"Sempre desprezei as coisas mornas, as coisas que não provocam ódio nem paixão, as coisas definidas como mais ou menos, um filme mais ou menos ,um livro mais ou menos.

Tudo perda de tempo. Viver tem que ser perturbador, é preciso que nossos anjos e demônios sejam despertados, e com eles sua raiva, seu orgulho, seu asco, sua adoração ou seu desprezo. O que não faz você mover um músculo, o que não faz você estremecer, suar, desatinar, não merece fazer parte da sua biografia."



- Martha Medeiros -

Meus Blog’s!

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domingo, 30 de outubro de 2011

-SIR SHIBARI-


Sir Shibari era um Dono cuidadoso. Cuidava de suas posses com muito zelo. E dentro dessas posses ele cuidava com maior zelo ainda de sua coleção de cordas. Já imaginou um shibarista sem cordas? Ele não comprava só as que vinham prontas ou nas cores disponíveis... muitas vezes ele idealizava seus projetos em cordas de cores que não existiam para vender, por isso ele tingia suas cordas em cores degrades... em cores vibrantes... no tom que ele imaginara, não se deixando tolher por não achar a corda pronta para comprar.
Por isso mesmo suas obras eram tão apreciadas. Não só por ele mesmo, que levava seu tempo fazendo seus artisticos nós, mas pela peça utilizada, que ao final do trabalho se sentia tão linda que implorava para que ele não lhe soltasse. Mas... como na vida tudo tem seu tempo, havia o tempo de amarrar, o tempo de admirar e o tempo de desamarrar.
As outras personagens de nossa historia são Gatinha e Esperança. Duas cadelinhas com Dono que admiram demais o trabalho de Sir Shibari. Não só o trabalho, mas a pessoa, suas idéias e realizações. E não é nada escondidinho não! Seus Donos conhecem esse respeito e respeitam isso!
Bom... o caso é que entrando no MSN, Sir Shibari se deparou com uma dessas cadelinhas on line... e entre os ditos... disse que achava que estava ficando gripado pois não teve nem forças de subir sua “mala” do carro, acabou deixando-a no porta-malas. Assim que o MSN desligou o celular da outra cadelinha arteira tocou, depois dos téte a téte iniciais do começo das conversas civilizadas, uma conta a outra a novidade: “A mala das Gostosuras” está no porta malas do carro dele!!!
Na mesma hora as duas se calaram e as cabecinhas ocas começaram a minhocar em atividades ilícitas, depois de algum tempo o plano estava pronto: roubar a mala do carro dele! Isso era fundamental!Foi tudo muito simples. As duas sabiam onde o carro estava e para lá se encaminharam. Chamaram o chaveiro pois haviam perdido a chave do carro. Ele abriu a porta para as duas mocinhas lindinhas sem desconfiar que aqueles dois anjinhos não eram as donas do carro. Abriram o porta malas, passaram a mala para o carro de uma delas, baixaram o pino e trancaram o carro deixando-o em perfeito estado só que sem a mala.
Durante aquele dia se arrumaram, embonecaram, perfumaram e se prepararam para a batalha. Ligaram para Sir Shibari assim que o horário de trabalho expirou. “Mestre... acredito que o senhor tenha sofrido uma perda irremediável em seu carro, o sr deveria correr para lá!” e desligaram. Ele ficou aturdido. O que será que essas doidivanas estariam fazendo? Correu para o carro e não encontrou nada batido nem amassado, mas de repente recebeu um torpedo com a foto da mala. “Mas que cadelinhas safadas!”. Logo a seguir recebeu o torpedo: RESGATE- compareça no endereço tal as tantas horas de amanhã. Lá receberá maiores instruções. Entrou no carro e foi para casa soltando fogo pelas orelhas, pelo nariz e até pelos olhos! Não era uma figura bonita de se ver. E as duas não ligaram para falar com ele nem entraram no MSN. Iriam esperar a noite passar e ele voltar ao normal.
O dia seguinte foi um sábado gostoso, de tempo quente mas não muito. Sir Shibari entrou no seu carro e foi ate o endereço que haviam lhe mandado com um mapinha do Google. Chegou sem problemas a uma linda chácara com a entrada toda enfeitada por floreiras floridas com flores lindas e diversas, das mais variadas cores. Encontrou o portão de carros aberto e entrou... foi levando o carro pela lateral da casa onde ambas estavam deitadas em redes coloridas tomando chá gelado, elas indicaram para ele parar o carro ao lado do delas, numa linda rampinha. Ele parou e desceu. Elas fecharam os portões e desceram juntas para encara-lo. Nenhuma tinha coragem de faze-lo sozinha. “Bom dia Mestre” Falaram em uníssono, como se tivessem ensaiado. “O sr já tomou o café da manhã?... Com esta gripe que o sr está é bom comer para se recuperar!” foram puxando-no para uma mesa com bolo, pão caseiro, mel, frutas, biscoitos caseiros, e mais uma monte de gostosuras... Esperança adorava cozinhar... ainda mais para o mestre.
Ele parou... olhou tudo e nada disse... depois de uns instantes, com uma certa bruteza de movimentos colocou as duas de frente para ele “Onde vocês estavam com a cabeça? Roubar minha mala? Como fizeram isso? O carro não foi arrombado nem danificado! Voces sabem que não posso deixar isso assim... voces terão que ser castigadas!” ele disse muito sério. As duas riram. “Primeiro o sr tem que pagar o resgate da mala... depois os castigos!” ele ficou confuso mas acabou se rendendo e sentando à mesa para um farto café da manhã. Depois do café foi levado ao quarto onde se encontrava a mala preciosa. Abriu-a conferiu seu conteúdo e notou que faltavam dois rolos de corda, um verde e um roxo. Olhou para ambas  e Gatinha segurava o verde, que combinava perfeitamente com a roupa mínima que usava e Esperança segurava o roxo, combinando com o baby doll transparente que usava. “O que isso quer dizer?” falou exaltado Sir Shibari. “O preço do resgate é sermos artisticamente amarradas pelo sr.” Falou Gatinha assanhada. “Depois de amarradas o sr pode fazer o que quiser conosco...” foi a vez de Esperança com os olhos verdes faiscantes.
Então foi a vez dos olhos de Sir Shibari faiscar! Ah! Ele  pagaria o resgate! E elas JAMAIS se esqueceriam desse pagamento! Ele teria certeza disso!

Aguardem o próximo capítulo de Sir Shibari!

