosto no chão, virado pra mim e abre a bundinha com as duas mãos...” aquelas mãos enormes e duras, másculas, abriram as nádegas para mim, mostrando o seu anel de caveira e sua tatoo nos dedos “FEAR HOPE”... nunca poderia confundir aquele demônio másculo na minha frente com um viadinho... ele era um macho, optando por dar o rabo pra sua Dona! E me deliciei naquela descoberta! Enfiei a menor pedrinha dentro de seu cuzinho fechado “Yumm...” depois mais uma “Arghh...” e depois as outras... “Uhhh... humm... arhhh... PORRA! ISSO DÓI!” eu ri “Você já deve ter cansado de comer o cuzinho de mulheres por aí... agora é a sua paga... vai dar o cu pra mim!” ele me olhou com fúria “Ahhh... vai dar sim! Vou meter nele... arreganhar ele... e você vai ficar de quatro quietinho e aguentar que nem o macho que você é! Ou vai querer que eu pense que é algum viadinho cheio de gayzice e que não aguenta dar o rabo? Heim?” ele se contorceu com todas as pedras de gelo no cu... já fiz de propósito... as pedras dão uma amenizada na dor... porque, com certeza, aquele cuzinho nunca tinha brincado antes!


    Enfiei um dedo devagar, ele gemeu e eu bombei... primeiro devagar... depois fui aumentando... ele se segurava como podia... a rosto contraído pela dor, mas com as mãos abrindo as nádegas como mandei... enfiei o segundo dedo enquanto aumentava a penetração dos dedos, enterrando-os até o final... ele fechou os olhos e segurou os lábios com os dentes para não gemer... enfiei o terceiro dedo e sem poder se controlar ele soltou um grito de dor e surpresa: “AAAAAAIIIIIIIIIIIIII............!!!!!!!!” e desesperado tirou a bunda da reta, fujindo engatinhando “Aysha... dói demais... eu não vou aguentar dar o rabo não!!!” Então falei dentro do seu ouvido, com voz metálica “QUE VIADAGEM É ESSA ... ??? Vai dar uma de viadinho e fugir da parada?” segurei pelo cabelo e espalmei a mão nas costas dele... ele se contorceu de dor... depois coloquei a outra... seus joelhos tremeram... esfreguei os seios em suas costas e sua dor alcançou um limite incrivelmente horrível de se ver... então me afastei... deixando só um dedo.


    Ele voltou a respirar... se recompôs... me olhou... “Depois vou poder te tocar?” eu sorri “Eu disse que vou deixar você me chupar, não disse Demon? Eu sou sua Dona... e sou uma Dona de palavra!” suas pupilas se tornaram em chamas... acariciei seu corpo com a mão espalmada, sabendo a dor que lhe causava... “Diga! Diga que sou sua Dona!” ele se agitou e com os olhos em chamas “Você é minha Dona!” eu dei um sorriso “Sua Dona, sua Rainha e Senhora das tuas vontades e dos teus desejos! Diga! Jure isso!” suas chamas se acenderam altas... e tirei as mãos completamente dele... queria que ele jurasse por vontade própria e não por imposição por causa da dor... “Você é a Dona de meu corpo, de minha alma perdida e de meu coração corroído... minha Senhora, minha Rainha, minha Dama... e eu juro que serei seu escravo até que não me deseje mais!” eu ri, acariciei suas costas passando a mão por seu dragão...


    “Então agora deita no colo da Dona pra ganhar uma surra por ter fugido de mim! Anda!” ele deitou, acertamos a posição... “Pode gemer, gritar, falar... mas não pode se mexer e nem tentar fugir senão vai ser pior! Entendeu?” eu sabia que ele tinha entendido... VAPT...!!!... VAPT...!!!... VAPT...!!!... VAPT...!!!... depois de quatro tapas de cada lado daquela bunda dura ela já estava rosada... amei aquela cor...  me empolguei... queria dobrar aquele demônio! E chegou uma hora que ele não conseguiu mais controlar a boca... VAPT...!!!...AAAIII...!!!... VAPT...!!!... UUUIII...!!!... VAPT...!!!... UUUAAAIII...!!! A cor foi ficando avermelhada e fui ficando excitada... ele tinha uma bunda dura e linda... que ficou vermelhinha!
    A surra demorou ainda muito tempo e quando acabou minha mão ardia de uma forma que eu nunca pensei que pudesse arder. Então imaginei a bundinha dele... devia arder muito... estiquei a mão e molhei na água gelada do copo e acariciei aquela bundinha gostosa e fui sentindo ele relaxar... “Diz seu nome pra mim...” ele continuou ali... “Demon, você já sabe!” eu ri, porque mesmo quem não sabe muito sobre anjos e demônios, sabe que conhecer o nome de um demônio ou de um anjo te dá um incrível poder sobre ele! “Demon é o mesmo que demônio... não é seu nome! Você já jurou que serei tua Dona, Dona de tua alma, Rainha e senhora das tuas vontades... então me entregue seu nome!” acariciei ele ainda no meu colo... ele relaxou “Teufel... é o meu nome!”
    “Humm... TEUFEL... é a mesma coisa que demônio, só que em alemão... Teufel vai virar Meumel... Então fica de quatro Meumel, e deixa a Dona fazer um fisting gostoso no seu rabinho!” ele se colocou em posição... coloquei o primeiro dedo e fui fundo... acrescentei o segundo até o final... Fui acrescentando um dedo de cada vez... quando estava com os quatro dedos no seu rabinho ele gemia e se contorcia... parei os dedos lá dentro pra ele se acostumar... Em seguida me deitei toda sobre suas costas e comecei a falar baixinho no seu ouvido “Ai querido, é assim mesmo, não grita não que passa logo... Você está aguentando direitinho e logo, logo vai achar gostoso...” Em seguida passei a beijar seu pescoço, a beijar e lamber seus ouvidos e suas costas. Aquilo foi acalmando e relaxando-o, e após uns poucos minutinhos ele  já não sentia uma ardência tão forte no ânus. Passo então a bombar aquele buraco devagarzinho e depois vou aumentando o ritmo e a intensidade.


    Ele ficou alí de quatro sentindo a minha mão entrando e saindo do seu cú até que de repente percebi que estava gostando daquela situação e começou a sorrir... então passei a meter num ritmo gostoso “Fala que você gosta de dar o cuzinho pra Dona!”... “Eu gosto de dar o cu pra Dona!”... “Fala que você gosta de apanhar da Dona!”... “Eu adoro apanhar da Dona!” Nesse momento nós ouvimos risadinhas abafadas, olhamos para cima e vimos três membros do moto clube olhando e rindo... antes que eu pensasse em qualquer coisa ele se moveu... como um felino!
    Quebrou o braço de um, o nariz do outro e os dentes do último... segurou os três juntos e falou com os olhos em chamas sobrenaturais “Se vocês falarem qualquer coisa sobre isso, eu vou achar vocês e matar vocês... de um modo demorado e dolorido... depois carrego os três pro inferno comigo... fui claro?” os três tremiam da cabeça aos pés... “Si-sim... nós entendemos!” e saíram andando e tropicando.
    Agarrei ele pelos cabelos antes que saísse atrás dos três “Vamos pra casa, Meumel... eu tenho algumas idéias de como você vai usar essa vara, essa língua e esses dedos!”
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ESPERO QUE TENHAM GOSTADO!
ATÉ SEMANA QUE VEM!
- Aysha – A Rainha da Vida... e da Morte! –
- Hope Subway -

terça-feira, 17 de maio de 2011

- MEU DEMÔNIO PREFERIDO -


Bom... Eu sou Aysha... meu nome quer dizer Vida e acho que por isso tenho um dom especial... eu consigo enxergar o mundo “paralelo”! Tá, você vai dizer que essa história de Mundo Paralelo é coisa de Holywood... Conto da Carochinha... ou História pra Boi Dormir! Nada disso! Verdade Verdadeira! Não sei se vejo TUDO o que tem pra ver... mas sei que não vejo TODO o tempo... Graças aos céus!
Vocês não têm noção de como é horrível você ver a cara do cara que está na sua frente se “transformar”... e se “descarnar” do nada! Ou então virar uma esquina e dar de cara com um par de asas que cobre a rua toda protegendo uma criança de um monte demônios... ou olhar para trás na rua e só ver dois olhos vermelhos grudados nos seus... ou pior...
Uma vez que saí do chuveiro e uma voz realmente tenebrosa, que nem Holywood poderia imitar me perguntando “Por que você não tem medo de mim?” e um monstro de mais de 2 metros de altura feio que nem só o diabo pode ser, se aproximou de mim... até ele me tocar... e queimar!
É... você não entendeu errado! Os demônios queimam quando me tocam! Os demônios sempre dizem que é pior que o “Fogo do Inferno”! Essa parte é legal! Muito legal! Por isso não tenho medo deles... geralmente eles é que têm medo de mim! Rsss... E os anjos? Bom... eles me ignoram completamente! Me olham... depois desviam o olhar... como se eu fosse... lixo! Isso é um saco!
Depois de saber desse pequeno “detalhe” da minha vida, você quer saber como eu sou? Alegre, confiante, dona do meu nariz, só faço o que quero! Fisicamente? Bom... você vai descobrir... qualquer hora! KKK!