Dom Maximus - O Dominador
Hope Subway

domingo, 24 de abril de 2011

- QUEM DOMINA QUEM? -





    Sexta feira da Paixão... feriado... cheguei em casa acabado de tão cansado... mal cruzei a porta vejo minha cadela linda, cheirosa, de escova no cabelo, uma camisola deliciosa e uma calcinha de renda toda enfiadinha na bundinha... tudo novo, até o perfume... realmente, uma delícia de cadela! Mesmo cansado me acendi na hora! Já fui chegando, catando e beijando...
    Para minha surpresa sou empurrado e levo um monte de sopapos “Você é cego, burro ou o que?? Só sabe começar assim?? Beijando?? Não tem outra coisa que te chamou a atenção não?” e dá uma rebolada muito da sensual... de deixar qualquer homem morto... duro! “Ah... claro Hope... amei a calcinha... lindinha!” levei tantos tapas que nem vi de onde vieram... ela vira-se e marcha em direção ao quarto indignada!
    Vou atrás, sem entender nada! Mal apareço na porta, voa um livro em minha direção e quase me acerta... se ela fizesse tiro ao alvo, não sobrava nenhum em pé! “Leia! Mein Herr, pelo menos isso você sabe fazer??” fui entrando no quarto para tentar entender o que acontecia “Não se atreva a entrar! Fora! Pra sala!” bom... não tive escolha, lá fui eu para sala. Isso lá é posição de Dom?? E o pior é que eu nem sabia porque estava ali. Mas, vamos ler!
    Durante a leitura do livro me masturbei que nem louco... de manhã, fiz meus planos! Ela sempre dorme até mais tarde nos sábados e esse negócio de livro sobre BDSM... D/s... é bem excitante...  melhor até que os contos que ela publica no Blog...“Vou ao sex shop e quando ela acordar já vai ter surpresa pra ela... assim já acorda feliz e quem sabe consigo tirar o atraso!” Saí do SS cheio de novidades... uma coleira lilás... ela adora lilás! Vibradores, cremes, máscaras, chicotinhos, chibatas, e até uma fantasia de colegial para ela! Cheguei em casa no gás... me arrumei que nem manda o figurino para um Dom... todo de preto... calça social, camisa de seda, meia, sapato... até a cueca era de seda preta... e para completar o inseparável Paletó de couro preto... catei a chibata, segurei a coleira e esperei ela abrir a porta.


    Mal abriu a porta já catei ela... empurrei de volta pra cama... “De quatro cadela... hoje vais levar uma surra por me deixar dormir na sala e ainda vou comer teu rabo!” ela vira-se pra mim, arranca a chibata da mão... sai me batendo, socando, botando pra fora do quarto “Pelo jeito leu e entendeu tudo pela metade!” foi jogando mais meia dúzia de livros, literalmente na minha cabeça e entrou no banheiro. Catei os livros e dei uma passada d’olhos. Tinham o mesmo teor do primeiro... eram da mesma autora e inclusive se passavam no mesmo local... as cenas de sexo mudavam, alguns brinquedos também, mas de resto era tudo igual.
    Ela saiu do banheiro e fui dizer que não tinha achado diferença nos livros... ela quase me engoliu vivo! Com os olhos! Falou que precisávamos de compras e lá fomos pro mercado! Fizemos as compras em silêncio... eu tentava falar e ela me fazia calar só me mortificando com os olhos! Nunca tinha visto algo assim! Afinal... ela não É assim!!!
    Chegamos em casa e ela me deixou guardando as compras e sumiu! Eu já estava perdendo a compostura! Entrei no quarto todo blindado para batalha! Ninguém ia me colocar para fora do meu quarto em pleno sábado de Aleluia! Olho para frente e ela está linda, com uma calcinha branca, enfiadinha, um baby doll também branco, com rendas nos punhos, um rabinho redondo preso na calcinha e uma gravatinha borboleta, pra completar um par de orelhinhas de coelhinha! Linda! Era MINHA coelhinha da Playboy particular! Fiquei meio embasbacado com a visão daquela pele branca e acetinada coberta por pequenos pedaços de tecido também brancos, deixando-a como um anjo... só faltavam asas na minha Coelhinha da Playboy!



    Nisso ela pega um chicote longo, enrola na mão e manda em cima de mim! ZAPT! “De joelhos escravo!” eu soltei um palavrão quando fui atingido pelo chicote e mais meia dúzia quando ela se atreveu a me chamar de escravo! Antes de eu abrir novamente a boca ela chicoteou mais três vezes... as três pegaram no paletó de couro, para minha felicidade. O peso das chicotadas e a dor, mesmo protegido pelo couro me fez perder o equilibrio... ela chicoteou os joelhos e eu caí a seus pés... enquanto eu praguejava ela prendeu minhas mãos com um par de algemas. Olhei estupefato para ela. “Hoje é dia de malhar o Judas!” ela falou com voz doce no meu ouvido. “Não se atreva, cadelinha... seu castigo vai ser completamente surreal se você não parar agora!” falei em tom calmo mas duro “E se eu parar agora, vou ganhar castigo?” ela perguntou, esfregando a xaninha cheirosa no meu nariz e me desnorteando com seu rebolado “Vai, claro! Mas prometo que vai ser mais leve!” ela riu gostoso, aquela risadinha melodiosa e safada dela e esfregou a bundinha na minha cara “Então se prepara porque você só vai ser solto pra Ressurreição no Domingo, no final da tarde” dizendo isso me imobilizou as pernas com um par de tornozeleiras com extensor de quase 1 metro.
Que situação! Os tornozelos amarrados e separados, as mãos algemadas para trás... nisso me jogou de cara no chão e montou nas minhas costas, mordendo meu pescoço, puxando meus cabelos e lambendo minhas orelhas... “Cadela você vai se arrepender... pára agora!” ela riu safadamente... “Se você não parar de falar...” mostrou uma ball gag balançando na guia para mim... ironicamente eu tinha comprado a maldita no dia anterior, na minha visita ao SS.
    Tentei desestabilizar seu lado Dominatrix. É fácil desestabilizar alguém que não nasceu Domme! Pelo menos era o que eu achava!
    “Você notou que me algemou vestido?? Não vai dar para fazer muita coisa assim!” ela puxou de baixo da cama uma mala preta de rodinha... a MINHA mala! E começou a tirar coisas de dentro... retirou velas, um jogo de agulhas, um isqueiro em forma de pistola, um canivete Smith & Wesson preto, um bastão retrátil de polímero... e colocou sobre a cama, ao lado da ball gag “Se você não se comportar vai ficar de ball gag até domingo!” só gemi, nem respondi! Ela acendeu o isqueiro apertando o gatilho em minha direção. “É verdade que couro não pega fogo?” e encostou a chama na minha manga “Não! Não pega fogo! Mas a pele por baixo queima!” passou por todas as costas do paletó... e eu gemendo de dor! Retirou o canivete e começou a rasgar...o paletó, as mangas, com extrema calma e me torturando ao extremo... MERDA! Eu adorava aquele paletó! Depois rasgou... cortou o cinto e a calça social, me deixando apenas com a camisa de seda preta a cueca e a meia, todas de tecidos mais finos e delicados... o medo se apossou de mim... se ela se descuidasse um milímetro eu estaria seriamente machucado!
    Ela passa a arrancar botão por botão da camisa cortando-os fora, depois começa a cortar as meias, fazendo diversos furinhos com a ponta do canivete no pé... propositalmente... mas a cada furinho dizia com ar inocente... “Ahhh... desculpe, Dono! Foi sem querer!” mas continuava com seu ‘trabalho’... quando chegou na cueca eu gemi temeroso, mas ela abaixou a cueca pela pernas e começou a chupar meu pênis delicadamente, me levando às nuvens... enquanto cortava o fundilho da cueca e deixou as pernas da box presas às minhas coxas.