Nesse dia fui parar no moto clube. Sou sócia dos Dragões de Fogo. Um moto clube da região. Motoclube não é coisa de “motoqueiro”, “motoboy”... é coisa de “motociclista”! Sabe qual a diferença? Vou simplificar! Lá só tem Harley Davidson, Ducati, BMW, Touring... Tá! Você ainda não entendeu! São as motos mais caras e mais adoradas e procuradas do mundo! Sacou agora? Pois é!
Entrei no moto clube e me deparei com dois caras novos. Os dois cabeludos. Um moreno de cabelo castanho escuro enrolado, musculoso, cavanhaque, olhos castanhos escuros, sorriso fácil, num jeans apertado, camiseta preta e jaqueta de couro... tudo nele gritava ME LAMBE QUE EU SOU DOCE! Nem olhei outra vez!


O outro... loiro, cabelo mais comprido, liso, barba, até a sobrancelha era loira, pele clara, olhos castanhos, cor de whisky, musculoso, metido num jeans mega apertado, camiseta branca, jaqueta jeans e bota... típico motociclista! Meio sorriso sarcástico na boca, só ouvindo o que os outros falavam e olhando tudo a sua volta... seu corpo se mexia como o de um felino... tudo nele gritava PERIGO! Nem preciso dizer que meus olhos não desviaram dele! De repente ele me olhou... e se levantou... veio na minha direção devagar, sensual, como um felino verdadeiro, sem desviar os olhos dos meus... enfiou as mãos no meu cabelo, fechei os olhos, puxou minha nuca e me beijou! Que beijo! Que delícia! Ele me comeu viva, me engoliu, me sorveu, me saboreou... e quando me soltou, me deixou com as pernas bambas, com falta de ar e com gosto de quero mais! Quando abri os olhos ele já estava a meio caminho de volta.
Fiquei furiosa. Como se atrevia a me beijar na frente de todo mundo e me dar as costas? E ainda por cima, ainda por cima... me... me... me deixar de perna bamba! Caminhei eté ele “Escuta aqui... por acaso você acha que pode ir me beijando assim... sem mais nem menos?” ele riu... um riso melódico “Não ouvi reclamações... só suspiros e delírios!” ele falou de costas para mim... com voz de anjo... “Pois está ouvindo agora!” eu falei e segurei ele... ele virou de frente para mim... e eu vi... seu rosto lindo, másculo e sensual descarnar na minha frente e o demônio surgir, rindo... “Vou continuar ouvindo?” ele falou com aquela voz deliciosa...e aquela aparência demoníaca e eu fiquei totalmente confusa... eles não queimavam quando tocavam em mim?


Ops! Era isso! Eu tinha tocado nele! Assim não devia fazer efeito! Mas péra! Pára o Mundo que eu quero descer!
Ele me tocou primeiro, na hora do beijo! Balancei a cabeça confusa... “Você acha o que? Que tenho medo de cara feia? Cara feia pra mim é fome!” aí foi a vez dele parecer confuso... ele se transformou de novo, e conseguiu ficar mais feio que da primeira vez... e eu encarei...  “Se liga! Você não vai me assustar!” ele me beijou de novo... e eu mantive os olhos abertos...
Ué... Nunca tinha beijado um demônio antes! Ele mudou... eu não desviei os olhos e nem me assustei, mas ele também não se queimou! “Era agora que eu deveria fugir?” perguntei sarcástica “Não! Era agora que você devia cair aos meus pés e implorar por sua vida!” eu ri “Você sabe quem eu sou e que não pode tocar em minha vida!” agora foi a vez dele rir “Do mesmo jeito que eu devia queimar ao te tocar?” e fiquei mais confusa... quais as regras ali?
Ele encostou um dedo na minha testa e me fez cair de joelhos com toda a força “Lamba minhas botas!” e eu lambi “Agora me chupe! Aqui! Na frente de todo mundo!” eu tentei levantar “De jeito nenhum!” ele nem encostou em mim... só mexeu o dedo e lá estava eu abrindo as calças dele, tirando uma vara enorme para fora e metendo na boca... Já que eu estava ali, naquela situação delicada, queria que ele tremesse, gemesse, gritasse, se sufocasse de tesão! Então trabalhei por isso! E olhei seu rosto o tempo todo!


Pude ver o rosto humano se distorcendo de prazer... ouvir a voz humana gemendo grosso, meio desconexo, meio destoante... então percebi que o demônio havia se encolhido sob a pele, deixando só o homem ali. Então parei! E reparei que a força que exercia sobre mim tinha sumido. Mas não retirei a boca do membro. E ao observa-lo só via o humano... afastei os lábios ligeiramente e ele voltou, com força total, me subjugando e me obrigando a continuar chupando-o. Chupei. Ele se foi novamente. Então segurei o membro rijo com uma mão e fui soltando um dedo de cada vez, até que ele apareceu e percebeu que eu tinha obtido o controle. Tinha 3 dedos no pênis dele e comecei a bombá-lo... e só então vi o demônio se retorcendo exatamente na linha entre o prazer e a dor.  Deixei ele exatamente naquela linha... não me esforcei para permitir que ele gozasse e nem parei de torturá-lo. Os gemidos que soltava... agora sim... eram do demônio ali dentro!
Delicioso de ouvir!


“Está  gostando,Demon?” os olhos de whisky viraram brasas de fogo! Ele tentou reagir... eu apertei seu pênis e ele se contorceu dentro do humano “Você tem poderes, Demon... mas quando te toco... você queima... igual todos os outros!” bombei com mais ânimo e ele gemeu de prazer “Só que você parece ter mais tolerância à dor! Não é Demon?” ele gemeu de raiva. “Quem domina agora?” perguntei rindo e apertando o pau duro... ele gemeu e respondeu com ar desafiador... “Eu!” eu ri e comecei encostando dedo por dedo e fui sentindo ele se encolhendo de dor... fui afastando o dedo e permitindo que ele voltasse... “Vem cá, vem Demon! Eu quero te dar prazer...e te controlar também!”
Agarrei ele pelo pau extremamente duro e fui puxando... que nem cachorrinho! Andei com ele por todo moto clube, e os caras só riam quando reparavam o que eu estava fazendo... e eu sempre apresentava “Esse é Demon, meu cachorrinho de pau duro!” ele grunhia de raiva, mas eu fui aprendendo a controlá-lo... liberando alguns dedos e prendendo-o pela boca, enquanto o beijava... foi um trabalho interessante para mim... e doloroso para ele... mas várias vezes percebi a cabecinha do pau inchada e rosada... e com gotinhas pingando... quase estragando meu limite dor/prazer!
Me deliciei com aquilo!
Passei a tocar outras partes de seu corpo com os dedos e percebi que se eu tivesse quatro pontas de dedos ou 3 dedos encostados em sua pele era o suficiente para que eu pudesse dominá-lo e mantê-lo exatamente na linha entre a dor demoníaca e o prazer humano. E comecei a variar coisas e posições sempre mantendo-me em contato com a pele dele.


Peguei uma dose de whisky on the rocks e puxei ele para um dos cantos mais escuros do clube, no andar de baixo, perto dos banheiros, mas onde quase ninguém vai... todo mundo sabe que ali é o lugar dos “pegas”... então levei ele para lá... para um “pega”...
Segurei seus cabelos soltos e o beijei, com ardor, lambendo cada pedaço de sua boca, sugando e chupando os cantos da boca, mordendo seus lábios, me esfregando inteira em seu corpo... e ele correspondendo a cada movimento com ardor e fúria, numa luta de forças iguais pelo domínio um do outro. Eu puxava seus cabelos e chupava-lhe o pescoço, marcando-o visivelmente, ele devolvia puxando meus cabelos e mordendo minha orelha.  Mas bastava eu acrescentar a ponta de um dedo em sua pele e o controle voltava para mim.
Beijando-o ardentemente agarrei seus cabelos e o afastei de minha boca, mas mantive os dedos encostados no seu corpo, escorregando para lá e para cá... “Tira a jaqueta!” ele tirou sem pestanejar... “Tira tudo! Te quero peladinho, meu demoninho de estimação!” ele tentou se rebelar e encostei a mão toda nele... “E se eu te batesse... assim... com a mão espalmada? Será que doeria mais ou menos do que os meus carinhos de mão aberta?” ele rosnou e me lançou um olhar do tipo “Você não teria coragem!” então imediatamente bati... seu rosto virou com a força do tapa... coloquei uma mão em seus cabelos e espalmei a outra em seu pescoço “Tira! Tudo!” então segurei só no cabelo e ele se despiu... totalmente!



AGUARDE A CONTINUAÇÃO AMANHÃ!
NESSE MESMO HORÁRIO!
- Aysha – A Rainha da Vida... e da Morte! –
- Hope Subway -

segunda-feira, 16 de maio de 2011

-Desejos & Delírios... O DESCONHECIDO NA NOITE (Parte Final)-



Acordo nua na cama... sem algemas, sem cordas, sem marcas no corpo... me viro na cama e olho para meus pulsos e tornozelos, depois os seios, levanto rápido e vou para o espelho e me olho de frente, encarando minha total, absoluta e despudorada nudez... meu corpo está perfeito... nunca esteve tão lindo... a pele branca sem nenhuma marca, sem nenhum maltrato... como se tivesse passado meses deitada numa banheira de leite ou água sanitária... rsrrs... muito branca... muito linda!

Viro-me de lado e abro a porta do armário para que possa enxergar também minhas costas... minha boca se abre e não sei o que dizer... o que pensar... minhas mãos alcançam minhas costas e sinto o leve alto relevo da cera da vela em marrom chocolate na minha pele... a pele estava branca e sem outras marcas, fazendo com que a cera da vela fizesse um verdadeiro trabalho artístico em minhas costas...

Me reposicionei e olhei estupefata... ali... em cera... em alto relevo... no meu branco corpo... “Eu amo você! Você é minha! Gabriel” uma obra de arte em arabescos lindos... nem dava vontade de tirar... passei a mão de leve só para senti-los... e me arrepiei inteira ao sentir os pingos de cera artisticamente colocados sobre a tela da minha pele branca.