    Aquela foi uma longa noite onde ela derramou cera de vela em mim enquanto me chupava deliciosamente. Eu delirava entre a dor da cera e o prazer da língua. Depois se deitou ao meu lado e se masturbou deliciosamente com os dedos na vagina e a palma no clitóris massageando-lhe, o que lhe provocou orgasmos seguidos e constantes, até que explodiu num jorro claro e com cheiro de fêmea, que ela jorrou no meu rosto. Meu pênis quase explodia e ela sabia que só faltava ela colocar a mão para que explodisse em gozo... então ela não colocou a mão!
   
    Sentou-se de pernas abertas na minha frente e disse “Se me fizer jorrar de novo só com sua língua eu te solto!” imediatamente comecei a trabalhar... lambi o mel já escorrido, acalmei a musculatura do útero, enlouquecida, lambi lentamente seu clitóris até que ela se acalmou depois comecei minhas lambidas num ritmo constante de sobe e desce, com meu nariz massageando seu clitóris... sabia que aquilo era perigoso, pois quando ela jorrasse... e ela jorraria. Eu poderia me afogar! Mas mesmo assim continuei e ela entrou no ritmo contrário ao meu, onde nos encontrávamos com mais ênfase no meio. Ela jorrou deliciosamente e eu quase me afoguei, mas ela virou de ladinho e todo seu mel jorrou em minha garganta, como eu já tinha feito milhares de vezes com ela.
    Assim que jorrou eu cobrei “Agora me solta!” e ela riu e falou “Eu não disse quando...!” e foi para o banheiro... na hora lembrei que na realidade quem domina a relação é o submisso. Eu não tinha uma “safe word” e não usaria uma, pois ela indica que o submisso não aguenta mais... e eu não lhe daria esse gostinho! Mas eu tinha eu mesmo... e meu corpo... em resposta aos seus estímulos, ou melhor... na ausência de respostas ao seu estímulo. E foi o que fiz! Daquele momento em diante não respondi mais a nenhum estímulo... e ela ficou sem rumo... sem saber o que fazer! Relaxei e dormi! Não de mentirinha ou para fazer ela pensar! Dormi de verdade!
    Ela me soltou durante o sono e se aconchegou no ‘berço’ dos meus braços... quando acordei na madrugada e senti aquele corpo aquecido, completamente moldado ao meu, me acariciando em sonhos, com seus cabelos loiros estendidos e espalhados em meu peito... esqueci a raiva... virei ela de bruços e com todo cuidado penetrei aquela menina linda que tinha jorrado para mim!
    Ela acordou durante a penetração e tentou se mover para se colocar numa posição melhor... que penetrasse mais... mas, eu disse em sua orelha “Relaxa, pet... goza junto comigo... nessa imensidão macia e branca que é o teu corpo... nesse mar de luz do sol que são teus cabelos... mas abre esses olhos de pradaria que quero te ver em pleno vôo de prazer!” ela ficou completamente atônita, pois achava que seria castigada, mas acabou sendo presenteada.
   Logo de manhã, no domingo de Páscoa quando ela acordou eu já tinha me banhado e estava deitado a observá-la. Ela estranhou e sabia que ali vinha algum problema... ou seja, minha vingança!
É claro que eu não podia decepcioná-la! Sem me mexer muito estiquei o braço para o chão e peguei o Ovo de Páscoa que tinha comprado para ela. De sua marca preferida. Ela agradeceu estranhando, levantou e me presenteou com o meu. Também meu preferido! “Só que nessa Páscoa quero comer o chocolate de um jeito diferente!”
    Puxei uma corda lilás e com muita calma fui amarrando-a... de modo que ficasse com os braços presos juntos acima da cabeça e os joelhos flexionados e abertos... o que seria uma posição comum, chamada ‘águia’... mas como nada é muito comum com esta cadelinha, fiz um contrapeso das pernas com os braços... assim ou ela mantinha pernas relaxadas flexionando braços, ou o inverso... as duas coisas não poderiam acontecer ao mesmo tempo... um jeitinho de mante-la no limite da dor e do prazer... bom... o prazer vinha do fato que resolvi comer todo o meu Ovo de Páscoa... e o dela também...
    Eu quebrava os pedacinhos e colocava naquela menina rosada abertinha pra mim e deixava derreter... as vezes eu soprava ar quente em cima... ‘pra ajudar no derretimento... do chocolate... e dela...’!

Foi uma deliciosa Páscoa!

- Dom Maximus – O Dominador -

- Hope Subway -

sexta-feira, 22 de abril de 2011

- COMO PÁSCOA PARA CHOCOLATE -



A cadela estava em casa, já tinha lavado, passado, limpado e arrumado, sentou-se na cama e começou a nevegar na net... deu uma vontade louca! Olhou o relógio... uma hora pro Dono chegar! Enfiou uma roupa correndo, pegou as chaves do carro e voou... se passou por algum radar... já era!
Entrou na loja, comprou TUDO que iria precisar e voltou literalmente “voando” para casa! Ainda faltava alguns minutos pro Dono chegar!
Limpou a pia, lavou as mãos e tirou as coisas da embalagem... cortou, picou, amassou, mexeu, tudo como mandava “o figurino” ou melhor, a receita! Tudo corria bem... então correu e tomou um banho com um sabonete que o Dono gostava do cheiro... Nisso ouviu o microondas tocar... saiu toda destrambelhada do chuveiro... nem fechou direito!
Abriu o microondas pingando do chuveiro... ouviu o chuveiro ligado, pegou a vasilha e correu pra desligar o chuveiro (detalhe... com a vasilha na mão) chegou no banheiro, cheiro de queimado! Que inferno tinha queimado o chuveiro! Desligou o chuveiro com uma mão... escorregou...  a outra mão, molhada, e com uma vasilha quente balançou... e banhou TODA a cadela atrapalhada! Desde o pescoço, descendo pelos seios, barriga, a menina também levou a dela, as coxas grossas, as pernas e os pés... até o outro braço levou um pequeno banho... só quem se livrou do banho foi o braço que segurava a vasilha...
No meio daquela bagunça e daquela loucura, cadela nem ouviu o carro do Dono, nem a chave na porta, nem os passos do Dono, nem a entrada daquele macho delicioso entrando no banheiro... não ouviu NADA! Quando olhou pro Dono... olhou pra si mesma, toda melecada... olhou de volta pro Dono e com uma carinha sapeca falou “Acho que o chuveiro queimou!”
Ele entra em casa e vê a cozinha acesa e o banheiro também “Engraçado... cadela não é de desperdiçar luz!” se encaminha pro banheiro e tem a visão mais suculenta de sua vida...