Olhei meu pescoço e ali, num lindo colar de ouro que não tinha abertura... GABRIEL! Imediatamente procurei pelo fecho... não havia! Não era para ser tirado! Em pânico tentei arrancar uma das gotas de cera e ela saiu sem problemas, marcas ou dor... ufa... que alívio! Mas eu não queria retirá-las... eu as queria ali... exatamente onde estavam! Decorando meu corpo e minha alma... me declarando a posse de meu Dono... de meu amor... de meu anjo!


Infelizmente o tempo passou... e o Dono não voltou... meus dias se tornaram vazios, minha vida se tornou uma procissão de dias intermináveis... de dias e noites que se seguiam... sem parar... e sem acontecer nada entre eles! A não ser minhas lágrimas e diversos momentos de solidão, soluços e silêncios que traziam aos meus lábios músicas e aos meus dedos, belas poesias... e belas prosas...


“É só eu sei quanto amor eu guardei sem saber que era só pra você! É... só tinha de ser com você... havia de ser pra você... senão era mais uma dor... senão não seria o amor... aquele que a gente montou!

O amor que chegou para dar o que ninguém deu p você!

E o que ninguém jamais deu para mim!

É você! Só você... que é feito de azul... me deixa morar nesse azul...

Me deixa encontrar minha paz...

Você que é bonito demais!”
O resultado dessa solidão... como não podia deixar de ser... foi que eu conversava com ele, mesmo que não estivesse presente... falava como se ali estivesse e pudesse me ouvir... falava de tudo, de meu dia, de meus erros, Desejos & Delírios... “Se ao menos pudesse saber que eu sempre fui só de você... E você sempre foi só de mim!”

Uma pena branca, delicada, longa e macia, parecendo uma pluma pousa em minha cama... vinda de lugar nenhum... vinda de algum lugar... vinda dele... de seu corpo delicioso e amado... vinda de suas asas batendo...

Então seguro a pluma com mãos trementes e começo a cantar... sei que não sou muito afinada... mas minha voz se transforma com o decorrer da música e vai ficando mais doce, mais afinada, mais angelical...
“Não vejo mais você faz tanto tempo... que vontade que eu sinto de ganhar seus abraços e te fazer amor... você bem que podia perdoar e só mais uma vez me aceitar...
prometo agora vou fazer por onde, nunca mais perde-lo...
Agora... que faço eu da vida sem você???...
Você não me ensinou a te esquecer... você só me ensinou a te querer e te querer...
vou me perdendo no abismo em que você se retirou e me atirou e me deixou aqui sozinha!
Você não me ensinou a te esquecer...
e te querendo eu vou tentando me encontrar! E te encontrar!”
O quarto escurece... meu corpo flutua junto com minha voz... não há mais roupas, dor, cor, pensamentos... só o infinito... e nele flutuo... olhando para aqueles olhos de whisky...

Despeço-me de meus leitores!
E esclareço... São meus Desejos & Delírios... 100% verdade? 100% mentira? Tudo é relativo, como diria Einstein!

Espero que tenham gostado... desses dois personagens FICTÍCIOS juntos... o belíssimo Anjo Gabriel e conhecida Delícia - Hope! Sem confundir ficção com realidade, por favor! RSRSRRS.
Mas UMA VERDADE É que todas as vezes que voces lerem alguma coisa aqui, no meu espaço, com o marcador É MEU... é porque fui eu quem escrevi... vivi...


Beijos,
 


Aysha - A Rainha da Vida e da Morte-


-Hope Subway-

domingo, 15 de maio de 2011

Desejos & Delírios... O DESCONHECIDO NA NOITE (Parte IV)


Depois daquelas palavras que ainda ecoavam na minha cabeça “Você é minha!” não sabia exatamente como me sentia... eu era sua... sua posse... não podia ir a nenhum lugar sem sua marca, mas sequer havia o visto, sequer sabia o nome que estava em meu pescoço...

Com todo o cuidado me deitou na cama... de bruços para que minhas nádegas não doessem... então o senti acariciando minhas mãos... e algemando uma, depois a outra nas laterais da cama. Ele me beijou. Quando sua língua se esfregou contra a minha, o calor me encheu. Tentei levar as mãos ao alto, para tocá-lo só que não podia, e choque, então calor, e medo me dominaram.

Sua boca movia-se ao lado, abaixo de meu pescoço, dentes fechando suavemente na minha pele, dando-me arrepios.

Novamente tentei me mover. Novamente seus dedos e as algemas me seguraram no lugar, e realmente me senti amortecer “Você tem uma pele suave que implora para ser tocada” ele sussurrou, lambendo minha clavícula “Seus mamilos que querem ser chupados” e com sua mão livre, ele correu seu dedo através do topo de minha camisola de corte baixo, tocando o topo de meus seios.

Segurei a respiração, querendo que ele fosse além. Não o querendo. Maldição, não gostava de estar tão confusa.

“Mas, Delícia... Se você estiver machucada ou assustada, simplesmente me diga... Se eu estiver fazendo meu trabalho, eu saberei, todavia, eu espero que você compartilhe o que está sentindo comigo... Você entende?”

Revelar meus pensamentos, minhas emoções? Poderia o sexo com ele ser tão íntimo? Isso iria deixar-me vulnerável… mais do que já estava... Isto realmente não era uma boa idéia, era?

“Senhor, eu acho...” comecei balbuciante “Você acha demais, às vezes...” ele murmurou, lançando suas mãos para o emaranhado de meus cabelos, afundando os dedos... “Isto é prazer, não um exame de faculdade, Faith...” inclinando a cabeça para trás, sua boca fechou na minha, em um beijo terno. Ele lentamente me beijou, completamente, como se ele tivesse todo o tempo do mundo... Minha pele aqueceu, e de repente eu estava pronta para sentir suas mãos em mim, queria suas mãos em mim. Seus dedos enrolaram em meu sedoso cabelo, e o beijei de volta até que sua cabeça girou... e ele se afastou.


De onde estava só o ouvia... então ele retirou a venda... e ficou parado... esperando que meus olhos se acostumassem com a escuridão do quarto... do meu quarto! E então vi seu rosto... não pela luz da lua ou de lâmpadas ou qualquer outra luz que se infiltrasse pela casa... na verdade... nenhuma luz entrava... era ele! Ele resplandecia! Pelo menos era assim que eu o via! Resplandecente! Um rosto de pele clara, cabelos nem curtos, nem compridos... castanhos como seus olhos cor de whisky... lábios de traços duros, mas com aspecto macio, daqueles que dá vontade de passar os dedos... queixo duro, rosto quadrado... eu já o tinha visto antes... mas não sabia onde... seus ombros eram largos peito amplo, barriga de gominhos e... uouuuu... nossa... isso é... então... minha boca ficou seca diante daquele volume preso pelas calças negras... enorme... eu não conseguia tirar os olhos... nunca tinha visto nada igual, era um parque de diversões para duas mãos... quem sabe três... e um cheiro de ventania, chuva, algodão doce e almíscar... que cheiro!... encheu-me de desejo, atravessou o pulmão, a pele, o cérebro, os sentidos... era um cheiro diferente... um cheiro... um cheiro de... cheiro de anjo!


Abri meus olhos como se fossem pratos... totalmente arregalados... quando de repente descobri... como ele sabia todos os meus movimentos... como sabia tudo que eu fazia... como podia ser tão delicioso e tão torturante estar em seus braços... como ele podia saber o que eu sentia, o que eu queria e o que eu realmente precisava... e me dar... sempre o correto!

Ainda olhando para ele... ali... a alguns centímetros de mim... “Você é um anjo!” um meio sorriso se formou em seus lábios... “E você é uma doce mulher...” tentei virar para acompanhar seu movimento, mas estava presa... virei meu rosto, ele tirou os cabelos dos olhos espalhando-os cuidadosamente pelo travesseiro “Relaxe Delícia... agora chegou a hora do prazer... você sabe que eu sei o que você quer, o que sente e o que realmente precisa, só confie em mim!”

Ele estava todo vestido de negro... pegou um chicote... e começou a escorrega-lo pelo meu corpo, só roçando as pontas nas minhas costas, nádegas, coxas, pés... depois deu alguns golpes... que não trouxeram dor... mas serviram para relaxar meu corpo tenso... ele subiu e desceu as pontas do chicote por meu corpo ainda algumas vezes... soprou em sua mão... depois desceu-a por minhas costas... uma pedra de gelo... totalmente redonda... sem rebarbas... era friccionada através de meu corpo...passando bem no meio das minhas costas, alcançando minhas nádegas e passeando por ali um longo tempo... depois descendo pelo lado interno das coxas em direção aos pés... e voltando... parando junto ao meu sexo já molhado... eu suspirava e respirava duramente, totalmente excitada e fora de mim! Ele permanece ali, me acariciando com o gelo... eu gemendo... até que sinto algo quente, macio, molhado... sua língua em meu sexo... me aquecendo e enlouquecendo... aqueles sentidos contrários de quente e frio me enlouqueceram e cheguei ao orgasmo em segundos... só ouvi seu riso profundo e gostoso...





Ele se levantou... andou até o fundo do quarto “Hummm... que cheiro, Delícia? Jasmim... rosas... não... nada comum para você... chocolate!” Vi então a luz! Luz de verdade! Nada vindo da minha imaginação fértil... era... uma vela... com cheiro de chocolate... e não tenho a menor idéia de como a conseguiu ou como a acendeu... mas ali estava... em suas mãos grandes e macias... ele veio vindo em minha direção... e o medo automaticamente se instaurou dentro de mim... ele começou a passar a vela perto do meu corpo... cada vez mais perto... até que já podia sentir o calor da chama e o cheiro do chocolate... algumas gotas de cera caíam pela pele das costas e do bumbum... não por acaso... mas propositalmente... como se ele fizesse um desenho em mim... não queimavam... mas doía... mas era uma dor... gostosa... devia estar ficando louca!