“Cadelinha safada... gostosa... tesuda... me deixou todo duro só de te olhar! O chuveiro queimou?? É?? E como vamos limpar essa meleca toda, heim, cadelinha sapeca???” cadelinha põe o dedo na vasilha, raspa, e lambe o dedo... depois coloca dois dedos, raspa a vasilha e lambe... gostoso... de boca aberta... mostrando a língua sendo manchada de chocolate derretido... “Num sei Dono... o que o sr acha???” pergunta com um ar pueril, e ainda pisca os olhinhos inocentemente.
“A bundinha da cadelinha tá branca?? Sem chocolate?? Vira a bundinha pro Dono!” ele diz isso e arranca o cinto “Empina essa bundinha pro Dono!” a cadelinha empina a bundinha limpinha e manda a primeira cintada “Ahh” ele ri “Agora repete comigo... eu... sou... uma... cadela... muito... bagunceira... e... desordeira... e... mereço... levar... uma... surra... de... cinta... do... Dono!” em cada palavra que a cadela repetia a cinta ‘cantava’ outra vez! PAFT! PAFT! Sem espera... sem tempo nem pra pensar, nem pra sentir a dor de uma cintada antes da outra! PAFT!
 “Agora de pé cadela!” ela se virou para olhar o Dono com os olhinhos cheios d’água... ele foi tirando a roupa devagar... um verdadeiro ‘stripper’ para ela... desabotoou cada botão... tirou o paletó de couro... tirou a camisa... mostrando aquela barriga deliciosa e aquele peito cabeludo... abriu a calça... o menino ficou bem a mostra na cueca box... tirou o sapato e as meias pretas... tirou a calça preta... e por fim ficou só com a cueca box também preta. E a cadela olhando fascinada... o tamanho do menino estava enorme... saindo por cima da cueca, no umbigo do Dono!
Tirou a cueca e deixou ‘o menino’ solto, entrou no box do banheiro e empurrou a cadela pro fundo... abaixou e abocanhou um mamilo, lambendo devagar todo o chocolate... o cavanhaque ficou sujo de chocolate “Vem cá cadela e lambe o cavanhaque pra limpar!” a cadelinha, inocente, se aproximou com todo o cuidado para não sujar o Dono... ele ri aquela risada malvada e agarra a cadela, se esfregando no corpo achocolatado dela... e se sujando todo também! “Agora você também tem uma tarefa... limpar o Dono!” ela desce lambendo o Dono, desde o cavanhaque, os pelos do peito, até chegar no menino... e chupa até ele ficar limpinho... depois enfia ele entre os seios melados e faz uma espanhola entre seus seios e muito chocolate... chocolate que ela lambe quando o pênis alcança sua boca.
O Dono geme em delírio total... esfrega a mão na barriga de chocolate da cadela e depois na bundinha vermelha... abaixa e lambe... depois segura o quadril com uma mão, continua lambendo e com a outra mão enfia um dedo no cuzinho da cadela... ela geme de dor... “Quietinha cadelinha... você vai gostar!” se endireita e coloca a cabeça do pau duro e cheio de chocolate na boca da cadela “Chupa, safada!” ela chupa até ficar limpinho, ele vira ela de costas “Se apóia na parede do box!” ele coloca o pau na entrada da menina, espera ela se segurar com as duas mãos e mete fundo, de uma vez só... mete também mais dois dedos no cuzinho... tudo ao mesmo tempo! O chocolate ajuda os dedos a entrarem, mas ela sofre a dor assim mesmo! Ele vai bombando o pau na bucetinha e os dedos no cuzinho.
“Ai Dono!!... Tá doendo!!” ele ouve o choramingo da cadela e solta a mão que segurava o quadril dela, e começa a bater... uma vez em cada nádega, até ficarem vermelhas (não rosadas... vermelhas, mesmo!) a cadela choramingava, o Dono batia, metia os dedos no cuzinho e fodia sua menina ao mesmo tempo... sem perder o ritmo! Ela chorava! Numa mistura incrível no limite entre a dor e o prazer! Ele com seu jeito incrível de segurar a ereção, tira de dentro da cadela, vira de frente para ela e continua lambendo o corpo dela... deita-a no chão do box gelado e continua chupando profundamente sua pele branca e marcando em vários lugares. Lambe. Chupa. Morde. Arranha. Marca. E ri. Dos gemidos incontidos e completamente incontroláveis e indistinguíveis da cadela que se contorce no chão em espasmos seguidos de prazer. Um sem número de gozos seguidos e incontidos...
O chão do box todo melado de chocolate, ele também... a cadela se contorcendo em êxtase profundo. Ele dobra o 3° e o 4° dedos da mão direita e enfia na menina da cadela, já em erupção... deixa a palma encostar no clitóris, que a esta altura já estava duro e saliente... e começa a foder a cadela com os dedos... ela vai se contorcendo e gemendo, e gritando e enlouquecendo... e goza uma... duas... três... quatro vezes seguidas... na quinta ele percebe o calor de seu corpo... a cor de seu rosto, pescoço, seios... que eram muito brancos e agora estão rosados, a respiração entrecortada e as contrações uterinas cada vez mais fortes... entâo tira os dedos da menina e só deixa a palma da mão massageando o clitóris... alguns segundos depois é brindado com um jato claro... da ejaculação de sua fêmea! Lindo!
Abre o chuveiro que não estava queimado coisa nenhuma e banha sua cadelinha de corpo amolecido pelo prazer. Leva-a para a cama. Cobre e observa o sono embalá-la e levá-la a lugares e sonhos distantes, mas sem ciúmes, pois sabe que assim que os olhos de pradaria se abrirem procurarão por ele. “Boa noite, minha deliciosa Mila!” fala Sir M em seus ouvidos e aconchega o corpo adormecido em seus braços, para mais uma deliciosa noite!
- Maximus – O Dominador -
- Hope Subway -


segunda-feira, 14 de março de 2011

- A DIRETORA - (PARTE FINAL!)


    Meu olhar era uma mistura de tesão e triunfo... “Você tá gostando, cadela! Tá até lambendo meus dedos!” Na hora ela tentou voltar a si e mordeu os dedos... “Isso! Morde! Eu gosto da dor! E só prova que é uma cadela mesmo! Morde mais!” enquanto eu falava, eu fodia com mais afinco... ela gozou... de revirar os olhos... e parou de me morder... no meio do primeiro tremor sai completamente de dentro dela, tirei os dedos de sua boca e soltei ela completamente no chão da sala.
      Ela me olhou confusa com a minha atitude, mas principalmente com o gozo que não chegou ao fim... com uma frustração clara nos olhos e confusão também... me aproximei... agarrei pelos cabelos e beijei... e ela correspondeu com ardor... soltei! “Você tá solta... grita! Pede ajuda!” ela olhou em volta confusa, viu suas roupas abertas, minha camiseta meio rasgada e manchada de sangue, minha mão meio melada, a calça aberta, e o pau duro, em pé... muito maior do que ele realmente é... parecia uma lança apontada pro céu... segurei o cabelo dela com delicadeza... puxei em direção à minha boca, no meio parei... “Quer gozar, cadelinha?” ela nem falou, só balançou a cabeça afirmativamente então virei ela com o ventre pro chão, subi a saia e me meti entre as coxas, puxando ela pelos cabelos e deixando minha marca em seu pescoço, enquanto apertava seus seios, sem dó, com força... ela gemeu... e eu meti... já não tinha mais medo de seus gritos... sabia que ela não percebia mais onde estava e nem com quem...


    Ela gozou de novo... coloquei ela de quatro e continuei metendo... não tinha nem idéia de como nem porque eu ainda estava duro... mas eu estava... e muito! Subi a saia acima da cintura e vi aquela bundinha linda, com um cuzinho apertadinho e rosado... cada vez que eu metia... mais a gente se aproximava da parede, porque ela deslizava com a minha força... “Se segura na parede cadelinha!” falei no seu ouvido... ela nem demonstrou que tivesse entendido ou se ofendido com o “cadelinha”, só se segurou com as duas mãos, então abri sua blusa e apertei com força seu seio, usando-o como apoio pra fode-la melhor e enfiei um dedo no buraquinho rosado... ela gemeu e deu uma rebolada, provavelmente pra tirar o dedo de lá, o que fez o dedo afundar até o talo... montei nela, o dedo se afundou até a palma da mão... e falei dentro do seu ouvido “Quieta cadela!” na hora achei que minha sorte tinha acabado... mas ela parou de se debater... passei a meter o dedo no mesmo ritmo da fodida e ela passou a gemer diferente... um tanto de prazer, outro tanto de dor... cheguei no ouvidinho de novo “Abre mais as pernas cadela!” ela deu uma travada de meio segundo e se abriu pra mim!
    Sabia! Sabia que era uma cadelinha sem dono! “Isso cadela! Agora rebola!” eu estava testando minha sorte, mas ela rebolou! “Dá a boca!” ela virou de lado já de boca aberta e me enfiei dentro dela. Ao mesmo tempo em que mordia sua língua eu enfiava o segundo dedo no seu cuzinho e sorvia sua dor através do seu olhar de amêndoa. Ela tentou se mexer e seus olhos encheram de lágrimas... eu tirei a mão de seu seio e dei-lhe um tapa daqueles na bunda, sem parar de fode-la... ela podia ter mordido minha língua, que a esta altura estava inteira em sua boca, mas deu um pulinho com a dor do tapa e continuou me olhando, com todos os seus orifícios repletos de mim!


    A dor se tornou em prazer logo em seguida... só então abandonei sua boca para lamber e morder seu pescoço, orelha e nuca “Isso cadela... fica quietinha que vou fazer você gozar até escorrer no chão!” ela gemeu gostoso  enquanto mordia sua orelha... “Ja gozou de escorrer, cadela?” usei o “cadela” de novo, de propósito... se ela não fosse uma cadela de verdade jamais permitiria que eu chamasse ‘a diretora’ de cadela... mas se ela não fosse uma cadela de verdade também não estaria ali, de quatro, segurando na parede com as duas mãos, com meu pau enterrado na sua xaninha, meus dedos no seu cuzinho, minha boca deixando chupão atrás de chupão no seu pescoço e nuca e os peitos balançando soltos pela blusa quase completamente aberta. “Não!” foi a primeira vez que ela falou... e falou baixo... podia ter gritado... chamado ajuda, denunciado um estupro... feito qualquer outra coisa... mas só falou “Não!” eu delirei por dentro... “Não te dei ordem de falar, cadela! Só balança a cabeça! Entendeu?” e fodi com mais vigor... e ela balançou a cabeça afirmativamente.
    Eu delirei... e abusei dela... “Ahhh... isso... uma cadela obediente!... Adoro cadelas obedientes!” ela só gemia de tesão “Cadela obediente ganha tudo de mim! Ganha leite quente... bolacha quente...” dei-lhe um tapa fodido na bunda, que ficou a marca da mão na hora “... e até banho quente!” meti a língua no pescoço, costas, nuca, subi pelo rosto e penetrei a boca... bem na hora que ela ia gritar de tesão... e ela gritou na minha boca... o grito foi abafado... e ela começou a vazar, escorrer, se derramar pelas coxas de tanto prazer...


    Meti! Com todo o ímpeto do meu corpo... na buceta, no cuzinho, onde enfiei o terceiro dedo e na boca... ela escorreu... gritou na minha boca... escorreu... ejaculou... literalmente... as forças começaram a ir embora de seu corpo e os olhos foram virando... ela estava num ponto de prazer que eu tinha quase certeza de que não era ali... ela tremia... convulsivamente... e gemia palavras e sons ininteligíveis... e tinha um cheiro de sexo selvagem no ar... e uma cor diferente em seu rosto, em seu corpo, que convulsionava de tesão... em puro delírio... de repente gozei. Inesperadamente, sem aviso prévio... era como se um mundo inteiro quisesse sair pela cabeça do meu pau... as convulsões da buceta dela foram ordenhando meu leite... e os jatos foram tão fortes que me doíam ao sair... ela estava estirada no chão, tremendo... eu caí meio sem forças sobre seu corpo... tirei os dedos do cuzinho, segurei os cabelos, afastei a boca dela, saí de dentro dela e me virei pro lado dela, de barriga pra cima.
    Me recuperei antes dela. Me vesti. Beijei seu pescoço, lambi a orelha... “Que cadela gostosa! Se quiser mais, minha cadelinha, me espera amanhã aqui de novo... vou te dar mais e melhor!” Levantei e saí sem olhar pra trás!
U
Bom... pelo menos foi isso que minha amiga diretora me contou!
Histórias de diretores!
Até a próxima!
- Dom Maximus – O Dominador –
- Hope Subway -

domingo, 13 de março de 2011

- A DIRETORA -


    Valéria é uma mulher bonita. Tem longos cabelos castanho claros, enrolados nas pontas, olhos amendoados e um corpo só com as melhores curvas. Ela tem alguns hábitos típicos de diretores. Andar pela escola durante o período de aulas, entrar em algumas salas, conversar brevemente com alguns professores, fazer perguntas a alguns alunos, assim, do nada... além de ficar no portão de entrada todos os dias, na hora da entrada e na hora da saída, dizendo que é para se aproximar dos alunos que estão entrando ou saindo e assim estar mais disponível para eles. Ela também tem outros hábitos não tão típicos de diretores. Ela fala com os alunos quando cruza com eles e lhes dá sempre um sorriso.
    Para outros alunos aquele sorriso muitas vezes passa desapercebido, mas para mim é como a luz do sol... tenho certeza que o sorriso é só para mim... só! Eu sempre devolvo o sorriso, mas nem sei se ela percebe... mas é impossivel controlar. Sempre penso naqueles lábios me beijando e o sorriso surge sem que eu tenha controle sobre ele. Então continuo olhando quando ela passa... acompanho seu andar... o balanço dos seus quadris... os cabelos também balançando... o perfume adocicado quando ela passa... eu sei que ela tem uma queda por mim... mesmo que ela ainda não saiba.