Todo o quarto cheirava a chocolate... ele segurou meus cabelos com firmeza... enrolou em sua mão... puxou com firmeza “Abra a boca, meu Chocolate!” sentou-se na minha frente... abriu o zíper... e eu vi... o parque de diversões inteiro... enorme... rosado... com a cabeça avermelhada, parecendo fruta madura... minha boca tentou ir até lá... mas ele ainda segurava meus cabelos e me impediu... olhou em meus olhos... e me beijou... um beijo doce, azedo, melado e amargo, doce e salgado, duro e macio... simplesmente... DE-LI-CI-O-SO! Então soltou meus cabelos e eu imediatamente abocanhei seu pau...





Realizei meus sonhos... aquele homem... aquele semi deus... não... um anjo na minha frente, recostado na cabeceira da cama, de olhos fechados e com um sorriso em seus lábios... enquanto os meus lábios sugavam, seu pau... só a cabeça, depois passando a língua por todo o comprimento... desde a cabeça até a base... deixando aquele pedaço de céu todo úmido e brilhante... era como se ficasse ainda maior... coloquei na boca tudo que pude... mas já encostava duro em minha garganta e ainda sobravam alguns centímetros para fora... sem tirar aquele monumento da boca, olhei para cima e vi seus olhos de whisky escorrendo nos meus... continuei engolindo, chupando, arranhando... sem tirar os olhos dos dele... e via naqueles olhos como se ele tivesse encontrado um paraíso próprio... dentro de minha boca... dentro de meus olhos de pradaria... ele acariciava meus cabelos de ouro quando começou a gemer... gemidos roucos... cheios de libido e de um tesão louco... então segurou minha cabeça com as duas mãos... “Relaxe... deixe eu brincar agora!” a voz funda me fez entregar o controle de minha cabeça em suas mãos imediatamente.

Ele segurou minha cabeça com as duas mãos, fazendo um movimento de ir e vir... fodendo minha boca... ou fodendo seu pau com minha cabeça... a cada movimento minha língua ainda brincava com aquela carne... aquele gosto... engolia o tempo todo, não querendo desperdiçar seu gosto, mesmo sabendo que ainda não havia experimentado nem suas gotinhas... ele foi usando minha boca como brinquedo... e ao mesmo tempo que sorria com o que conseguia... gemia cada vez mais profundamente com as sensações de seu pau em minha boca... não senti suas gotinhas em minha língua... na hora que percebeu que as gotinhas estavam para sair começou a esfregar seu pau em meu rosto, lambuzando-me com seu sêmem, e me fazendo sentir aquele cheiro de ventania e desejo...




Então se levantou... ficou em pé sobre a cama e colocou um pé sobre minhas costas... depois o outro... e foi caminhando sobre meu corpo... nada como se andasse sobre as águas e eu não sentisse o seu peso... eu sentia cada grama... mas sentia a maciez daqueles pés... sentou-se sobre minhas coxas e deixou seu monstro repousando sobre elas... colocou os dedos em meu sexo já melado de prazer... minhas pernas se mexeram... ele imediatamente amarrou meus pés, com as pernas abertas, na beirada da cama, deixando-me num “X” perfeito... e sentou-se entre minhas pernas, voltando a enfiar o dedo em minha boceta molhada... ele brincou com ela até arrancar não suaves gemidos, mas gritos desesperados de prazer de mim... “Você quer mais, chocolate? Diga! Implore!” ele ainda me provocava e me obrigava, de uma maneira deliciosa a fazer o que ele queria “Mais, meu anjo, mais... por favor... mais!” ele riu e enfiou o segundo dedo... com o polegar acariciava meu clitóris e com a boca sugava minhas nádegas... eu gemia e gritava já sem controle de meu corpo... de vez em quando sentia um tapa estalado em minhas nádegas para que eu parasse de me mexer... outro dedo foi inserido... devagar... tres dedos... e ele me enlouquecia... quatro dedos... me mudei para um universo paralelo...