   Todos os dias frequento as aulas, sei toda a matéria, mas ultimamente só tiro nota baixa... eu quero repetir de ano... eu preciso ficar perto dela! Só saio da escola depois que ela vai embora, senão fico enrolando... ajudo a carregar coisas, faço coisas para as secretárias, ou as vezes fico só sentado ali perto observando do corredor ela indo e vindo... comigo sempre alguns passos atrás.
    Hoje meu esforço foi recompensado. O horário já tinha acabado, mas a secretária acabou me chamando para trocar o pneu do carro dela. Quando acabei e fui a caminho da diretoria de novo quase enfartei. O carro da diretora tinha sumido! Que azar! Ela foi embora e eu perdi a entrada dela no carro... e aquela abertura de pernas que me deixa ver suas coxas por entre a saia! Corri pelo corredor e quando já estava saindo ouvi o choro... entrei na diretoria... ela ali, sentada, chorando. Não falei nada... só me aproximei, me abaixei e acariciei seu rosto, secando as lágrimas... ela imediatamente tentou se recompor... assumir seu papel de diretora de novo.


    Eu continuei segurando o rosto dela, coloquei o indicador no lábio “Shhhh” e voltei a enxugar suas lágrimas. Ela encostou o rosto em minha mão e soltou o choro... eu a puxei da cadeira... sentei-a no chão e a abracei por trás, segurando-a com uma mão e secando suas lágriams com a outra. Fui acariciando-a e ela foi se acalmando... o tempo passou com ela nos meus braços... até que ela se deu conta de que estava no chão da sala com suas lágrimas sendo secas por um aluno secundarista. Ela tentou levantar... e meu lado Dominador aflorou... segurei ela no chão, a força... ela me olhou incrédula e quando ia falar, coloquei o dedo sobre seus lábios, a puxei e a beijei. Ela tentou se afastar do beijo e segurei por seus cabelos e continuei beijando, ela lutou, arregalou os olhos, me empurrou, e eu só continuei beijando e puxando sua boca para a minha... e ela parou... e correspondeu!
    O beijo se tornou doce, mas eu queria mais... e comecei a soltar seu cabelo e puxa-lo e ela so gemia baixinho... engoli sua boca para ninguém ouvir seus gemidos... puxei ela para o meu colo e comecei a passar a mão nos quadris que adorava ver balançando... nas pernas, subi pelas coxas, ela tentou me parar e se afastar de novo do beijo... mordi seu lábio e ela se espantou, no movimento que fez enterrei a língua mais fundo e a mão diretamente em sua xaninha quente. A calcinha estava úmida, empurrei pro lado e dedei. O dedo entrou de uma vez, de tão melada que ela estava. Ela pulou no meu colo, tentando se afastar, mas só serviu para enfiar outro dedo e conseguir um melhor ângulo.


    Nós nos beijávamos de olhos abertos, meus dedos enfiados na alagada xaninha... Fodia a diretora com força, minha boca engolia a dela e eu já sentia o leve gosto de sangue na boca, ela tentava balançar a cabeça em negativa, mas eu segurava seu cabelo, olhando em seus olhos sem piscar e segurando sua nuca sem permitir um único movimento de sua cabeça. Ainda sentia a força dela debatendo com a minha, mas meus dedos escorregavam cada vez com mais facilidade dentro dela, então meti o terceiro dedo ao mesmo tempo em que soltava seus lábios... o grito saiu... mas de puro prazer e não um pedido de socorro... ela gemeu, e continuou gemendo enquanto eu a fodia e beijava seu pescoço, nuca e movimentava sua cabeça a meu bel prazer, já sem nenhuma oposição de sua parte.
    Suas unhas estavam enterradas em meus ombros por cima da camiseta, ela já estava toda descabelada... e me deixava fazer o que quisesse... beijei a pele entre os seios e os gemidos aumentaram, com um movimento de cabeça e queixo abri os primeiros botões e comecei a enfiar boca, rosto, língua, roçar a barba naquela pele macia e ela começou a estreitar os seios em meu rosto, num movimento inconsciente e no mesmo ritmo alucinado em que eu a fodia.
    De repente ela começou a cavalgar meus dedos e os seios balançavam na minha frente, soltei seus cabelos e olhei ela me cavalgando. Com um movimento desesperado abri a calça e deixei ele sair... tirei os dedos e baixei o quadril dela no meu duro cacete... na hora ela gemeu alto pela dor da entrada, mas também se deu conta do que estava acontecendo, antes que pudesse pensar e tomar alguma atitude, virei ela pro chão e fiquei por cima, as coxas dela abertas dos dois lados de mim... enfiei os três dedos melados do suco dela dentro de sua boca impedindo-a de falar... segurei seu quadril com a outra mão e empurrei com tal força que seu corpo se moveu no chão e seus olhos viraram... continuei fodendo e com meus dedos em sua boca, sua língua começou a passear pelos meus dedos... sugando-os... limpando-os... saboreando o seu próprio gosto... o gosto do seu sexo!
W
AGUARDE A CONTINUAÇÃO AMANHÃ!
NESSE MESMO HORÁRIO!
- Dom Maximus – O Dominador -
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segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

- O DIRETOR -


Todos os dias sou o primeiro a chegar! Acredito que o melhor meio de liderar é pelo exemplo. Então é fato que quando meus funcionários chegam já vêem meu carro no estacionamento e estou sempre andando pela escola para ter certeza de que tudo corre bem. Sou diretor. Possua uma das mais belas escolas particulares aqui de São Paulo. Tem um prédio quadrado, espaçoso, que foi construído no meio de um grande terreno com quadras, piscinas, ginásios, parques, play grounds e mais uma infinidade de coisas qu sugam todo o meu tempo.
Nesse dia cheguei e depois de estacionar olhei para um dos pátios externos, o pátio de entrada e vi sujeira no chão, cacos de vido e algo que parecia tinta... fui até lá, pois geralmente entro por minha própria porta e tive um terrível desgosto. A escola havia sido vandalizada. E provavelmente roubada. O chão do pátio estava coberto pelo poeira dos extintores... fui caminhando ao redor da escola e observando pó suas janelas... os banheiros em polvorosa, o refeitório sem os equipamentos de suco, de self service e ate com as maquinas de refrigerante e salgadinho abertas e vazias... podia entrever a porta da cozinha e o que parecia o ensopado do almoço servido... no chão. Dei toda a volta e um ambiente estava pior do que o outro inclusive a biblioteca e o laboratório de informática sofreram os danos... isso sem falar que não sobrou um único computador.
Quando cheguei ao ponto de partida já estava profundamente irritado e me sentindo violado em minhas profundezas... e a segurança contratada da rua? E a companhia de segurança, responsável pelo alarme? Que por um acaso estava desligado! Na mesma hora liguei para 190 e chamei a policia explicando o ocorrido e pedindo que viessem investigar e fazer o boletim de ocorrência. Mas ainda tinha que ligar para a segurança da rua, para a companhia de segurança responsável pelo alarme e para a seguradora... mas que M... os telefones estavam na minha agenda... que estava na minha gaveta... na minha mesa... na minha sala... dentro da escola!

Nisso entra o carrinho mil da minha coordenadorinha... não a chamo assim porque seja uma má profissional, pelo contrário, cumpre muito bem suas funções. Mas é uma coisinha delicada, de pele clara, olhos claros, sorriso fácil, voz doce, e toda redondinha nos melhores lugares. Quase amaldiçoei quando a vi chegar, pois minha cabeça nunca está onde deveria... principalmente quando desceu com um vestidinho desses que esvoaçam, de fundo branco com florzinhas... ela é baixinha, então usa saltos enormes, que devem ser uma verdadeira tortura, e com os cabelos ainda úmidos e soltos do banho da manhã. Que coisinha doce!
Ela me viu do lado de fora e veio que nem uma cadelinha, pronta para ajudar “Bom dia, diretor! Algum problema?” com aquela vozinha deliciosa e doce... me irritei na hora... como podia ficar excitado com tudo aquilo ocorrendo? “Não! Nenhum! O fato de terem invadido e roubado a escola, não deixando pedra sobre pedra não é problema algum!” ela me olhou com os olhos arregalados já que descarreguei nela a minha raiva, e aliás adoro fazer isso, porque ela se encolhe deliciosamente quando falo mais alto “E ainda por cima os números de telefone da seguradora da companhia que faz a segurança da rua e do alarme estão na minha ultima gaveta da mesa!” falei alto, mas sem gritar. Depois de tantos anos como diretor e professor sabemos que os gritos não levam à dominação do aluno insurgente, só ao stress... ao meu stress!
Na hora começaram a chegar os funcionários e professores e fui recebe-los na porta para que não entrassem na escola, já que alguns têm suas próprias chaves e o alarme estava desativado! Conversei, expliquei, mil vezes... odeio gente burra! Você fala 10 vezes a mesma coisa para que entendam uma ordem simples: “Não pode entrar na escola!” Simples, não? Parece que não! Olhei a volta e não vi a coordenadora Doriane... odeio o nome dela... parece margarina, mas paciência! Algumas pessoas também falam mal do meu... César Augusto... o que vou fazer se minha mãe achou que eu seria o próximo líder de Roma? “Onde está a coordenadora Doriane?” perguntei a todos em volta e a resposta sempe evasiva, então desacreditei... não seria possível que uma coordenadora... um mulher inteligente, estudada, tivesse entrado dentro da escola e estragado a cena do crime! Bom... eu não esperava a equipe do CSI, mas que esperava algum policial vir para olhar e eu poder acionar o segura... ahh sim eu esperava!
Circulei a escola e dei de cara com minha porta aberta... lógico! Ela tinha aquela chave, a sala dela é ao lado da minha! Entrei e olhei para o chão... não havia pegadas, pelo menos aquela cadelinha tinha tido o bom senso de pisar próximo às paredes... deve ser fã de CSI! Quando entrei na sala encontrei a cadelinha com a ultima gaveta de minha mesa aberta, mexendo em seu conteúdo, obviamente procurando a agenda e um notebook aberto sobre minha mesa. Ela estava naqueles saltos altíssimos, então tinha que se abaixar muito para olhar na gaveta, deixando a bundinha redonda toda empinadinha e a calcinha de algodão branco aparecendo ao lado do vestidinho branco e da pele branquinha... parecia um creminho de baunilha.

“O que é que você está fazendo Doriane?” ela travou. Se virou com olhos de cadela pidona... o cabelo longo em desalinho em sua frente, ela toda bagunçada e aflita por sua procura “Eu vim buscar sua agenda, na sua gaveta, como disse, mas não achei, então conectei seu notebook que estava na gaveta e pensei em procurar os telefones na internet... se-senhor, diretor!” na hora senti a voz da submissão. Ela pedia para ser dominada. Então fiz o teste “Volte a procurar na gaveta!” ela se agachou de cócoras para isso, dei um tapa estalado e barulhento em sua bunda “Na mesma posição em que estava coordenadorinha!” ela se levantou e empinou a bundinha de novo sem nada falar, com a cabeça para baixo procurando na gaveta. Eu vim por trás dela, encostei meu pau duro naquela bunda macia, debrucei meu corpo todo sobre ela... ela tentou se mover e eu coloquei a mão em seus cabelos e mantive a sua cabeça em baixo... ela estava numa deliciosa ponte... e eu me curvei sobre a ponte encostando todo meu corpo no dela... acionei o notebook e peguei os 3 telefones que precisava.
Desconectei o notebook mas deixei sobre a mesa, abaixei sobre ela me encostando inteiro nela e sentindo ela tremer...  cheguei ao pé de sua orelhinha e quase encostando nela sussurrei “Fique exatamente na posição em que está! Não mexa um músculo!” levantei e sai... no caminho até a porta já liguei para as 3 empresas e mandei que viessem com urgência... fui até o portão onde já se aglomeravam grande número de alunos e pais e dei a notícia pedindo que todos voltassem para casa. E deixei os professores lidando com alguns alunos e pais que queriam conversar, voltando para minha sala e encontrando-a exatamente na mesma posição.
Cheguei perto e passei a mão de leve naquela bundinha gostosa “Bonita, muito bonita!” ela tremeu... “Mas você não sabia que temos que esperar a policia fazer as investigações antes de abrir as portas da escola?” ela tremeu e olhou para mim com aquele olhar de cadelinha e os olhos cheios de lágrimas “Mas... mas... eu só queria ajudar!” eu olhei agora para os peitinhos quase pulando fora do vestidinho por causa da posição e lembrei de um filme que acho que todo mundo já viu... “A Secretária”, peguei um marcador de quadro branco... aquelas canetas grossas... bem mais grossas que um dedo... segurei na Mao olhando para a caneta fixamente “Você viu o filme A Secretária?” ela me olhou e só então olhei em seus olhos... ela tremeu só com o meu olhar... eu me deliciei com aquilo... “Na-não, sr diretor!” com a caneta na mão me coloquei atrás dela, peguei seus cabelos e a puxei para cima “Que bom! Coloque as mãos e os cotovelos sobre a mesa!” ela me olhou confusa “Cotovelos na mesa, mãos com a palma aberta para baixo, agora!” ela fez como ordenado me coloquei atrás dela e resolvi dar um uso mais interessante ao marcador.