De repente a outra mão começou a violar minha segunda entrada virgem... minhas nádegas se contraíram e eu gritei de medo “Não... por favor, não!”, mas ele não se deteve... retirou os dedos melados de minha vagina e foi enterrando em meu cuzinho virgem... as lágrimas desciam por meus olhos e o medo me impedia de falar, só gemia e soluçava... colocou um anel vibratório em três dedos e os introduziu em meu cuzinho... e os deixou ali enquanto já tinha 4 dedos em minha vagina... a vibração era tão profunda e tão excitante que me levou a mudez... mal conseguia respirar... “Ahhh... meu chocolate está gostando... se deliciando... vou fazer você gozar... não só o gozo que você já sentiu, minha Delícia... mas vai gozar deliciosamente pela vagina... molhando não só o lençol mas o colchão todo e vai gozar pelo cu também... só tem um inconveniente, docinho... quando gozar vai desmaiar de prazer... já desmaiou de prazer??” eu ouvia sua voz ecoando dentro de mim... de cada célula... me dando prazer... um prazer nunca sentido... tão grande que não conseguia falar, nem sequer pensar... só sentia... e me rendi... totalmente... ao seu toque... ele podia fazer o que quisesse de mim!



Ele enfia todas as combinações possíveis de dedos, girando, rodopiando, fodendo, balançando... me enlouquecendo... então retira todos os dedos... e me sinto fria... vazia... e não o vejo... me reviro alucinadamente na cama... até que sinto seu peso sobre meu corpo... o peso de todo seu corpo sobre minhas costas... ele se joga ali... e no processo da caída seu enorme pênis penetra meu ânus até o fim... entrando totalmente dentro dele... a dor é grande... gemo alto... “Arghhhhhh... seu safado!” um riso malvado ecoa em meu ouvido “Repete! O que eu sou chocolate?” com isso começa a me foder... sem dó nem piedade... duro e forte... as lágrimas descem pelo meu rosto... sinto a dor, mas também o prazer... algo que nunca senti antes... mas não paro de chorar... então ele pára... retira meus cabelos dos olhos, enrola meus cabelos em sua mão, puxa com força e olha diretamente em meus olhos verdes lacrimejantes... ele não fala nada... só sente meu corpo tremendo e chorando em baixo dele e com seu olhar vai entrando dentro de mim... então sorri... coloca a outra mão em meu seio e começa a massagear o seio todo, o mamilo, puxando, torcendo e variando os movimentos para me enlouquecer de prazer, então ele recomeça devagar a me foder... meu corpo treme e treme... ele sabe que não é só dor... mas há uma quantidade enorme de prazer... a cada estocada bate mais forte em minhas nádegas, fazendo minhas pernas se abrirem totalmente... até o limite das cordas...

 



E assim... olhos nos olhos... ele continua me fodendo... me olhando... eu não falo, não gemo, mas ele sabe o que sinto e aumenta o ritmo cada vez mais... até um ritmo alucinante em que me perco... e nada mais existe... só aqueles olhos se derramando sobre mim... e o prazer supremo e absoluto!


A cada estocada ele bate com mais força em minhas nádegas... seus olhos se derramam nos meus... e sua voz se derrama pelo quarto... “Meu coração, sem direção voando só por voar, sem saber onde chegar... Sonhando em te encontrar! E as estrelas que hoje eu descobri em teu olhar... suas estrelas vão me guiar!!! Se eu não te amasse tanto assim... Talvez perdesse os sonhos dentro de mim... e vivesse na escuridão! Talvez não visse flores por onde eu vim... dentro do meu coração! Hoje eu sei... Eu te amei... Como o vento de um temporal, mas foi mais, muito além do vento de um temporal... Dos desejos de um beijo... Que eu jamais provei igual! E as estrelas dão este sinal! Ahhhh... Se eu não te amasse tanto assim!” Ele se coloca de joelhos entre minhas pernas e com as mãos abre minhas ancas... ele continua cantando e me fodendo... e falando de amor... e meu corpo vai escorrendo meu prazer, pela minha boceta, pelo meu ânus, pelas minhas coxas, ensopando não só o lençol, mas o colchão e escorrendo de dentro de mim como um rio...


Então começa a alternar... violando meu ânus e minha boceta alternadamente, com força total e com a mão aberta vai me dando palmadas “Que linda bunda branca, minha Delícia... vai ficando rosada com as palmadas e dela vai fluindo o líquido do sexo... da sua bocetinha lisinha também... você sente o cheiro do sexo... do prazer?? Esse é meu maior presente para você, minha delícia, meu chocolate...” então, num momento aumenta o ritmo ao inimaginável dentro de minha boceta... se joga em minhas costas, aperta meus ombros... e goza... um jorro fundo dentro de mim... vai descendo as mãos por minhas costas, alisando-as, acariciando-as, arranhando-as...


Deita sua cabeça em minhas costas, seu cabelo se espalhando por toda ela e seu corpo vai parando de tremer e suas mãos vão passeando por meu corpo acariciando-me... e ainda falando e cantando... e me fazendo tremer... e sentir... e gemer... e sonhar... sinto um beijo em meus lábios... mas meu corpo já não me pertence, já não estou mais ali... ele fez o que prometeu... me fez desmaiar!

Desmaiada de prazer!!

 

(O DESCONHECIDO - não mais tão desconhecido - atacará novamente!
Mas sua saga está quase no fim !)

-Aysha - A Rainha da Vida e da Morte-
-Hope Subway-


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