Levantei o vestidinho descobrindo toda a sua bundinha redonda, abaixei a calcinha até os joelhos e vi aquela bocetinha branca e depilada arrebitada e molhadinha... a cadelinha tava excitada com a situação e eu também “Você não devia ter entrado aqui sem a minha permissaõ! Foi muito errado! E você pede perdão, diretor! – Repita!” passei a mao na bundinha “Eu não devia ter entrado aqui sem a permissão do senhor... foi muito errado da minha parte e eu peço perdão sr diretor!” continuei acariciando a pele macia “Não senti nenhum arrependimento, Dori! Repita até eu sentir que está realmente arrependida!” ela começou a frase, “Eu não devia ter ...” lambi a ponta do marcador e enfiei de uma vez só naquela boceta molhada “Ahhh... entrado aqui sem a permissão do senhor...” abri o zíper e tirei meu pau duro pra fora e acariciei ouvindo-a “...foi muito errado da minha parte e eu peço perdão sr diretor!” mexi a canete lá dentro, fodendo-a com a caneta “Ainda não tá bom... agora continue repetindo até que eu ache que já está bom e mande parar!” ela gemia baixinho com a caneta enfiada em sua bocetinha melada “Eu não devia...” tirei uma camisinha do bolso e me encapei “...ter entrado aqui sem a permissão do senhor... foi muito” tirei o marcador da bocetinha e coloquei naquele cuzinho exposto pra mim “Ahhhhhhhhhhh... diretor... errado da minha parte e eu peço perdão sr diretor!” então rindo coloquei a cabeça do pau na entradinha dela e meti. De uma vez só! Que delícia... apertada mas toda lisa de seu melzinho escorrendo... aquela carnes quentes me enlouqueciam... ela parou de falar. Meti um tapa na bunda “Continua falando cadela! Sem parar!” e ela era uma cadelinha msmo... continuou sem parar...

“Eu não devia...” e eu fodendo aquela bocetinha e batendo o dedo no marcador ao mesmo tempo “...ter entrado aqui sem a permissão...” quando senti que ela tava perto do orgasmo abaixei na sua orelhinha “Fala baixinho cadelinha, pra ninguém ouvir!” eu sabia que ela ia gozar duro e não queria perder de ouvir seu gozo “...do senhor... foi muito errado... da minha...” então aumentei o ritmo em disparada acrescentando não só força, mas velocidade e batendo com mais força na caneta no seu rabinho “Ahhhh... ahhhhh... ahhhhhh... parte e eu peço perdão...” ela gozou e tremia inteira... seu corpo, sua voz, uma delícia de ver “...sr diretor!” mas eu queria mais, então continuei metendo “Eu não devia ter...” cada vez mais rápido e mais fundo “...entrado aqui sem a... a...” socando a caneta no rabinho “...permissão do senhor... foi muito errado...” e vendo o mel dela vazar pelas coxas abaixo “...da minha parte e eu peço...” ela gozou novamente “...perdão sr diretor!” e novamente “Eu não devia ter...” e mais algumas vezes “...entrado aqui sem a permissão...” comigo entrando e saindo do seu corpo e apertando seus seios brancos que já estavam vermelhos em minhas mãos “...do senhor...” até que meu corpo pediu por liberação... e gozei... olhando aquela coisinha gostosa de bunda levantada e caneta no rabo em cima da minha mesa “...foi muito errado da...” o tesao me tomou e grunhi minha satisfação de te-la ali... melada e submissa... em volta do meu pau e com suas tetinhas nas minhas mãos “...minha parte e eu peço perdão sr diretor!” meus gemidos foram baixos e rápidos, mas a satisfação de ter comido coordenadora daquele jeito na minha sala era deliciosa “Pode parar de falar, cadelinha... agora senti que se arrependeu!”
Sai de dentro dela e me recompus... ela ainda tremia sobre a mesa... então desci sua calcinha pelas pernas levando nela o mel da cadelinha... arranquei pelos pés e guardei no bolso “Você tem 5 minutos pra se recompor e sair para o pátio da frente... e deixe a caneta onde está... eu tiro no fim da tarde!” virei as costas e sai como se nada tivesse acontecido.
Cheguei lá fora bem a tempo de lidar com apolícia, a seguradora, as companhias de segurança, os professores e mais um milhão de coisas que me chamaram a atenção... mas sem tirar os olhos dela... que estava completamente incomodada de estar sem calcinha e com a caneta no rabinho... foi delicioso olha-la o dia todo.
No fim da tarde, com tudo resolvido e a equipe da escola fazendo o levantamento dos bens roubados e danificados, pessoas da seguradora tirando fotos, funcionários que paguei hora extra para realizarem a limpeza... e um milhão de coisas para tornar pelo menos parte da escola habitável para o dia seguinte, estav em plena atividade quando ela veio despedir-se “Boa tarde diretor! Estou indo!” olhei para ela profundamente “Acho que não! Temos alguns assuntos pendentes e a senhora não pode sair sem resolve-los!” a equipe levantou as orelhas para ouvir o que se passaria, mas não quis fofocas “Acompanhe-me até minha sala!”

Quando entrei na sala me sentei e esperei ela entrar... seu rosto vermelho de vergonha “Feche a porta e venha aqui!” falei baixo e olhando nela profundamente... ela se aproximou de frente, fiz um movimento com o indicador ereto no ar, para que ela se virasse de costas, ela virou e dei um tapa na bunda, ela abaixou, levantei o vestido e vi... o cuzinho tava vermelho do mal uso durante todo o dia, mas a boceta tava encharcada e escorrendo, enfiei o dedo na boceta e ela gemeu “Doeu a caneta no rabinho o dia todo?” continuei metendo e girando o dedo na bocetinha “Sim, diretor!” mas você ficou excitada o dia todo também “Não, diretor!” meti três tapas naquela bunda linda depois sussurrei “Não minta, Dori! Odeio mentiras! Quantas vezes você enxugou esse mel todo escorrendo dessa boceta melada?” enfiei o segundo e o terceiro dedo seguidamente na boceta “Ahhhh... ahhhh... três vezes diretor!” meti fundo “Mentira, Dori!” comecei a girar os dedos lá dentro “Cinco... não... seis vezes diretor... seis vezes, eu juro!” tirei a caneta e os dedos de uma vez só. Dei um tapa na bunda “Muito bem... gostei da verdade... agora pode ir! E deixe a porta aberta quando sair!” ela olhou para trás com olhos confusos e com carinha de que tava querendo outra foda “Deixe a porta aberta quando sair coordenadora Doriane!” repeti pausando as palavras e sem olha-la, voltando-me para algum serviço sobre a mesa.
Ela se endireitou e saiu, deixando a porta aberta como mandei. Assim que saiu olhei para a porta e sorri. Obediente. Boa pra ser minha cadelinha. Vamos ver até onde vai essa obediência. Segurava a caneta e olhava-a fazendo um recado mental para trazer alguns “brinquedinhos” de casa e deixar na escola. Para uma próxima vez...
Ri, excitado, só dos pensamentos que me vieram a mente!


- Dom Maximus - O Dominador -
- Hope Subway -



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